Publicado por: sosortomolecular | 6 de Maio de 2017

Terapia Transdérmica de Magnésio

Introdução

A pele é na verdade um órgão incrivelmente complexo e, por peso, é o maior de nosso corpo. Ela cobre em média, algo como 4 metros quadrados e pesa cerca de 4 quilos (perto de 7% do peso do corpo). A pele está envolvida numa troca dinâmica entre os ambientes interno e externo através da respiração, absorção e eliminação. É altamente permeável, embora tenha a habilidade de manter sua importante barreira antibacteriana com o ambiente.

O uso transdérmico do cloreto de magnésio tem diversas vantagens em relação ao seu uso oral: ele permite que altos níveis de magnésio cheguem diretamente ao nível celular sem atravessar o sistema digestivo, evita impacto no intestino, fígado e rins. O nível de absorção é maior do que na forma oral, pois nesta ultima se tem muita perda através das fezes. De acordo com o Dr. Normam Shealey, Ph.D., a suplementação com magnésio oral leva entre 6 e 12 meses para restaurar os níveis intracelulares, enquanto a aplicação transdérmica de uma loção de cloreto de magnésio a 25% promove tal restauração em 4 a 6 semanas. Além disso, quando utilizado pela pele o cloreto de magnésio reage com a gordura corporal aumentando naturalmente os níveis de DHEA, o chamado “hormônio mestre”, cujos níveis baixos estão associados ao processo de envelhecimento.

* Benefícios da terapia transdérmica de magnésio:
* Alivia dores musculares na coluna, bursites, tendinites;
* Previne e trata artrites e osteoporose, pois faz com que o cálcio se deposite no local correto;
* Ajuda nos casos de depressão pois aumenta a energia vital;
* Atua beneficamente sobre o sistema nervoso;
* Melhora o sistema imunológico e combate radicais livres;
* Auxilia no tratamento de cálculos renais;
* Traz mais disposição e vitalidade para o dia-a-dia.

Contra indicação: Pacientes com deficiências renais devem usar o cloreto de magnésio com acompanhamento médico.

O Magnésio não é nada menos que um mineral milagroso no seu efeito sobre a cicatrização de uma vasta gama de doenças, bem como na sua capacidade de rejuvenescer e evitar o envelhecimento do corpo.

Sabemos que é fundamental para muitas reações enzimáticas, em especial no que diz respeito às celulares de produção de energia, para a saúde do cérebro e o sistema nervoso, e também para os dentes e ossos saudáveis. No entanto, pode constituir uma surpresa que, sob a forma de cloreto o magnésio também é um impressionante lutador contra infecção.

O primeiro proeminente pesquisador a investigar e a promover os efeitos antibióticos do magnésio foi um cirurgião francês, Professor Pierre Delbet MD. Em 1915 ele foi à procura de uma solução para limpar feridas dos soldados, porque ele descobriu que os anti-sépticos tradicionalmente utilizados nos tecidos danificados incentivavam as infecções em vez de preveni-las. Em todos os seus testes a solução de cloreto de magnésio foi de longe a melhor. Não somente ele era inofensivo para os tecidos, mas também aumentava enormemente a atividade dos leucócitos e a fagocitose, a destruição de micróbios.

Mais tarde o Prof. Delbet também realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imunoestimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes.

Gradualmente o Prof. Delbet descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças. Estes incluíram doenças do aparelho digestivo, tais como colite e problemas na vesícula, mal de Parkinson , tremores e cãibras musculares, acne, eczema, psoríase, verrugas e prurido cutâneo, impotência, hipertrofia prostática, cerebral e problemas circulatórios, asma, febre, urticária e reações anafiláticas. Cabelo e unhas ficaram mais fortes e saudáveis e doentes tinham mais energia.

Prof. Delbet também descobriu um efeito preventivo muito bom sobre o câncer e em condições pré-cancerosas, tais como leucoplasia, hiperqueratose e mastite crônica. Estudos epidemiológicos confirmaram que as regiões ricas em magnésio no solo tinham menos câncer do que aqueles com baixos níveis magnésio.

Outro médico francês, A. Neveu, curou vários doentes com difteria utilizando o Cloreto de Magnésio em dois dias. Ele também publicou 15 casos de poliomielite que foram curados dentro de dias se o tratamento foi iniciado imediatamente, ou dentro de meses se paralisia já tivesse progredido. Neveu também descobriu que o cloreto de magnésio era eficaz com asma, bronquite, pneumonia e enfisema; faringite, amidalite, rouquidão, frio comum, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina; envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos, feridas infectadas e osteomielite.

Em anos mais recentes o Dr. Vergini e outros já confirmaram estes resultados já publicados anteriormente e têm mais doenças adicionadas à lista de utilizações bem sucedidas: asma aguda, choque, tétano, herpes zoster, conjuntivite aguda e crônica, neurite óptica, as doenças reumáticas, muitas doenças alérgicas, Síndrome de cansaço crônico e efeitos benéficos no tratamento do câncer. Em todos estes casos, o cloreto de magnésio tinha sido utilizado e deram resultados muito melhores do que outros compostos magnésio.

Magnésio para os Nervos

O Magnésio tem um efeito calmante sobre o sistema nervoso. Com isto, é frequentemente utilizado para promover o bom sono. Mas mais importante que pode ser usado para acalmar nervos irritados. É especialmente útil, em crises epilépticas, convulsão em mulheres grávidas e no alcoolismo. Os níveis de Magnésio são geralmente baixos nos alcoólatras, contribuindo ou causando muitos dos seus problemas de saúde. Se os níveis de Magnésio são baixos, os nervos perdem o controle sobre a atividade muscular, respiração e processos mentais. Fadiga Nervosa, tiques e cãibras, tremores, irritabilidade, hipersensibilidade, espasmos musculares, agitação, ansiedade, confusão, desorientação e batimento cardíaco irregular respondem em todos os níveis com o aumento do magnésio. Um fenômeno comum na deficiência do magnésio é uma reação muscular inesperada e um forte barulho. Pílulas de Memória que têm sido comercializadas consistem principalmente de magnésio.

Muitos dos sintomas da doença de Parkinson podem ser superadas com alta suplementação de magnésio, agitação pode ser prevenida e rigidez flexibilizada. Mulheres grávidas podem desenvolver convulsões, náuseas, tonturas e dores de cabeça. Nos hospitais isto é tratado com infusões de magnésio. Por causa de seu forte efeito relaxante, magnésio contribui não só para ter um sono melhor, mas também é útil no tratamento de dores de cabeça e enxaquecas. Quanto mais baixo for o teor de magnésio do solo e da água em uma determinada região, maiores são as taxas de suicídios.

A epilepsia é marcada por níveis anormalmente baixos magnésio no sangue, fluido espinhal e cérebro, causando hiper-excitabilidade em regiões do cérebro. Há muitos casos de epilepsia que melhoram significativamente ou desaparecem com suplementação de magnésio. Em uma pesquisa com 30 epilépticos, 450 mg de magnésio oferecidos diariamente, controlou com sucesso as convulsões. Outro estudo constatou que os níveis baixos de magnésio no sangue mais grave era à epilepsia. Na maioria dos casos, o magnésio funciona melhor em combinação com vitamina B6 e Zinco. Em concentrações suficientes, o magnésio inibe convulsões, limitando ou retardando a propagação da descarga elétrica de um grupo isolado de células cerebrais para o resto do cérebro. Os estudos realizados mostram que mesmo a primeira explosão das células nervosas que inicia um ataque epiléptico pode ser reprimida com magnésio.

Magnésio para o Coração

Níveis adequados de magnésio são essenciais para o músculo cardíaco. Aqueles que morrem de ataques cardíacos, tem muito baixo o nível de magnésio e elevados níveis de cálcio em seus músculos cardíacos. Os pacientes com doença coronariana que foram tratados com grandes quantidades de magnésio sobreviveram mais e melhor do que aqueles com tratamento convencional. Magnésio dilata as artérias do coração e reduz o colesterol e níveis de gordura.

Altos níveis de cálcio, por outro lado, comprime as artérias do coração e aumenta os riscos de ataques cardíacos. O cálcio depositado nas paredes das artérias contribui para o desenvolvimento de arteriosclerose. As artérias tornam-se duras e rígidas, o que restringe o fluxo de sangue e provocando a pressão arterial elevada. Além disso, essa falta de elasticidade dos vasos sanguíneos pode facilmente causar ruptura e acidentes vasculares cerebrais. Os países com a taxa mais alta cálcio do que de magnésio (elevados níveis de cálcio e de magnésio baixo) no solo e na água têm a maior incidência de doenças cardiovasculares. No topo da lista está na Austrália.

Mundialmente a ingestão do magnésio foi reduzida e de cálcio aumentada devido à forte utilização de adubos com alta concentração de cálcio e de magnésio baixo. Com isso, a ingestão de magnésio em nossos alimentos tem diminuído constantemente nos últimos cinquenta anos, enquanto que o uso de adubos, ricos em cálcio, as doenças cardiovasculares tem aumentado bastante, ao mesmo tempo.

Diabéticos são propensos a arterioscleroses, degeneração do fígado e doenças cardíacas. Diabéticos têm baixos níveis magnésio nos tecidos. Eles muitas vezes desenvolvem problemas oculares – retinopatia. Diabéticos com níveis baixos de magnésio tiveram a maior parte retinopatia. Quanto mais baixo for o teor de magnésio na água, maior será a taxa de mortalidade nos diabéticos por doença cardiovascular. Em um estudo americano a taxa de mortalidade devido a diabetes foi quatro vezes superior em áreas com baixos níveis de magnésio na água comparada a áreas com elevados níveis de magnésio na água.

Magnésio para a saúde dos ossos e Dentes

As autoridades Médicas afirmam que as incidências de osteoporose e de cárie dentária nos países ocidentais podem ser prevenidas com uma elevada ingestão de cálcio, mas o oposto é verdadeiro. Africanos e Asiáticos a população com uma ingestão muito baixa, cerca de 300mg de cálcio por dia, têm muito pouco incidência de osteoporose. Mulheres Bantu com uma dose de 200 a 300 mg de cálcio por dia têm a menor incidência de osteoporose em todo o mundo. Nos países ocidentais, com um elevado consumo de produtos lácteos a média de cálcio é de cerca de 1000 mg. Quanto maior o uso de cálcio, especialmente sob a forma de leite de vaca e seus derivados (exceto manteiga), maior a incidência da osteoporose.

Níveis de cálcio, magnésio e fósforo são mantidos em uma balança oscilante pelos hormônios da paratireoide. Se subir o cálcio, o magnésio vai para baixo e vice-versa. Com uma baixa ingestão de magnésio, cálcio sai dos ossos para aumentar os níveis nos tecidos, ao mesmo tempo uma elevada ingestão magnésio faz com que o cálcio vá para fora dos tecidos e vá para os ossos. Uma alta ingestão de fósforo, sem um elevado nível de cálcio ou magnésio provoca a lixiviação de cálcio dos ossos e deixa o corpo com a urina. Uma alta ingestão de fósforo com cálcio e magnésio elevado conduz a mineralização óssea.

Dr. Barnett, um cirurgião ortopedista clinicando em dois condados diferentes nos E.U.A., com níveis muito diferentes do mineral no solo e na água. No Condado de Dallas com uma elevada concentração de cálcio e de magnésio baixa, osteoporose e fraturas nos quadris eram muito comuns, enquanto que em Hereford com alta concentração de magnésio e cálcio baixos estes eram quase inexistentes. No Condado de Dallas o teor de magnésio nos ossos foi de 0,5%, enquanto em Hereford, foi 1,76% Em outra comparação do conteúdo do magnésio nos ossos de quem sofre de osteoporose foi 0,62%, enquanto que em indivíduos saudáveis era de 1,26%.

O mesmo se aplica aos dentes saudáveis. Na Nova Zelândia um estudo descobriu que os dentes resistentes a cáries tinham, em média, o dobro da quantidade de magnésio do que os dentes propensos à cárie. A concentração média de fosfato de magnésio nos ossos é dada como cerca de 1%, em dentes cerca de 1,5%, nas presas dos elefantes 2% e nos dentes de animais carnívoros feitos para esmagar ossos 5%. No que diz respeito à resistência dos ossos e dentes pensar no cálcio como giz e no magnésio como super cola. A super cola do magnésio liga e transforma o giz em ossos e dentes.

Câncer e Envelhecimento

Muitos estudos têm demonstrado um aumento da taxa de câncer em regiões com baixos níveis de magnésio do solo e na água potável. No Egito a taxa de câncer era de apenas cerca de 10% do que na Europa e América. Na zona rural eram praticamente inexistentes. A principal diferença foi uma extrema ingestão de magnésio de 2,5 a 3 g. Esta população era livre de câncer, dez vezes mais do que na maioria dos países ocidentais.

Dr. Budwig SEEGER na Alemanha tem mostrado que o câncer é principalmente o resultado de uma falha no metabolismo energético das células, as mitocôndrias. Uma redução semelhante na produção de energia tem lugar quando estamos com idade avançada. A grande maioria das enzimas envolvidas na produção de energia exige o magnésio Uma célula saudável tem um elevado nível de magnésio e baixo nível de cálcio. Cerca 30% da energia das células é usado para bombear o cálcio das células. Quanto mais alto for o nível de cálcio e baixo de magnésio, mais difícil para as células bombearem o cálcio para fora. O resultado é que com baixos níveis magnésio gradualmente as mitocôndrias se calcificam e a produção de energia diminui. Nós podemos dizer que a nossa idade bioquímica é determinada pela relação entre o magnésio e do cálcio dentro das nossas células. Em testes com a Síndrome da Fadiga Crônica, demonstrou que a suplementação de magnésio resultou em melhora nos níveis energéticos.

Nós usamos nossos músculos seletivamente contraindo-os. Sobre o nível bioquímico, a contração muscular é desencadeada por íons de cálcio que flui nas células musculares. Para relaxar os músculos o cálcio é bombeado para fora novamente. No entanto, como estamos envelhecendo, mais e mais cálcio ficam retidos nos músculos e estes se tornam mais tempo contraídos, levando ao aumento da tensão muscular e espasmos. Juntamente com calcificação das articulações, rigidez e a inflexibilidade que são doenças típicas da velhice. A nossa maior ingestão de cálcio em relação ao magnésio, mais rápido nós calcificamos e envelhecemos. A maior parte do excesso de cálcio na nossa dieta acaba em nossos tecidos moles em torno das articulações e levando a calcificação com doenças artríticas, deformações, arteriosclerose, catarata, pedras nos rins e senilidade. Dr. Seyle provou experimentalmente que bioquímicas do stress pode levar à calcificação patológica de praticamente qualquer órgão. Quanto mais stress, mais a calcificação, o mais rápido o envelhecimento.

O mineral do rejuvenescimento

Com sua ação antimicrobiana e propriedades imunoestimulantes, o cloreto de magnésio, tem como outras funções importantes manter-nos jovens e saudáveis. O Cloreto, é naturalmente, necessária para produzir uma grande quantidade de ácido gástrico cada dia e é também necessária para estimular as enzimas digestivas do amido. O magnésio é o mineral do rejuvenescimento e impede a calcificação dos nossos órgãos e tecidos que são características da velhice relacionadas à degeneração do nosso corpo.

Usando outros sais magnésio é menos vantajoso porque estas têm de ser convertidos em cloreto no corpo de qualquer maneira. Podemos usar como óxido ou carbonato de magnésio, mas, depois, temos de produzir mais ácido clorídrico para absorvê-las. Muitos indivíduos na fase de envelhecimento sofrem especialmente com doenças crônicas que necessitam desesperadamente de mais magnésio e não são produzidos suficientemente pelo ácido clorídrico e, depois, não pode absorver o óxido ou carbonato. O Cloreto de Magnésio combate a infecção.

Cálcio e magnésio são opostos nos seus efeitos sobre a nossa estrutura corporal. Como regra geral, a estrutura do nosso corpo com mais cálcio, torna-se a mais rígida e inflexível, é de menos de cálcio e de mais magnésio que precisamos. Magnésio pode inverter as doenças relacionadas com a idade, por calcificação degenerativa do nosso corpo e nos ajudam a rejuvenescer.

Jovens mulheres, crianças e bebês têm a maior parte de todas as estruturas corpo mole e pele lisa com baixos teores de cálcio e de magnésio elevado nas suas células e tecidos moles. Esta é a bioquímica da juventude. Quanto mais acentuada a idade principalmente em homens e mulheres pós-menopáusicas, tornamo-nos mais e mais rígidas. As artérias endurecem e causam a arteriosclerose, o sistema esquelético calcifica causando a fusão da coluna vertebral e das articulações, rins e outros órgãos e glândulas cada vez mais calcificados, calcificação causam cataratas nos olhos e até mesmo a pele endurece, tornando-se duras e amassadas. Desta forma cálcio está na mesma linha dos radicais livres de oxigênio e, ao mesmo tempo em que trabalha em conjunto com hidrogênio do magnésio e os antioxidantes para manter a nossa estrutura corpo mole.

Um ginecologista relatou que um dos primeiros órgãos a se calcificar são os ovários levando a tensão pré-menstrual. Quando ele colocou seus pacientes com uma elevada ingestão de magnésio sua TPM desapareceu e elas se sentiram muito mais jovem. A maior parte destas mulheres disse perderam peso aumentou sua energia, se sentiram menos deprimidas e o sexo ficou novamente mais prazeroso, muito mais que antes. Para os homens, é igualmente benéfica para os problemas decorrentes de próstata. Os sintomas geralmente desaparecem após um período de suplementação com cloreto de magnésio.

O aumento da ingestão magnésio também tem sido demonstrado que é uma maneira eficaz de prevenir ou dissolver pedras nos rins e da vesícula. A ativação da produção de enzimas digestivas e biliares, bem como ajuda a restaurar flora intestinal e a mantém saudável podem ser os fatores que tornam o cloreto de magnésio tão benéfico em normalizar os nossos processos digestivos, reduzindo qualquer desconforto digestivo, inchaço e odores das fezes. Isto está em linha com a redução de todos os odores corporais, incluindo chulé dos pés.

Prof. Delbet utilizava a solução de cloreto de magnésio em doentes com infecções e durante vários dias antes de qualquer cirurgia planejada e ficou surpreso porque muitos destes doentes foram atacados com euforia e grande energia.. Cloreto de magnésio supostamente tem uma ação específica sobre o vírus do tétano e seus efeitos sobre o corpo. Suínos não morreram após injeções letais de veneno de serpentes e um coelho sobreviveu ao veneno de cascavel quando administrada a solução de cloreto de magnésio.

Por ser o mineral mais essencial na produção da nossa energia celular, o magnésio, também é necessário para a ingestão de vitaminas B tornem-se metabolicamente ativas. Magnésio também é essencial para a síntese dos ácidos nucléicos, para a divisão celular que podem ocorrer, para a síntese de DNA e RNA nosso material genético, de proteínas, bem como na síntese dos ácidos graxos. Infelizmente a deficiência do magnésio a nível celular onde ela é importante, não é fácil de diagnosticar. Em vez de tentar a difícil análise do magnésio nos tecidos para verificar se o seu problema de saúde pode ser devido ao baixo nível de magnésio, é muito mais fácil e eficaz, apenas tomar mais magnésio e ver o que acontece.

Rejuvenescimento por ingerir mais magnésio é um processo lento, especialmente porque a quantidade de magnésio que podemos tomar é limitado por seu efeito laxante e da necessidade de mantê-lo em um equilíbrio razoável com a ingestão de cálcio e fósforo. Por isso, podem acelerar bastante o processo rejuvenescimento através do aumento da circulação mantendo permanentemente os músculos contraídos com massagem profunda nos tecidos, com aplicações de água quente e fria, exercícios de relaxamento, drenagem linfática.

Quanto?

Cloreto de magnésio hidratado contém cerca de 120 mg de magnésio por grama ou 600 mg por colher de chá. Ele tem um leve efeito laxante. Com uma boa ingestão para manutenção de se manter saudável você pode tomar uma colher de chá por dia em doses repartidas, com as refeições. No entanto, com uma pressão arterial baixa uma suplementação com cálcio poderá ser exigida, juntamente com cerca de 300 mg de magnésio, para completar duas partes de cálcio para uma parte de magnésio.

Indivíduos com paladares sensíveis começar a usá-lo em pequenas quantidades misturado com alimentos e aumentar as doses com doces aromatizados gradualmente. Alternativamente, se beber em um gole dissolvido em água, feche seu nariz e rapidamente beber alguma coisa agradável depois.

Com infecções agudas dissolver 40 g ou 8 colheres de chá de cloreto de magnésio em 1 litro de água. Com as crianças geralmente um pequeno copinho ou 125 ml tem sido utilizado cada 6 horas. Adultos necessitam de dose dupla , ou seja a cada 3 horas ou se der diarreia diminua a quantidade, depois, cortar a ingestão de alimentos, logo que baixar o nível da infecção ou até que a diarreia pare.

Para o uso diário, pode ser mais conveniente, dissolver o cloreto de magnésio na água. Você pode dissolver 10 colheres dos cristais em um copo de água de tamanho médio, mais precisamente, 50 g em 150 ml de água. Misture uma colher de chá de esta solução três vezes por dia com alimentos ou bebidas para uma ingestão diária de cerca de 600 mg de magnésio. Essa ou uma solução mais concentrada pode também ser usado para tumores e feridas infectadas, inflamadas e doloridas, articulações rígidas ou calcificadas, músculos ou cicatrizes. É também excelente esfregar e relaxar os músculos tensos em qualquer lugar e até mesmo para rejuvenescer a pele dos olhos. Para a pele sensível utilizá-lo em uma forma bem diluída. Em feridas comumente é usado uma solução de 4%, ou seja, 4g em 100 ml de água ou um pequeno copo de água.

Para resultados mais rápidos com pele mais forte usar em massagem: esfregar forte o suficiente a fim de que a pele torna-se quente e vermelha. Após fazer isto por vários dias uma erupção cutânea pode desenvolver ao longo do local e a pele torna-se muito sensível. Quando isso acontece apenas levemente umedecer a pele com uma solução de Cloreto de Magnésio bem diluída. Repetir se necessário após o local estar em boas condições e ou cicatrizado.

Embora uma alta ingestão magnésio seja benéfica para a maioria dos indivíduos, as pessoas com pressão arterial baixa geralmente necessitam de mais cálcio. Pressão arterial normal é de cerca 120/80; e quando for mais baixa deve ser regularizada com a ingestão diária de cálcio. Enquanto que as pessoas com pressão arterial elevada, tem os benefícios decorrentes da ingestão do dobro de magnésio em relação ao cálcio, e aqueles com baixa pressão arterial podem consumir duas vezes mais cálcio do que magnésio, mas ambos os minerais em quantidades relativamente elevadas. Aqueles com pressão arterial baixa e uma tendência para inflamações também deve reduzir fortemente a sua ingestão de fósforo. Um elevado nível de fósforo no sangue tende a causar níveis reduzidos de magnésio e cálcio.

Tenha cuidado com a fraqueza da supra-renal grave ou pressão arterial muito baixa. Magnésio em demasia pode causar fraqueza muscular, se isso acontecer temporariamente utilização mais cálcio.

Perfil do Magnésio

O magnésio é encontrado principalmente no interior das células, e ativas muitas enzimas que são necessárias para o metabolismo dos carboidratos, gorduras e aminoácidos. É essencial para o bom funcionamento dos músculos, nervos e para a formação de ossos e dentes. De uma maneira geral, neutraliza e regula a influência do cálcio.

Sintomas na deficiência do cloreto de Magnésio:

CIRCULAÇÃO: angina, arteriosclerose / aterosclerose, pressão arterial e colesterol elevado, infartos cardíacos, hipertensão, acidentes vasculares cerebrais, taquicardia (pulso rápido), trombose.

SISTEMA DIGESTIVO: cólica, obstipação, diarreia crônica, má absorção, pancreatite (inflamação do pâncreas).

MÚSCULOS: costas, convulsões, cólicas, aumento da excitabilidade, dormência, câimbras, nistagmo (movimentos oculares rápidos), espasmos, tensa / apertado músculos, zumbidos, tremores.

SISTEMA NERVOSO: apatia, confusão, depressão, desorientação, epilepsia, alucinações, irritabilidade, doença mental, esclerose múltipla, nervosismo, neurite paranóia, doença de Parkinson, falta de memória, senilidade.

GERAL: alcoolismo, artrite, os odores corporais, ossos quebrados, calcificação, em qualquer órgão, o câncer, Síndrome de Fadiga Crônica, diabetes, dores de cabeça, infecções e inflamações, cirrose hepática, lúpus eritematoso, enxaquecas, velhice, os problemas da próstata, raquitismo, rigidez Mental e física, pele enrugada e dura, formação de pedra na vesícula ou rins, tireoide.

Referências

Conteúdo encontrado em:

http://www.noticiasnaturais.com/2014/08/terapia-transdermica-de-magnesio/

 

Publicado por: sosortomolecular | 2 de Maio de 2017

Por que adoecemos tanto? E muito…

As pessoas estão doentes, e tanto assim que as condições comuns, como alergias, problemas gastrointestinais, dores de cabeça freqüentes, e os baixos níveis de energia são considerados “normais” e não um sinal de doença. Para ter doença tão difundida em muitas áreas do mundo, você tem que saber o que linhas comuns estão se deteriorando a saúde das pessoas em uma escala tão grande. Bem, aqui estão 14 respostas para a pergunta muitas vezes perguntou: “por que adoecemos tanto?”

Metais Pesados

Você não pensaria que os metais pesados ​​como o arsênico, chumbo, mercúrio, alumínio, cádmio, níquel e seria uma grande preocupação em toda a linha para pessoas em todo o mundo, mas alguns hábitos muito difundidos e exposição ambiental nos deixaram com aguda a crônica exposição de metais pesados, o que está causando um sério smack para baixo sobre a nossa saúde.
Onde você poderia esperar para obter envenenamento por metais pesados ​​ao longo da vida?

Mercúrio, alumínio, níquel e cádmio

Um dos metais pesados ​​mais perigosos, infelizmente, é também aquele que tem a exposição crônica a mais sobre as nossas vidas.
Embora possa ser absorvido pelo corpo de uma variedade de maneiras, envenenamento com mercúrio tornou-se crônica devido a um ataque maciço de vacinas desde o nascimento até à idade adulta, bem como amálgamas dentárias.Ambos os procedimentos envolvem colocar trace (mas tóxico) níveis de mercúrio diretamente em sua corrente sanguínea através de injeções e sua boca.
Há muito poucas pessoas que não tenham sido expostos a vacinas e amálgamas dentárias, o que significa que a menos que sejam tomadas medidas muito específica e coordenada para removê-los, os metais pesados​​têm acumulado no corpo a níveis variados e estão causando vários problemas de saúde a milhões de pessoas em todo o mundo.
Se você tiver sido exposto a vacinação e / ou amálgamas dentárias (e se eles ainda estão em sua boca, é uma fonte constante de toxicidade),pode ser relativamente certeza que você tem a toxicidade do metal pesado. Seu primeiro passo é garantir que você remova qualquer um destes metais pesados ​​a partir de seu estilo de vida, incluindo:

  • Evitar vacinas e obturações dentárias que utilizam mercúrio ou alumínio. Usar alimentos impulsionando imunes e ervas em vez, bem como considerando curando suas cavidades naturalmente ou usar um dentista com as práticas mais seguras para a cárie dentária.
  • Utilizando panelas que não contém alumínio ou níquel. Tente vidro, titânio, esmalte, ferro fundido, aço carbono ou em seu lugar.
  • Evite garrafas térmicas de aço inoxidável, e qualquer coisa em uma lata de refrigerante.
  • Evite cosméticos com bases de alumínio e bismuto, como desodorantes e minerais em pó.
  • Evite fumar ou fumaça de segunda mão que causa envenenamento por cádmio.
  • Evite produtos de limpeza doméstica convencionais.
  • Evite inseticidas e herbicidas, através de alimentos e meio ambiente.
  • Evite locais de trabalho industriais, ou tomar precauções para não inalar o ar poluído.
  • Cuidado com a tinta da tatuagem, que muitas vezes contém níquel.

Esta é a lista curta, mas as principais áreas em que a maioria das pessoas se intoxicação por metais pesados.

Arsênico e chumbo

Acredite ou não, o envenenamento por arsênico é mais comumente recebido do consumo de carne de frango convencional levantada, e arroz.

Arsênico não foram alimentados com frangos criados convencionalmente desde 1944, a fim de promover o crescimento, a consistência de tamanho, e para tornar a carne uma máscara atraente de rosa. Estima-se que 9 em cada 10 frangos de corte nos Estados Unidos foi alimentado arsênico de acordo com uma estimativa da indústria de 2011.
Quão alto são os níveis?
De acordo com a Food Safety Inspection Serviço do USDA, há níveis alarmantes de contaminação por arsênico na carne de frangos de corte, o que excede o limite superior para o arsênio na água por 6-9 vezes.
O chumbo, um metal pesado encontrado principalmente em tintas que vão desde a pintura das famílias aos brinquedos da infância, é outro metal pesado perigoso, especialmente para crianças com mão de comportamentos boca.
Em 1978, o Unite States restrito teor de chumbo na pintura depois de determinar que as pessoas estavam sendo envenenados por exposição ambiental ao elemento. Isso faz com que quaisquer casas construídas antes de 1978 especialmente perigoso para a exposição ambiental.
Infelizmente, a maioria das crianças brinquedos são fabricados em países com pouca ou nenhuma regulamentação sobre liderança em produtos de consumo. Isto é especialmente perigoso, especialmente dada a natureza oral de bebês e crianças que brincam com os tipos de brinquedos que contêm tinta.
Então, o que você faz para evitar arsênico e chumbo? Para começar:

  • Evite consumir frango convencionalmente levantada, e procurar, correr livre orgânico levantou aves.
  • Evite comprar brinquedos feitos em outros países que têm a pintura, e escolher alternativas como brinquedos de madeira sem pintura, em vez.
  • Se você mora em uma casa construída antes de 1978, se um teste ambiental feito para determinar os níveis de chumbo no ambiente.

Com todos esses metais pesados ​​tão prevalente em nosso dia-a-dia, torna-se muito preocupante para a saúde das pessoas. Alguns dos sintomas gerais relacionados com a intoxicação por metais pesados ​​incluem:

  • A fadiga crônica
  • Dor nas articulações
  • Depressão
  • Problemas digestivos
  • Regulamentação de fraca de açúcar no sangue
  • Problemas reprodutivos femininos

Os sintomas mais agudos podem apresentar-se como:

  • Convulsões
  • Náusea
  • Dor de cabeça
  • Cognitivo, motor e competências linguísticas
  • Vômitos
  • Suando
  • Dificuldade em respirar

Os metais pesados ​​são uma das principais razões que muitas pessoas estão sempre doentes. É por isso que a remoção de metais pesados ​​torna-se imperativo, mas de uma maneira que seja segura. É uma das coisas que abordamos em nossa final Reiniciar programa de saúde.

Antibióticos

Apesar de terem sido considerados a panacéia para a maioria de nossos males, os antibióticos sacrificar severamente nosso sistema imunológico e foram over prescribed por médicos durante décadas. Como resultado, os sintomas do sistema imunológico disfuncional estão perto onipresente, com a ingestão de antibiótico hospitalar ser um grande colaborador.

Toda vez que você levar médico receitou antibióticos, você está efetivamente acabando com as bactérias ruins e boas em seu sistema intestinal. De certa forma, ele pode ser visto como um dano colateral, porque mesmo que você se livrar dessas bactérias ruins (mesmo que eles estão se tornando mais resistentes e até mesmo antibióticos estão experimentando eficácia limitada), você também tirou as próprias bactérias que são a base a um sistema imune forte.
Uma rodada de antibióticos pode dizimar um digestivo já comprometido e o sistema imunológico, e com muitas pessoas terem sido expostas a várias rodadas, torna-se muito evidente por questões relacionadas digestivos(80% de todos os problemas começam no intestino) como cândida suas cabeças feias e assumir.
Quando isso ocorre, você se torna muito vulnerável a infecções e todos os tipos de doença (tosse, constipações, gripes, dores de garganta,alergias, problemas digestivos, doenças auto-imunes) como seu sistema imunológico tem pouca ou nenhuma força para lutar em seu nome.

Então, o que você faz para evitar antibióticos? Você usar uma ampla matrizes de naturezas antibióticos, como estes.
Se preferir evitar tal episódio completamente, certifique-se:

  • Coma alimentos antibacterianas, virais e fúngicas em uma base consistente. Uma fórmula como do Shillington total Tonic pode tornar mais fácil.
  • Evite todas as formas de açúcar processado, e limitar sua ingestão por completo.
  • Consuma alimentos ricos em probióticos, como kefir de coco e chucrute .
  • Descanse bastante.

Isso irá garantir que você não é uma vítima de estar sempre doente.
Depois de ter estabelecido um sistema imunológico saudável, qualquer infecção pode descer com a vontade de ser nocauteado por seu sistema imunológico muito mais eficaz. Construir um sistema imunitário à prova de bala é uma parte fundamental do nosso programa de reposição final.

Prescrição de medicamentos

Prescrição de medicamentos são um tema de debate quente. Um por um lado as pessoas argumentam que permitir-lhes levar uma melhor qualidade de vida, e, por outro lado, os efeitos colaterais são tão numerosas e muitas vezes tão sinistra que as pessoas não percebem o quão doente é realmente fazê-los.

No entanto, a maioria das pessoas parece estar disposto a assumir o trade-off entre os graves efeitos colaterais e os riscos a longo prazo,para algum alívio atual. Tudo começa de forma bastante inocente, mas quando você chegar em uma receita médica, mais muitas vezes seguem, e a combinação dos dois aumentam perigo e a toxicidade.
No fim das contas, se eles não te machucar seriamente no curto prazo, eles certamente vão causar sérios danos ao fígado a longo prazo.
Então, que tipo de doença você poderia esperar de tomar medicamentos prescritos? Bem, a lista poderia encher um artigo inteiro. Vamos examinar duas drogas mais comumente conhecidas, e olhar para os seus efeitos secundários.

  • Ritalina tem relatou efeitos colaterais, como ansiedade, fadiga, hipertensão, tremores, desconforto no peito, náuseas, ataques de pânico, sopros cardíacos, agressão, tentativa de suicídio e suicídios consumados.
  • Zoloftf oi mostrado para causar distúrbios cerebrais, infecções do trato respiratório, distúrbios do sono, vertigens, alucinações, hiperatividade psicomotora e ideação suicida.

Se você já passou algum tempo, na verdade, ouvir um comercial de medicamentos de prescrição, e todos os efeitos colaterais listados, deve assustá-lo fora de seu juízo. No entanto, o medo de mais dor ou disfunção, sem outras respostas parece substituir a preocupação desses efeitos colaterais documentados.
Uma coisa é certa, você nunca pode obter saúde real e evitar a doença, desde que você está em medicamentos prescritos. Vai ser a raiz de muitos de seu dia-a-dia os desafios da saúde, e será essencialmente, manter o doente para o resto de sua vida.
Se você é um dos poucos que são sérios sobre um estilo de vida mais saudável e desmame da sua medicação, em seguida, criar uma saúde livre consultar para falar conosco sobre o nosso programa de reposição final.

Canais radiculares

Não é um processo que levaria muitos a acreditar que poderia comprometer seu sistema imunológico e fazer infecções e por doença uma ameaça constante, mas a pesquisa está vindo à tona e a correlação entre canais radiculares e doença grave é algo que não pode mais ser ignorado.

A obra de Weston Price, DDS, parece oferecer uma evidência muito forte de que o sistema imunológico é suprimida quando há presença de dentes que tenham sido objeto de um tratamento de canal. Este trabalho foi empiricamente apoiada por um médico de câncer, que afirmou que até 90% dos seus pacientes com câncer têm canais radiculares quando eles vêm para o tratamento. Este médico também afirmou que ele não sofreu um único recuperação de câncer em pacientes que preservaram seus dentes que tenham sido objeto de canais radiculares.
Para entender as razões, temos de perceber que as bactérias nos dentes raiz canalled agem como células cancerosas que metástase para outras partes do corpo. Como eles são absorvidos e migram através do nosso sistema, eles infectam o coração, rins, articulações, sistema nervoso, cérebro e olhos. Uma vez que isso ocorre, todos os tipos de problemas no sistema imunológico apresentar-se, o mais assustador para a maioria das pessoas que estão sendo câncer.
Como você evita canais radiculares?

Simplesmente, você manter o seu sistema digestivo e os dentes em bom estado por meio de uma dieta altamente mineralizado que enfatiza um sistema imunológico limpo. Se você ver um cavidade de formação, considerar curando-os naturalmente para evitar quaisquer procedimentos odontológicos, como canais radiculares. Fazer coisas simples como a utilização de um pró-ativas fórmula dente e a gengiva eficaz que mantém as bactérias totais ruins em sua boca em níveis baixos.
Se você já teve um tratamento de canal feito, considerar um dentista holístico que pode extraí-lo de forma eficaz, e se você tiver quaisquer enchimentos do mercúrio, você também pode considerar a obtenção de removê-los, bem como (no conselho do seu dentista e outros profissionais de saúde). Isso vai fazer uma diferença incrível em mantê-lo de estar sempre doente.

Não Aterrado

A ligação a terra, também conhecido como aterramento, é uma técnica simples de se conectar a energia elétrica da terra, colocando a pele nua em contato direto com a superfície da terra (com os pés descalços na grama, areia, sujeira, ou qualquer outra parte do corpo que entram em contato com a terra), a fim de absorver suas propriedades curativas significativos.

Clinton Ober, um pioneiro reconhecido neste conceito, sabiam que a Terra é composta de íons carregados negativamente, que têm a capacidade de reduzir as cargas positivas, como os de radicais livres. Quando os radicais livres circulam em nosso corpo à procura de elétrons, a fim de ser completa, e encontrá-los, eles se tornam neutralizado e não mais contribuem para a inflamação no corpo.
Com um mundo tão carregado positivamente, e as pessoas que perdem a sua ligação com a terra principalmente por bloqueá-lo através de borracha ou plásticas pé solado, perdemos o nosso equilíbrio na atividade elétrica do nosso corpo. Isso cria todos os tipos de doenças, incluindo:

  • Pobre sono
  • Inflamação
  • Função imunológica comprometida
  • Ansiedade e estresse
  • Problemas gastrointestinais
  • Função cardiovascular prejudicada
  • Diminuição dos níveis de energia
  • Cicatrização lenta de ferimentos
  • Jet lag

Então como é que você recebe de volta em conexão com a Terra, além de ser descalço (ou com as mãos nuas) na grama, areia ou terra?
Você usa a tecnologia de ligação à terra que motivos você por procuração através de vários itens como sandálias, lençóis, almofadas, capas de assento de carro, e outras telas de aterramento. Você pode ser extremamente surpreso com o quanto melhor você se sente por esse simples ato sozinho, mesmo que seja apenas uma resposta à sua pergunta, “por que estou sempre doente?”

Desnutrição

Vivendo em um mundo de solos cultivados continuamente que são tratadas com produtos químicos diversos, nosso suprimento de alimentos tornou-se degradado a ponto de que muito do nosso alimento tem até 50% menos nutrientes do que ele fez há 50 anos.

Este solo comprometido, que tem sido largamente despojado de vitaminas essenciais, minerais, enzimas e bactérias benéficas, já não pode nos fornecer os nutrientes que nosso corpo necessita para funcionar corretamente e ser livre de doenças.
Quando o corpo se torna deficiente em nutrientes, processos simples se tornam difíceis e alguns desligar completamente criando falhas e estagnação que tem um efeito direto sobre a forma como você se sente e operar em uma base diária. Muitos dos problemas de saúde das pessoas originários de uma deficiência de nutrientes simples, e se eles entenderam que os que estavam faltando, eles poderiam empreender doses terapêuticas por meio de alimentos específicos e suplementação, a fim de trazê-lo de forma relativamente rápida até a velocidade.
É incrível a facilidade com que alguém pode evitar estar doente e começar a se sentir melhor com a simples identificação de nutrientes largamente ausentes e substituí-los por meio de protocolos de alimentação e suplementos específicos.
Então, como você evitar a desnutrição?

  • Coma alimentos orgânicos, ricos em nutrientes, tanto quanto possível, com um foco em vitaminas, minerais, gorduras saudáveis, enzimas, probióticos, proteína limpa e outros nutrientes de promoção da saúde.
  • Considere super alimentos e fórmulas que podem fornecer-lhe com muitos desses nutrientes, sem gastar horas na cozinha.
  • Considere estes top 5 alimentos de cura como parte de seu arsenal de comer.
  • Entre no sol por 15-30 minutos por dia, braços e pernas expostos, sem protetor solar para obter quantidades adequadas de vitamina D. Para aqueles temporadas quando isso não for possível, considere um bom suplemento de vitamina D .

Você também vai querer considerar fazer parte do nosso Redefinir Ultimate, que irá remover quaisquer problemas de desnutrição.

Alimentos Processados ​​(Man-made)

Um culpado óbvio sobre por que você está doente, alimentos processados ​​tornaram-se sinônimo de saudável. No entanto, nós ainda comida para baixo sobre eles. Qual é o problema?

Os alimentos processados ​​foram feitos de uma forma que estimula os sentidos e, literalmente, faz com que um vício que é difícil de quebrar. Aditivos e conservantes perigosos como óleos hidrogenados, nitritos, e MSG são colocados esses alimentos de processo para “melhorar” o seu gosto e estética (carne-de-rosa parece muito mais bonita do que a carne escura), mas, infelizmente, podem causar sérios danos à nossa intestinal e sistemas cardiovasculares.
Uma razão ainda mais sensual para as pessoas a escolher os alimentos processados ​​é a conveniência. Com tudo amarrado em um pequeno pacote, pronto para armazenar durante décadas ou simplesmente enfiar no microondas, ele se encaixa o projeto de lei para muitas pessoas e famílias que não têm tempo (ou optam por não fazer o tempo) para fazer uma refeição a partir do zero em sua própria cozinha.
Então, quais são alguns efeitos colaterais da ingestão de alimentos processados?

  • Obesidade
  • A inflamação crônica
  • Digestão arruinada
  • Danos seus órgãos
  • Cria vícios pouco saudáveis

Além dessas questões, a pessoa também tem que entender que os alimentos processados ​​estão crivadas de OGM.Ingredientes como milho, soja, canola, e açúcar ter sido inserido alimentos praticamente todos transformados e são majoritariamente geneticamente modificado.
OGM provocou um dos maiores debates de todos os tempos sobre nossa comida, e por boas razões. Os consumidores interessados ​​queriam seu alimento rotulado para que eles pudessem ver se continha de OGM, mas uma proposição recente passou a favor de não rotular esses alimentos, em grande parte graças a interesses corporativos com bolsos profundos que utilizam regularmente ingredientes transgênicos.
Para saber mais sobre os transgênicos, o perigo, e onde eles estão em nossa alimentação, leia este artigo autoridade .
Então, como vamos evitar alimentos processados ​​e OGM? Sua pura e simplesmente na verdade… limitar todos os alimentos fora corredor do produto, e se você comprar lá dentro, sabe como identificar OGM e onde eles esgueirar-se em sua comida , assim como compreender alguns dos ingredientes tóxicos que você precisa evitar se você fizer compras no corredor do alimento processado.

Açúcar

Provavelmente o componente mais criticado da nossa dieta, açúcar merece muito da má reputação que ela criou. É só criar sozinho, mais problemas para a saúde da população do que qualquer outro fator isolado.
A questão com a eliminação de açúcar é que é altamente viciantes, aparece em muitos alimentos que você nunca pode considerar, e é em grande parte de OGM. Não só isso, mas você tem várias formas e tipos de açúcar que alimentarão problemas intestinais existentes e mantê-lo doente, incluindo:

  • A sacarose (açúcar de mesa)
  • A glicose (encontrado no pão branco)
  • A frutose (açúcar da fruta)
  • Lactose (açúcar do leite)
  • A maltose (açúcar de malte)
  • Maple Syrup
  • Xarope de milho (incluindo HFCS)
  • Agave
  • Arroz Xarope
  • Cana de Açúcar
  • Maltodextrina
  • Honey (muitas vezes pasteurizado)
  • Brown Sugar
  • Data de Açúcar
  • Os alcoóis de açúcar (sorbitol, eritritol)

Assim, apesar de refrigerante e doce recebe mais calor (e provavelmente merecida), existem vários outros açúcares infiltrando adieta que são tão grandes como contribuintes para este crescimento vício de açúcar e epidemia de saúde. Este é antes mesmo de ir para o caminho escuro de adoçantes artificiais (aspartame, sucralose Splenda ou) que têm essencialmente o açúcar comum ‘one-aumentou “em termos de toxicidade para o organismo humano.
Mas o que é o verdadeiro problema com o açúcar, e por que é tão demonizado pela indústria da saúde? Bem, deixe-me contar as maneiras:

  • Feeds Candida, o que resulta no crescimento descontrolado de infecções fúngicas e resulta em problemas digestivos graves, que por sua vez cria uma série de outros problemas
  • Pode diminuir o hormônio do crescimento (que nos mantém aparência jovem)
  • Feeds câncer
  • Pode causar hiperatividade, ansiedade, dificuldade de concentração e da irritabilidade em crianças
  • Contribui para a diabetes
  • Promove a obesidade
  • Faz com que as alergias alimentares
  • Contribui para a osteoporose
  • Pode prejudicar a estrutura do DNA
  • Interfere com a absorção de proteína
  • Faz com que a doença cardiovascular
  • Contribui para o eczema em crianças
  • Reduz sistema imune contra a infecção bacteriana define
  • Pode enfraquecer a visão
  • Aumenta colesterol

Então, o que você faz para reduzir seu consumo de açúcar, e fazer melhores escolhas quando você faz, além de exercitar sua força de vontade?
Comece a usar stevia, e, em menor medida, xilitol (de não-OGM bétulas) em lugares que você normalmente usam açúcar. Se você gosta de cozinhar, experimentar um adoçante menos prejudicial como o açúcar de coco, que é mais rico em nutrientes e menor no índice glicêmico. Se você é um fanático refrigerante, tente algo como Zevia vez.
Para saber mais sobre o açúcar e algumas alternativas saudáveis, confira este artigo . Para ver se você tem uma das condições mais sinistros que o açúcar alimenta, clique aqui .
Eliminar o açúcar é um assunto complicado, uma vez que é, literalmente, em todos os lugares. É preciso um pouco de disciplina, consciência e truques (para satisfazer o seu desejo de doces) para reduzir sua influência viciante, mas fazê-lo regularmente com grandes resultados através do nosso final Reiniciar Programa.

Água Tratada

A água é essencial à vida. Foi no planeta há bilhões de anos e é composto por cerca de 75% do nosso corpo. Não é de admirar por isso que a água é tão importante para a nossa saúde geral.

No entanto, sendo tão velho a nossa água é obrigado a ter contaminantes. A fim de evitar que a água da rede pública de ser contaminado com estas bactérias, o sistema público de água foi tratado, a fim de matar os contaminantes, e torná-la segura para o consumo público.
Infelizmente, essas medidas de segurança, sem dúvida causou muito mais problemas do que têm impedido. Estes produtos químicos, além de outros VOC (Compostos Orgânicos Voláteis), como herbicidas e pesticidas que não são removidos como resultado deste processo, têm causado problemas sistêmicos com a saúde das pessoas em todo o mundo.
Até o momento, mais de 2.100 produtos químicos tóxicos foram detectados no sistema de água da América, com flúor, cloro e VOC sendo alguns dos principais suspeitos.
Houve vários estudos mostram que o flúor na verdade, não tem nenhum efeito benéfico sobre os dentes e ossos, como fomos levados a acreditar. Na realidade, o flúor:

  • Aumenta cavidades e fraturas ósseas
  • Cria problemas comportamentais e aumenta as taxas de morte por câncer
  • Bio-se acumula nos tecidos e é geralmente armazenado no cérebro e da tiróide, que pode causar fadiga, fraqueza, e abaixamento do QI.

Tal como para o cloro, tem havido um aumento observado de alergias em ligação com a adição de cloro à água de alimentação.
Por último, mas não menos importante, com práticas agrícolas industriais, VOCE têm também conseguiu sanguessuga para o abastecimento público de água, e criaram outra camada para a contaminação da água.
A nossa água é especialmente importante, não só porque podemos usá-lo para beber, mas também usá-lo para fins de higiene. Banho ou tomar banho todos os dias pode ser tão perigoso (e alguns diriam mais) quando é água tratada, porque os compostos químicos são absorvidos diretamente pela pele, o que lhe permite contornar os órgãos típicos de desintoxicação, como o fígado. Isto permite um efeito mais cumulativo no corpo.
Como você eliminar águas tratadas para que você possa evitar estar sempre doente?
Muito simplesmente, você compra um sistema de filtragem que remove esses componentes nocivos para a água potável e seu banho. Uma solução ainda melhor para beber é encontrar uma mola aprovado para que possa obter a sua água em seu estado natural, e seu carregado com minerais e oxigênio.

Xenoestrogenos

Talvez uma das impurezas mais comuns que temos em nossos sistemas hoje são xenoestrogens, ou o homem fez estrogênio imitando moléculas. Xenoestrogens são encontrados em vários lugares, mas são mais comuns em recipientes de plástico, forro de alimentos enlatados, copos de isopor e embalagens, cosméticos e produtos de higiene pessoal e produtos químicos agrícolas.
Outros disruptores hormonais que são largamente consumidos diariamente incluem produtos de soja fermentados, e proteína animal que tenha sido injetado com hormônios de crescimento.
Estes produtos químicos e disruptores causar desequilíbrios no balanço hormonal delicado que leva diretamente a vários problemas relacionados com hormônios, incluindo:

  • Pobre sono
  • Níveis de estresse e ansiedade despertada
  • Energia Pobre
  • O ganho de peso e perda de peso
  • A pele seca, cabelos e unhas (e afinamento)
  • Pobre libido
  • Falta de concentração

Algumas boas escolhas alimentares com base você pode querer incorporar para ajudar a equilibrar seus hormônios incluem abacate, pólen de abelha, aloe vera, inhame, maca, e alga marinha.
É importante notar que seus hormônios não podem ser devidamente equilibrados até que você remova efetivamente esses xenoestrogens que estão causando muitas destas questões. É necessária uma abordagem muito específica para o equilíbrio hormonal, devido à sua estrutura delicada e papéis entrelaçados que afetam uns aos outros.
É uma das coisas mais difíceis, mas mais gratificantes que você pode fazer para sua saúde, e isso é um grande foco em nosso programa de reinicialização final.

O sono inadequado

Muitas pessoas amortizar a importância de um sono reparador. No entanto, se eles sabiam que as questões causas ruins de sono e como ele envelhecê-los drasticamente, eles podem mudar essa mentalidade.
Um sono reparador é um dos a maioria das atividades de cura que você pode se envolver em uma vez que permite que o corpo se concentrar toda a sua energia na regeneração e cura. Isso garante que seu corpo é dada a oportunidade de ‘reboot’ e purificar-se de todas as impurezas que podem ter encontrado durante o dia.
No entanto, muitos de nós estão experimentando pobre dormir terrível para várias razões, não se limitando a, mas incluindo o seguinte:

  • Ficar-se passado de 11 horas, e muitas vezes não ir para a cama até as primeiras horas da manhã (entre 1 e 2:00), interrompendo completamente o seu ritmo circadiano e período de descanso ideal. Ainda mais complicador, trabalhando no turno da noite para o longo período de tempo e interromper completamente a ‘acordar’ normal e ciclo de ‘dormir’, o que leva a uma série de problemas de saúde.
  • Expondo-nos às freqüências nocivas de tomadas de EMF através do poder,despertadores digitais, eletrônicos, telefones, etc Isso atrapalha afreqüência suave de um sono reparador.
  • Fracasso para relaxar a mente e os músculos. Pensamentos obsessivos e músculos contraídos torná-lo muito difícil conseguir uma boa noite de sono.
  • Produção de melatonina Pobres. Isso diminui à medida que envelhecemos, mas a exposição inadequada aos raios solares, desobedecendo o ciclo vigília-sono natural, e uma dieta pobre prejudica a nossa capacidade de produzir este hormônio benéfico. Tome uma fórmula precursor para ajudar com a sua produção.
  • Comer antes de dormir. Isto inclui lanches ou refeições significativas dentro de 3 horas antes de dormir que não são fáceis de digerir.

Como é que vamos começar a ter um sono melhor?

Ele pode ser um processo um tanto complicada, uma vez que não envolve o sistema hormonal delicado, mas algumas recomendações gerais incluem:

  • Vá para a cama antes de 23:00
  • Elimine EMF do seu quarto, e / ou ficar de castigo.
  • Relaxe os músculos e a mente.
  • Otimizar a produção de melatonina .
  • Evite comer qualquer coisa significativa antes de dormir.

Para mais detalhes sobre cada uma dessas recomendações, confira Como obter um sono profundo.

Inatividade

A noção comumente aceita por aqueles que têm uma opinião sobre a saúde parece ser que todas as suas respostas residem em apenas tornar-se um pouco mais ativa. Que de alguma forma, se você caminhar, correr, ou treino mais que a doença seja menos prevalente. Embora essa teoria tem alguma relevância, não suportar o peso que a maioria das pessoas colocam sobre ela devido a alguns outros fatores mais importantes.
No entanto, a inatividade é outro importante componente para a doença. Não necessariamente, pois contribui para a obesidade, mas mais uma vez que contribui para a estagnação. O fluxo é necessária a fim de manter seus músculos, órgãos, músculos,tendões e tecidos inundadas com nutrientes em todas as áreas do corpo.
Como longos períodos de inatividade afeta o corpo?

  • Promove a obesidade
  • Aumenta o declínio mental
  • Aumenta a ansiedade excessiva, estresse e depressão
  • Aumenta o risco de doença cardiovascular
  • O fluxo reduzido, contribuindo para a linfa problemas
  • Retarda as vias principais de desintoxicação
  • Reduz o fluxo sanguíneo para as principais áreas do corpo que facilita a doença

Agora, isso não significa que você precisa para trabalhar 6 dias por semana, durante 45 minutos por dia de exercício intenso. No entanto, é importante que você mover o corpo em uma base diária de uma forma que aumenta o ritmo cardíaco e fluxo sanguíneo. Alguns grandes exercícios incluem:

  • Caminhada rápida
  • Jogging
  • Natação
  • Recuperando
  • Ioga
  • O treinamento com pesos

Para saber mais sobre os benefícios de algumas dessas atividades, confira nossos exercícios de cura.

Qualidade do Ar

Uma área que temos muito menos controle sobre é toxinas em nosso suprimento de ar. Salve se mudar para uma localização privilegiada, onde pouca ou nenhuma contaminação ocorre, temos que lidar com diferentes níveis de poluição do ar.

Os principais culpados para as toxinas no ar são fábricas, automóveis e equipamentos pesados, pesticidas e herbicidas de pulverização, e fugas do chem. Adicionado a isso, temos agora a radiação de Fukushima para lidar com tão bem, que afeta principalmente os da costa oeste dos EUA e do Canadá.
Desde o período de industrialização, as fábricas de todos os tipos surgiram e criaram quantidades excessivas de CO2 por vomitando vários produtos químicos de chaminés de fábricas em todo o mundo. Há muita pesquisa para provar estes produtos químicos são muito prejudiciais para a nossa saúde.
Automóveis já foram considerados um privilégio, mas, desde então,tornar-se um dos pilares em cada entrada de automóveis na América do Norte. Como resultado da nossa confiança nesta modalidade de transporte, temos bebeu ainda mais quantidades de CO2 e outros contaminantes para o céu para os nossos sistemas respiratórios para lidar com eles.
Além de automóveis, temos visto um aumento dramático em equipamentos pesados, principalmente através das indústrias de agricultura, energia e construção. Nos últimos 20 anos, este tipo de máquinas tornou-se muito mais prevalente, e é capaz de emitir todos os tipos de toxinas, incluindo pesticidas e herbicidas.
Por fim, uma atividade menos conhecido mas ameaçadoramente presente é o que é conhecido como “fugas do chem ‘.No que muitos consideram uma experiência ambiental e social, chem fugas são produtos químicos descarregados de diversas aeronaves para atmosfera para supostamente controlar os padrões climáticos. Como resultado, esses alumínio e químicos trilhas cheias têm esterilizado várias fontes vegetais e água e estão a criar efeitos ainda não totalmente realizados.
Para saber mais sobre fugas do chem, ver o que no mundo eles estão pulverizando? 
Para evitar estas substâncias químicas nocivas, ficar fora de áreas povoadas pesados ​​que são repletas de veículos e fábricas, tanto quanto você pode, e optar por passar mais tempo em ambientes mais intocados,como as montanhas, do lado do oceano, ou áreas mais fortemente arborizadas.

Eletromagnéticas Frequências (EMF)

Eletromagnéticas Frequências (EMF) de ter sido debatida há algum tempo,e os estudos estão vindo em que está a ligar todos os tipos de doença ao excesso de exposição de EMF.
EMF é uma freqüência positiva, e são encontrados em linhas de energia,fiação de casa, aeroportos, computadores, telefones celulares,eletrodomésticos, eletrônicos, traços de veículos e muito mais.
Esta exposição dominante tem sido ligado a problemas de saúde que incluem mas não estão limitados a:

  • Os tumores cerebrais
  • Os defeitos congênitos
  • Náusea
  • Dores de cabeça
  • Câncer
  • Fadiga
  • Dor no peito
  • Esquecimento

Então, como vamos compensar essas freqüências nocivas? Simplesmente, nós aterramos nós mesmos.
A única dificuldade com essa prática é que muito poucos têm a opção de aterrar-se corretamente devido a fatores como seus aposentos, ambiente de trabalho, no dia-a-dia opções de viagem e conforto.
No entanto, uma vez que você decidir começar consistentemente fundamentar-se em uma base diária, você pode achar que você tem mais energia, menos dor, pensamentos mais claros e menos dores de cabeça. Se isso te inspira a olhar para ele mais de perto e encontrar uma maneira de fazê-lo funcionar,

Mindset

Embora a nutrição e toxicidade terá um efeito dramático sobre a sua capacidade de ter uma atitude saudável, muitas vezes há outros fatores que afetam diretamente a forma como você pensa, o que por sua vez tem um correlacionando afetar a sua saúde.

O stress é um grande problema na sociedade de hoje. Em uma época com mais conveniências e vida com pior, parece que complicaram a nossa vida a um ponto que estresse é uma condição constante. Essa mentalidade negativa crônica provoca acidez e desalinhamento de nossa verdadeira natureza, e cria as próprias condições e circunstâncias que estamos tentando evitar.
Há algo definitivamente a ser dito para uma atitude saudável e positiva de ser um pilar na sua vida, pois tem um efeito dramático sobre o seu sistema imunológico e sua capacidade de ser saudável. Você já viu alguém com menos ansiedade ou estresse ser completamente saudável? Não é possível.
Que condições pode ser causada por estresse crônico?

  • Obesidade
  • Doenças auto-imunes
  • Condições da pele
  • Doença cardíaca
  • Problemas digestivos
  • Os problemas do sono
  • Dores no corpo Geral

Então, como você evitar ficar preso em uma atitude negativa?

  • Perspectiva prática
  • Envolver-se em gratidão
  • Meditar
  • Seja grato
  • Considere alimentos, ervas e nutrientes que aliviam a ansiedade e a depressão, como kefir, vegetais fermentados, cogumelos medicinais, camomila, maracujá, erva-cidreira, valeriana, e magnésio.
  • Olhe nos óleos essenciais e aromaterapia
  • Exercício

Comece a usar essas dicas e olhar para estes 5 remédios naturais para o estresse para obter uma alça sobre a sua mentalidade.

É hora de você finalmente se sente bem

Não há falta de coisas que estão a causar-nos mal, e eles parecem ser mais prevalentes do que as coisas que estão a fazer-nos bem. Tentando navegar entre os alimentos não saudáveis ​​e de cura, e as centenas de outros fatores que influenciam a nossa saúde, é demorado, desgastante, e muitas vezes frustrante.
Isto é onde nós esmagar a confusão e executar programas e informações que lhe permite finalmente ver a verdade por trás de ser saudável.

Publicado por: sosortomolecular | 27 de Abril de 2017

Acalmando crianças hiper com ervas

Hibiscos, Stevia, Valeriana, Limão, Hortelã-pimenta, Maçã, Canela, Hortelã, Cevada, Arroz, Trigo, Alface, Berinjela.

Noé era uma criança hiperativa. Os pais de Noé haviam trabalhado com ele por alguns anos, e depois de uma enorme quantidade de tentativa e erro, descobriram que quando Noé ficava longe do açúcar refinado, ele era normal, mas assim que comia qualquer coisa que tivesse a menor quantidade, Ele ficaria louco.

Recentemente eles tiveram um poderoso lembrete disto. Foi durante uma festa da Páscoa que Noé escapar de sua avó, que estava olhando para ele, e engoliu alguns ovos de chocolate. Pouco tempo depois, Noé saltou sobre uma mesa e começou a girar descontroladamente e a gritar no alto de seus pulmões – muito ao choque de outros festeiros.

Noé era menor do que a maioria das crianças de sua idade, mas ele era excepcionalmente ativo e brilhante. Vários médicos que tinham levado a ele tinha oferecido drogas como Ritalina, que é um “suave” estimulante do sistema nervoso central, de acordo com a Physicians Desk Reference (PDR), 43rd ed., 1989.

Isso não parecia ajudar muito. Na verdade, Noé parecia ficar mais nervoso e ansioso, e começou a perder o apetite enquanto estava na droga. Os pais de Noé experimentaram muitas outras maneiras de manter um equilíbrio em seu sistema e evitar sintomas de hiperatividade e seu problema ocasional de manter sua atenção na escola. O seguinte é o que aprenderam.

Isso não parecia ajudar muito. Na verdade, Noé parecia ficar mais nervoso e ansioso, e começou a perder o apetite enquanto estava na droga. Os pais de Noé experimentaram muitas outras maneiras de manter um equilíbrio em seu sistema e evitar sintomas de hiperatividade e seu problema ocasional de manter sua atenção na escola. O seguinte é o que aprenderam.

É interessante rever o atual pensamento médico alopático sobre a condição, a fim de entender algumas das maneiras em que a nossa sociedade considera esta condição, bem como maneiras que é provável que seja visto quando uma criança é levada a um médico. Outras terapias holísticas seguirão.

O que é Hiperatividade em Crianças?

De acordo com a PDR, hiperatividade patológica em crianças às vezes é chamado de Déficit de Atenção, Síndrome de Criança Hipercinética ou menor Disfunção Cerebral. Embora a PDR recomenda o uso de Ritalina, outros fatores – psicológicos, educacionais e sociais – também são mencionados de passagem.

Essa desordem é caracterizada por “o seguinte grupo de sintomas inadequados ao desenvolvimento: distração  moderada a grave, curta atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade”. A incapacidade de aprendizado e a incapacidade de se concentrar na escola ou em casa podem também estar presente. A síndrome é freqüentemente diagnosticada com o uso de um EEG.

Muitos profissionais de saúde natural e herbalistas ver hiperatividade grave em crianças como sendo estreitamente relacionado com nutrição emocional e física. A criança pode ficar faminta por carinho, atenção ou nutrientes importantes que não estão disponíveis em algumas dietas modernas de fast-food. Considerando a prevalência destes tipos de dietas nas cidades de hoje, é surpreendente que o problema não é mais difundido do que é.

Os miúdos são frequentemente extremamente ativos e energéticos. Eles têm energia abundante, e para o olho adulto, é muitas vezes não direcionados e dispersos, fazendo parecer mais fora de controle do que realmente é. Mas as pessoas muito jovens costumam ter um ritmo e um senso inato sobre o modo como sua energia está se movendo. No entanto, muitas vezes não têm a discriminação para saber quando uma atividade é excessiva.

É aqui que é necessária uma orientação suave e firme para ajudar a criança a direcionar essa energia para canais equilibrados e saudáveis. Por exemplo, em vez de correr e gritar descontroladamente na casa, um bom passeio de bicicleta, passeio de skate, ou jogo ao ar livre é igualmente gratificante.

No entanto, muitas vezes não têm a discriminação para saber quando uma atividade é excessiva. É aqui que é necessária uma orientação suave e firme para ajudar a criança a direcionar essa energia para canais equilibrados e saudáveis. Por exemplo, em vez de correr e gritar descontroladamente na casa, um bom passeio de bicicleta, passeio de skate, ou jogo ao ar livre é igualmente gratificante.

O que é hiperativo? É possível que os pais estão se sentindo estressado por causa do trabalho, finanças, ou outros estresses comuns e estão resistindo a energia naturalmente rápida da criança. Eles podem se sentir como eles querem retardar a criança para baixo, controlar essa energia de forma pesada, e forçar a criança a abrandar a sua velocidade. Muitos pais descobriram que quando

Muitos pais descobriram que quando eles estão realmente com seus filhos e oferecer-lhes o contato próximo e frequente que eles precisam, tanto física como mentalmente, a hiperatividade é menos um problema.

Fatores mais importantes de hiperatividade infantil

Problemas emocionais / de relacionamento

Falta de toque físico, expressões de carinho e amor

Não se tocando com as crianças freqüentemente compartilhando atividades e interesses

Não ajudar as crianças a canalizar sua energia de forma positiva

Dieta

Produtos de açúcar refinados (refrigerantes, doces, mel, frutos secos, sumos de frutas)

Alimentos processados com aditivos alimentares, corantes artificiais

Os alérgenos alimentares (os mais comuns são os produtos lácteos pasteurizados, os ovos, o trigo e os alimentos da família das dormideiras – isto é, tomates, berinjela, batatas)

Outros Fatores Ambientais

Contaminação de metais pesados (como chumbo de pintura de casa ou mercúrio de recheios)

Iluminação artificial

Campos eletromagnéticos fortes

Poluição sonora

Açúcar – Usar alternativa herborista

É fácil dizer cortar o açúcar, mas muitas vezes não é tão fácil manter as crianças longe dela. Felizmente, hoje existem inúmeras alternativas em lojas de saúde natural. Descobri que os edulcorantes baseados em carboidratos mais complexos, como o xarope de arroz integral orgânico ou o malte de cevada, são menos estimulantes. Há um número de tratamentos comercialmente disponíveis contendo estes.

Dois edulcorantes Herbal que realmente funcionam bem são stevia (a erva doce) e Licorice. Para usar folha de stevia, basta fazer um chá (1/2 tsp para um copo de água – deixe em imersão por 15 minutos) e adicione 1/8 xícara a uma pequena quantidade de malte de cevada ou xarope de arroz integral para melhorar o sabor doce. Esta combinação ajuda a mascarar

Há um número de tratamentos comercialmente disponíveis contendo estes. Dois edulcorantes Herbal que realmente funcionam bem são stevia (a erva doce) e Licorice. Para usar folha de stevia, basta fazer um chá (1/2 tsp para um copo de água-deixe íngreme por 15 minutos) e adicione 1/8 xícara a uma pequena quantidade de malte de cevada ou xarope de arroz integral para melhorar o sabor doce. Esta combinação ajuda a mascarar o sabor ligeiramente amargo da stevia. A stevia tem um gosto doce, mas não estimula o metabolismo.

A erva é originária da América do Sul, onde tem sido usada no Paraguai em alimentos e bebidas por séculos. Curiosamente, é o adoçante que faz Coca-Cola doce no Japão. Atualmente, a Food and Drug Administration está tentando impedir a importação e venda da erva neste país. A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas recentemente apresentou uma petição ao FDA, solicitando que a stevia

Esta combinação ajuda a mascarar o sabor ligeiramente amargo da stevia. A stevia tem um gosto doce, mas não estimula o metabolismo. A erva é originária da América do Sul, onde tem sido usada no Paraguai em alimentos e bebidas por séculos. Curiosamente, é o adoçante que faz Coca-Cola doce no Japão. Atualmente, a Food and Drug Administration está tentando impedir a importação e venda da erva neste país. A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas recentemente apresentou uma petição ao FDA, solicitando que a stevia

A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas, recentemente apresentou uma petição ao FDA, pedindo que a stevia seja concedida “Geralmente Reconhecido como Seguro (GRAS) status, permitindo que ele seja usado livremente em vários produtos para consumo. Se você gostaria de apoiar este esforço, você pode escrever para o seu congresso, a Casa Branca e da FDA, solicitando que a stevia ser reconhecido como seguro para o comércio sem restrições.

Tratamentos alternativos para crianças hiperativas Em vez de refrigerantes (muitos dos quais são carregados com açúcar) ou sucos de frutas engarrafadas, que contém uma quantidade considerável de frutose, há uma série de chás de ervas delicioso que pode ser adoçado com stevia ou alcaçuz.

Tratamento para uma criança hiperativa

Chás de ervas como Camomila, Peppermint, Spearmint, casca de laranja, canela e hibisco adoçado com stevia ou alcaçuz.

Hibiscus Cooler

Hibiscus 3 partes

Casca de laranja 1 parte

Canela 1 parte

Tente adicionar um pequeno punhado de folhas frescas de hortelã-pimenta ou hortelã-pimenta à mistura final

Adoce com suco de maçã (suco de 1 parte para 4 partes de chá) ou use chá de stevia

Beba-o refrigerado, ou faça-o em popsicles derramando em moldes e congelando

Outro Alimento calmante: Aipo e alface têm um efeito calmante sobre os nervos – experimente aipo recheado com manteiga de nozes, etc.

Ervas para a hiperatividade

Aqui estão as ervas que muitos herboristas recomendam para hiperatividade, todos os quais estão amplamente disponíveis em lojas de alimentos naturais como ervas simples ou incluídos em fórmulas. Ervas são geralmente adquiridos em massa para fazer chás, ou como produtos acabados, como cápsulas, comprimidos ou extratos líquidos.

Descobri que os extratos líquidos são especialmente úteis para crianças, porque eles podem ser disfarçados em chá ou suco. A dose pode ser facilmente regulada entre 1 ou 2 gotas até 40 ou 50, o que é adequado para crianças, dependendo da idade e tamanho. Estes líquidos funcionam rapidamente (em 10-20 minutos) em comparação com produtos de ervas em pó, o que pode levar até uma hora.

Remédios herbais

  1. Trevo vermelho – uma excelente escolha em qualquer mistura de chá, como é considerado um “purificador de sangue”, bem como um suave relaxante nervoso. Facilitaria na limpeza do sangue de Toxinas / produtos químicos, enquanto acalma e é recomendado usado durante um longo período de tempo. Use como um chá-1 colher de chá / xícara de água; Íngreme 20 minutos, beber 1/2 xícara de manhã e à noite.
  2. Camomila – segura, eficaz, suave e bom sabor relaxante para crianças.
  3. Lime forte, mas ainda uma erva segura e relaxante.
  4. Valeriana – um relaxante do sistema nervoso central; Excelente como um chá ou planta fresca líquido ou extrato em pó – um dos mais fortes sedativos naturais Herbal, mas não narcóticos e não hábito-formando.
  5. Catnip-outro auxiliar de sono leve e erva relaxante, seguro para crianças.
  6. Papoula da Califórnia – um sedativo seguro para crianças; Recomendado para hiperatividade e insônia.
  7. Alface selvagem e suave sono e sedativo; Geralmente misturado com outras ervas.
  8. Bálsamo de limão – erva do gosto do Lemon que tem um efeito relaxante suave.
  9. A hiperatividade é uma forma de estresse, e a criança também deve ser tratada com Avena (aveia selvagem), um nervo tônico e nutritivo, Vitamina C e Vitaminas B-Complex.

Nota: Os pais também podem se beneficiar do acima, bem como eles também estariam sob estresse com uma criança hiperativa.

Outras maneiras naturais de acalmar

Certifique-se de adicionar lotes de vegetação do mar para a dieta-uma ótima maneira de garantir que a criança está recebendo adequada mineral íons que é essencial para a função adequada do nervo.

Tente dar a uma criança um banho de ervas ou um banho de pés – esta é uma maneira tradicional de relaxar – adicione um chá de flores de lavanda ou uma das outras ervas sedativas, como Limão bravo (Linden).

Yoga exercícios para crianças podem ajudar a relaxar e centro.

Massagem, acupoints-kids adoram ser tocado.

Medicina Tradicional Chinesa vê hiperatividade como resultado de um fígado quente. Holly Eagle, da OMD, da Ancient Roots Medical, localizada em Santa Cruz, CA, diz que em sua experiência trabalhando com crianças hiperativas, ela notou que uma dieta que é muito ácida contribui para irritabilidade e agitação em crianças.

Além disso, o Dr. Eagle diz que há uma tendência à excitabilidade quando o hormônio do crescimento é mais ativo, por exemplo, durante períodos de surtos de crescimento.

Irritações ao sistema de uma criança, como novos dentes estão chegando, etc, pode ser um fator. Ela sente que as crianças que têm problemas com doces tendem a ser inquietas durante a noite.

Os japoneses chamam de hiperatividade a doença do ‘Doce Errado’, e está associada a sintomas de coceira, sentimentos inquietos e Insônia à noite. Dr. Eagle diz que tocar a criança com um toque leve é ​​muito útil e eficaz durante os momentos de hiperatividade, e isso inclui antes de dormir para ajudar a induzir um sono melhor. Também recomenda o resfriamento do fogo fígado. A importância de uma boa dieta não pode ser mais estressado.

Ajuda natural comprovada para TDAH e Hiperatividade

Referências

http://www.natural-holistic-health.com/calming-hyper-kids-with-herbs/

Publicado por: sosortomolecular | 9 de Abril de 2017

Lactobacillus: a vida da microbita intestinal

Este texto está muito bem explicado, muito completo, em negrito eu apenas vou destacar as informações que julgo mais importantes na nossa vida prática!

A importância dos probióticos na microbiota intestinal, prevenção de doenças e aumento da imunidade

Atualmente a microbiota intestinal é conhecido com um órgão, tamanha é a sua importância no corpo humano na prevenção de doenças, imunidade. A microbiota intestinal é um órgão virtual, mas reconhecido como um órgão.

O corpo humano possui mais bactérias no intestino grosso do que células no corpo, possuímos 10.000.000.000.000 (dez trilhões) de células no corpo, e possuímos 100.000.000.000.000 (cem trilhões) de bactérias no intestino, são 10 vezes mais bactérias no intestino grosso do que células no corpo, em se falando de números, nós somos apenas 10% humanos, as bactérias são muito menores que as células e por isso podemos ter muito mais bactérias. E são estas bactérias que constituem a nossa microbiota intestinal, essa microbiota intestinal é constituída de bactérias benéficas e bactérias patogênicas.

Destas cem trilhões de bactérias nos temos as bactérias Dominantes, as bactérias Subdominantes e as Bactérias Residuais, que são as bactérias prejudiciais. Vejamos abaixo como estão divididas:

Bactérias Dominantes: Bifidobacterium, Bacteroides, Eubacterium, Fusobacterium, Peptostreptococcus.
Bactérias Subdominantes: Lactobacillus Escherichia Coli e Lactobacillus Enterococcus
Bactérias Residuais: Clostridium, Pseudomonas, Klebsiella, Veillonella, Enterobacter, Firmicutes.

Composição probiótica e a obesidade

Uma curiosidade sobre os Firmicutes, que são as bactérias residuais. O aumento de mais de 50% do número de firmicutis, acompanhado de diminuição de mais de 50% do número de mais bacteroidetes, maior será a propensão a obesidade. Ou seja, se um indivíduo, mesmo ele não sendo obeso, se houver o aumento do número de firmicutis, ele ficará obeso, mesmo esse indivíduo tendo uma dieta equilibrada. Pra se ver a tamanha importância da microbiota intestinal. Agora, ao associarmos isso com os maus hábitos alimentares, é fácil perceber o porquê do número de pessoas obesas estarem aumentando a cada dia. Existem pessoas que são obesas por que tem firmicutis demais no intestino, não se consegue tratar a obesidade enquanto não tratar dos firmicutis, as firmicutis interferem drasticamente na obesidade.

Quando a quantidade de bactérias patogênicas é maior que a quantidade bactérias benéficas, temos o que chamamos de DISBIOSE. Então necessitamos possuir mais bactérias benéficas do que patogênicas, e isso não ocorre na grande maioria dos casos devido a maus hábitos alimentares como, por exemplo, consumo de alimentos acidificantes, água filtrada ou mineral com um pH abaixo de 7.4, bebidas alcoólicas, entre outros. E essa DISBIOSE desencadeia o aparecimento de inúmeras doenças, cânceres, principalmente os intestinos, aumento de radicais livres no corpo, pois um intestino com DISBIOSE está constantemente jogando no organismo toxinas e, consequentemente a pessoa com um intestino deste envelhece mais rápido.

Por esta razão é necessário fazer uso de probióticos, pois estes restabelecem a saúde e integridade da microbiota intestinal, a medicina chinesa já dizia: “a saúde e a doença começa e termina no intestino“. Existem três tipos de ingredientes que podemos utilizar para interferir positivamente na microbiota intestinal, são os probióticosprobióticos e simbióticos, falaremos sobre eles a seguir:

PRÉBIÓTICOS: É o alimento que alimenta a bactéria. Resistem à hidrólise enzimática do trato digestivo. Os FOS (frutooligossacarídeos) derivados da insulina e os galactooligossacarídeo (GOS) de origem láctea, tais como a lactulose e a lactosacarose, incluem-se em nutrientes funcionais pré bióticos.

Os FOS são OS lineares de cadeia curta ou média formada por moléculas de frutose com ligações glicosídicas impedindo que enzimas digestivas hidrolisem estes carboidratos.

Estes OS são encontrados em alguns vegetais como: alho porrô, cebola, alcachofra, endívia, aspargo, chicória amarga. E ainda no trigo, barra de cereais, laticínios e outros. Porém pode ser extraída da inulina.

São os oligossacarídeos um dos mais importantes nutrientes do leite materno, estimulando o crescimento de bactérias benéficas no intestino, como as bifidobactérias e lactobacilos, reforçando o sistema imunológico. A alimentação selecionada de galactooligossacarídeos de cadeia curta GOS (90%) e frutooligossacarídeos de cadeia longa (FOS), assemelham os oligossacarídeo de leite materno.

Os pré bióticos em fórmulas infantis, podem acarretar diarreia com perda hídrica, devido a presença de fibras não digeridas no cólon. Usar doses inferiores a 8g/L.

PROBIÓTICOS: É a bactéria benéfica em si, o bacilo, existem muitos lactobacilos como o lactobacilos rhamnosus, lactobacilos casei shirota, lactobacilos helvéticos e muito mais, e, temos também o KEFIR, que é um poderoso e mais completo probiótico existentes. Os lactobacilos influenciam beneficamente na microbiota intestinal e trazendo resultados positivos na terapêutica de pacientes com câncer de cólon, mama e bexiga. Por exemplo, pessoa com câncer de cólon se beneficiam positivamente com o uso dos lactobacilos rhamnosus, quem possui câncer de mama se beneficia com uso dos lactobacilos helvéticos, quem possui câncer da bexiga se beneficia do lactobacilos casei shirota, e tudo isso constando na literatura médica, publicados em jornais científicos. Como pode-se observar, existe uma correlação entre o tipo de probiótico e o benefício no câncer, estes estudos já existem.

O Kefir é um alimento probiótico, com propriedades de fortalecer e restaurar a microbiota intestinal. É uma cultura de microrganismos simbióticos, conhecidas como bactérias benéficas. São constituídos de bactérias não patogênicas, leveduras, sais minerais como o cálcio, o ferro e também possuem vitaminas do complexo B. O Kefir traz inúmeros benefícios para a saúde de quem faz uso deste, além de ser uma bebida refrescante e muito nutritiva, e, portanto, muito saudável.

O Kefir se destaca entre os demais probióticos existentes pela quantidade de CEPAS que possui. As cepas são as famílias de bactérias benéficas. O Kefir possui de 35 a 50 cepas, tem fungos saudáveis, tem proteínas, tem lipídios, tem açúcar. Enquanto que os iogurtes e os demais probióticos comercialmente vendidos possuem apenas de 1 a 3 cepas no máximo.

O Kefir tem a capacidade de restaurar a microbiota intestinal em muito pouco tempo, e o mais interessante, o probiótico do Kefir é permanente, quando fazemos uso de outros probióticos, por exemplo, os de farmácia, claro, mesmo o probiótico vendido na farmácia, ele ajuda bastante, porém, quando se para de usar o probiótico da farmácia, por exemplo, também se tem uma queda da microbiota intestinal, ou seja, a pessoa de certa forma fica refém dos produtos probióticos comercializados. Já com o Kefir, ele é permanente, porque estruturalmente, ele é diferente dos outros probióticos, desta forma, depois que uma pessoa já teve toda a sua microbiota restaurada, equilibrada, mesmo que a pessoa interrompa o uso do Kefir eles permanecem e se mantêm em sua microbiota intestinal. E além de se manter no intestino, permanente, os lactobacilos do Kefir destroem as bactérias residuais, que são as bactérias nocivas, como já mencionado acima.

O leite materno contém probióticos e oligossacarídeos com efeito bifidogênicos.

SIMBIÓTICOS: que é a combinação tanto do alimento quanto do bacilo em si, ou seja, combina o pré biótico e do probiótico na mesma substância.

Os pré bióticos podem apresentar funções importantes no trato gastro intestinal como:

– Estimular crescimento flora saudável

– Favorecer a imunidade

– Atuar na prevenção da diarreia patogênica e constipação

– Diminuir metabólitos tóxicos e das enzimas patogênicas no cólon

– Reduzir o colesterol sérico

– Favorecer a absorção e produção de nutrientes (B1, B2, B3, B6, B9 e B12)

– Melhorar a tolerância à lactose

Apenas a título de curiosidade, existe um produto referente aos probióticos que vem sendo muito estudado nos Estados Unidos chama-se o VSL#3, onde existem 450.000.000.000 (quatrocentos e cinquenta bilhões) de UFC (Unidade Formadora de Colônia), que é um probiótico, para que possamos observar a importância dos lactobacilos e de uma microbiota intestinal integra e saudável. É um produto muito caro. Não vejo necessidade em adquirir, sendo que possuímos inúmeras opções de lactobacilos.

IMPORTANTEPRECAUÇÃO DO USO DE LACTOBACILOS NO TRATAMENTO DO CÂNCER EM INDIVÍDUOS IMUNODEPRIMIDOS

No caso de uma pessoa com câncer possuir uma imunodepressão, esta pessoa NÃO deve fazer uso de lactobacilos para auxilio no tratamento do câncer, pois essa pessoa pode desenvolver o que é conhecido como translocação bacteriana, onde estes lactobacilos podem passar para o sangue e causar problemas sérios, no caso deste indivíduo possuir imunodepressão. Relembrando, isso apenas em pacientes com câncer.

Para saber se uma pessoa tem imunodepressão é de certa forma simples, se a pessoa tiver neutrófilos menos que 2.000/mm3 (lê-se neutrófilos por milímetro cúbico) isso indica que a pessoa possui uma imunodepressão. Essas informações sobre os neutrófilos são facilmente encontradas em seu exame de sangue.

Pacientes com câncer que estão fazendo quimioterapia, é extremamente recomendado fazer o uso de lactobacilos probióticos não somente para o restabelecimento da microbiota intestinal, como também para aumentar a imunidade do paciente com câncer, uma vez que a quimioterapia destrói a microbiota intestinal.

Definição O Lactobacillus acidophilus é o probiótico (pró-vida) mais comumente usado, também chamado de bactéria “amigável”. Nós nascemos sem ele, e o acidophilus logo se estabelece em nosso intestino e vagina e protege contra a entrada e proliferação de organismos ruins que podem causar doença. Algumas caracterí­sticas requeridas dos lactobacillus como probióticos são: função benéfica, fácil cultivo e estabilidade da “população”. Outras bactérias amigáveis incluem: L. bulgaricus, L. reuteri, L. plantarum, L. casei, B. bifidus, S. salivarius, S. thermophilus e Saccharomyces boulardii. Seu trato digestivo é como um ecossistema, com muitas bactérias. Alguns destes habitantes internos são mais úteis a seu corpo do que outros. O L. acidophilus produz a enzima lactase, que quebra o açúcar do leite (lactose) em açúcares simples. As pessoas que são intolerantes a lactose não produzem esta enzima. Assim, suplementos de L. acidophilus podem ser benéficos para estes indiví­duos. Outros probióticos potenciais incluem uma variedade de espécies de Lactobacillus (spp.), tais como casei GG, rhamnosus, NCFM, DDS-1, Bifidobacterium longum, Bifidobacterium bifidum, Streptococcus thermophilus,Enterococcus faecium, Saccharaomyces boulardii, Bacillus spp. e Escherichia coli.   Usos – Substitui as bactérias intestinais “amigáveis” destruí­das por antibióticos; – Auxilia na melhora das doenças causadas por bactérias; – Previne e trata diarréia, incluindo diarréia infecciosa, particularmente do rotavirus (um ví­rus que comumente causa diarréia em crianças)(esse item vai especialmente para os meus pais, que ao verem me dar iogurte para o pequeno com diarréia, quase me mataram!!!) – Impede o crescimento de organismos “ruins” no trato gastrointestinal (uma condição que tende a causar diarréia e pode ocorrer pelo uso de antibióticos); – Impede e/ou reduz infecções vaginais, infecções do trato urinário e cistites (inflamação da bexiga). – Melhora a digestão (absorção) da lactose em pessoas que tem intolerância a mesma; – Aumenta a resposta imune; – Ajuda no tratamento de infecções respiratórias tais como sinusite, bronquite e pneumonia; – Diminui o risco de alergias; – Ajuda a tratar colesterol elevado; – Acne; – Redução de enzimas implicadas na produção do câncer; – Saúde Cardiovascular; – Sí­ndrome crônica de fatiga; – Resfriado; – Indigestão/Digestão; – Úlceras; – Febre reumática. Alguns pesquisadores testaram a eficácia terapêutica de um composto consistindo da combinação multibacterial de L. acidophilus e Bifidobacterium bifidum em pacientes idosos com desordem intestinal. Os resultados foram excelentes, com restauração da flora bacteriana duodenal e melhora dos sintomas clí­nicos. Medidas de Segurança Não há nenhum problema de segurança com o uso de probióticos Promove às vezes a observação um aumento temporário de gases. Observação Se você estiver fazendo uso de antibióticos, pode ajudar fazer uso ao mesmo tempo de probióticos/acidophilus, e continue com o uso algumas semanas após terminar o tratamento com a droga. Isto ajudará a restaurar as bactérias naturais em seu trato digestivo que foram mortos pelos antibióticos. Algumas fontes alimentares As fontes alimentares mais comuns que apresentam L.acidophilus incluem leite, iogurte e queijo. Efeitos Colaterais Algumas pessoas podem apresentar gases ou desconforto estomacal no iní­cio, mas estes sintomas partem geralmente com uso contí­nuo. Algumas mulheres descreveram a queimadura ou a irritação na vagina quando o Lactobacillus acidophilus foi usado nesta região. Raramente, as pessoas com sistemas imunes fracos podem estar arriscadas de desenvolver uma infecção séria ao fazer uso do Lactobacillus acidophilus. Pessoas que tiveram um ferimento ou uma doença da parede intestinal; quem faz uso de drogas prescritas, tais como os corticoesteróides (prednisona), que pode torná-los vulneráveis à infecções ou quem fez cirurgia para substituir uma válvula do coração; deve falar com um médico antes de fazer uso do Lactobacillus acidophilus. Gravidez Em alguns estudos, mulheres grávidas foram tratadas com Lactobacillus acidophilus sem nenhum efeito adverso. Entretanto, se você estiver grávida, recomenda-se que uma consulta ao médico antes de usar o Lactobacillus acidophilus. Interações Com Drogas Alguns especialistas acreditam que os antibióticos ou o álcool podem destruir o Lactobacillus acidophilus. Como resultado é recomendado que o Lactobacillus acidophilus seja usado três horas após ter feito uso de antibióticos ou ter bebido o álcool. Alguns cientistas também acreditam que o Lactobacillus acidophilus pode ser destruí­do ou inativado por ácidos no estômago. Em conseqüência, sugere-se às vezes que os pacientes usem uma droga para diminuir a quantidade de ácido no estômago uma hora antes de fazer o uso de Lactobacillus acidophilus. Um exemplo é o famotidine. Interações com ervas e suplementos dietéticos Na teoria, o Lactobacillus acidophilus pode ser mais eficaz se feito uso com alimentos tais como bananas, aspargos e alho. Acredita-se que estes alimentos forneçam nutrientes que aumentam a eficácia do Lactobacillus acidophilus – São os chamados PREBIÓTICOS.
Lactobacillus acidophilus “LA Especificações: o Lactobacillus acidophillus está disponí­vel em contagens de 1,0×109 UFC/g a 1,0×1011 UFC/g. Temperatura ótima de crescimento: 38 ºC Diluentes: muitos diluentes estão disponí­veis para a padronização de contagem microbiológica. Alguns diluentes usados são: maltodextrina, amido, lactose, oligossacarí­deos e inulina. A escolha do diluente é influenciada pelo produto formado (pó, tablete, cápsula), solubilidade requerida, preferência do consumidor, etc. Vida-média/Armazenamento: Lactobacillus acidophilus permanece estável por até 12 meses em temperatura de refrigeração e com baixa umidade. Bifidobacterium bifidum As bactérias “amigáveis” são encontradas em muitos alimentos. Eles fornecem sabor a manteiga e queijos e ainda são necessários na produção de produtos em conserva e com fermento. Uma quantidade abundante desta bactéria no intestino humano é necessária para manutenção da saúde. Antibióticos podem reduzir drasticamente ou eliminar estas bactérias da microflora intestinal. Hábitos como consumo de bebidas alcoólicas, stress, antiácidos, alimento processado e uso de pesticidas, podem causar distúrbios. O número de bifidobactérias no intestino humano se torna menos abundante com o passar do tempo. Um entendimento da importância de uma população de bactérias saudáveis no cólon e o reconhecimento dos benefí­cios a saúde tem tornado muito grande o interesse pelos probióticos, principalmente lactobacillus e bifidobactérias. Bifidobacterium bifidum criam um ambiente favorável para o crescimento de bactérias “amigáveis” no intestino grosso e trato vaginal. O Bifidobacterium bifidum impede ou evita a invasão de bactérias patogênicas. Acredita-se que as bifidobactérias sintetizam vitaminas que podem ser usadas pelo corpo humano, incluindo tiamina, ácido fólico, ácido nicotí­nico, piridoxina e vitamina B¹². Produzem ácido acético e lático. Acredita-se que dietas contendo bifidobactérias, de forma bem sucedida, coloniza o intestino grosso; pois podem sobreviver as enzimas do estômago e intestino fino. Também aumentam a absorção de ferro, cálcio e magnésio. Quando comparados com animais que não estavam recebendo suplementação, ratos consumindo Bifidobacterium bifidum foram protegidos contra rotavirusLactobacillus bulgaricus Lactobacillus bulgaricus: são bactérias gram-positivas, termofí­licas e em forma de bastão; heterofermentadora, produzindo ácido lático a partir da lactose. Resiste a elevadas concentrações de ácido lático, podendo produzi-lo até aproximadamente 2%. Tem também longa duração na maturação de queijos duros. Produz acetaldeí­do que confere sabor tí­pico ao iogurte. É baixa sua resistência ao sal, não crescendo em concentrações superiores a 2%. É destruí­da no aquecimento a 65°C por 30 minutos. Crescem bem a 45°C, mas não se desenvolve em temperaturas inferiores a 20°C. Uma bactéria transitória, mas muito importante na ecologia humana. Juntamente com o Streptococcus termophilus constituem a cultura para produção de iogurte. Sua administração oral facilita a digestão da lactose, pois aumenta a produção da enzima lactase. Algumas cepas produzem antibióticos naturais, impedindo a proliferação de outras bactérias nocivas. Em sí­ntese, a acidificação do leite, sob a ação das bactérias mencionadas constitui a antecipação de uma etapa digestiva o que torna o iogurte mais tolerável e nutritivo do que o leite natural. As espécies mais comuns, encontradas nas culturas para iogurte são as bactérias, Lactobacillus bulgaricus e Stretococcus thermophilus, caso sejam acrescentadas outras espécies de termofilos podemos ter uma acidificação muito intensa depois da refrigeração do iogurte. Ambas as espécies vivem em simbiose (com benefí­cios mútuos), sendo que, esta simbiose exige uma determinada proporção entre cocos e bacilos. A relação quantitativa entre Stretococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus deve ser de 1;1 até 2;3 aproximadamente, gerando com isto um iogurte com maior ou menor viscosidade. Durante o perí­odo de incubação a relação entre as bactérias pode sofrer variações, para no final novamente ser restabelecido. A causa principal da variação é que o Lactobacillus bulgaricus desdobra facilmente as proteí­nas, e origina, assim, o aminoácido valina. Este aminoácido que vai favorecer o desenvolvimento do Stretococcus thermophilus até o ponto de chegar a ser seu número 4 a 5 vezes maior. Os cocos tem um poder de acidificação menor que os bacilos e morrem com mais facilidade devido a ação do ácido láctico formado. A proporção entre ambos influi também de uma maneira essencial sobre a aromatização do iogurte. O Lactobacillus bulgaricus é o principal condutor do aroma.
Lactobacillus casei é uma cepa de bactéria que foi isolada de humanos e foi descoberto que tolera as condições ácidas do estômago. São microorganismos vivos selecionados que conseguem atravessar a acidez do estômago, chegar vivos ao intestino e proporcionar o equilí­brio da flora intestinal. São reconhecidos como probióticos, que ingeridos em determinadas concentrações, proporcionam benefí­cios à saúde do indiví­duo, através do equilí­brio da flora intestinal. As espécies de Lactobacillus são mais efetivas do que muitas outras bactérias para sobreviver a passagem através do trato intestinal para efetivamente colonizar o trato digestivo e balancear a microflora intestinal. O Lactobacillus provou que resisti ao ácido gástrico e bile, adere a mucosa do intestino, coloniza o trato gastrointestinal e luta contra patógenos potenciais, tais como: E. coli, Streptococci, Clostridia e Salmonella. Lactobacillus casei são encontrados naturalmente em leites e carnes fermentadas, assim como no intestino humano, boca e no meio ambiente. O nome L. casei foi primeiro usado em 1904, e o nome sugere sua “relação” com queijo: tanto o casei, quanto caseí­na (a primeira proteí­na no leite) tem origem da palavra latim caseis, que significa queijo. O crescimento do L. casei ocorre em 15 mas não em 45ºC, e requer riboflavina, ácido folínico, pantotenato de cálcio, e os fatores de crescimento niacina. O L. casei é uma espécie notavelmente adaptável, e pode ser isolado dos produtos derivados de leite crus e fermentados, dos produtos frescos e fermentados da planta, e do trato reprodutivo e intestinal dos seres humanos e outros animais. Industrialmente, o L. casei tem aplicação como probiótico humano (promove a cultura viva), como cultura de partida de ácido- produção para fermentação do leite, e especialmente como culturas para intensificação e aceleração do desenvolvimento do sabor em determinadas variedades de queijo. São células gram-positivas que diferem em alguns pontos dos demais Lactobacillus: são menores no tamanho do que os L. bulgaricus, L. acidophilus e L.helveticus e são facultativamente heterofermentativos.

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Publicado por: sosortomolecular | 15 de Março de 2017

ÔMEGAS 3, 6 E 9 – ENTENDA AS DIFERENÇAS E SEUS BENEFÍCIOS À SAÚDE

Ao longo dos últimos anos diversas pesquisas científicas vêm destacando a importância dos ácidos graxos ômega 3, 6, e 9 para a saúde. Essenciais para o bom desenvolvimento do organismo, os ácidos ômega 3 (ω-3) e ômega 6 (ω-6) não são produzidos pelo organismo e, por isso, precisam ser ingeridos através de alimentos que os contenham. Já o ácido graxo ômega 9 (ω-9) é o único que pode ser produzido pelo próprio organismo, porém, para que isso ocorra, é necessário que os ácidos ômega 3 e ômega 6 já estejam no organismo.

Os ácidos graxos

A maior parte das gorduras naturais é constituída por 98% a 99% de triglicerídeos que são, primariamente, constituídos por ácidos graxos (cadeias retas de hidrocarbonetos terminando em um grupo carboxila e, na outra extremidade um grupo metila), cuja nomenclatura, extensão da cadeia e grau de saturação traçam um perfil diferenciado entre si, incidindo fortemente no seu grau de importância.

Quanto à extensão da cadeia, os ácidos graxos classificam-se em ácidos graxos de cadeia curta (SCFA – Short Chain Fatty Acids), com cauda alifática com menos de seis átomos de carbono; cadeia média (MCFA – Medium Chain Fatty Acids), com cauda alifática de 6 a 12 carbonos; de cadeia longa (LCFA – Long Chain Fatty Acids), com cauda alifática de mais de 12 carbonos; e de cadeia muito longa (VLCFA – Very Long Chain Fatty Acids), com cauda alifática contendo mais de 22 átomos de carbono. Quando se trata de ácidos graxos essenciais (EFA – Essential Fatty Acids) costuma-se usar uma terminologia ligeiramente diferente. Os ácidos graxos essenciais de cadeia curta possuem 18 carbonos e os ácidos graxos de cadeia longa possuem 20 ou mais átomos de carbono.

A existência ou não de duplas ligações na cadeia determina o grau de saturação do ácido graxo. Os ácidos graxos saturados são aqueles que contêm uma única ligação entre carbonos, ou seja, não possuem duplas ligações. São geralmente sólidos à temperatura ambiente. Gorduras de origem animal são geralmente ricas em ácidos graxos saturados.

Os ácidos graxos insaturados são aqueles que possuem uma ou mais duplas ligações e são mono ou poliinsaturados. Se o ácido graxo possuir somente uma dupla ligação é chamado monoinsaturado, e os que apresentam mais de uma dupla ligação entre carbonos se denominam ácidos poliinsaturados. São geralmente líquidos à temperatura ambiente. A dupla ligação, quando ocorre em um ácido graxo natural, é sempre do tipo cis.

Os óleos de origem vegetal são ricos em ácidos graxos insaturados. Quando existe mais de uma dupla ligação, estas são sempre separadas por, no mínimo, três carbonos e, normalmente, ocorrem em uma posição não conjugada, podendo também acontecer em uma posição conjugada (alternada por uma ligação simples). Quando dois ácidos graxos são semelhantes, com exceção apenas da posição da dupla ligação entre os carbonos, são chamados de isômeros posicionais.

A ênfase dada aos ácidos graxos poliinsaturados dá-se ao fato do organismo humano não poder sintetizá-los. As duas classes de ácidos poliinsaturados essenciais são o ômega 3 (ω-3) e o ômega 6 (ω-6). O ácido graxo ômega 9 (ω-9) é o único que pode ser produzido pelo próprio organismo, porém, para que isso ocorra, é necessário que os ácidos ômega 3 e ômega 6 já estejam no organismo.

Ômega 3 – Fontes e benefícios à saúde

Os ácidos graxos ômega-3 são assim denominados por possuírem sua primeira dupla ligação no carbono 3 a partir do radical metil do ácido graxo. São encontrados em grande quantidade nos óleos de peixes marinhos, como sardinha, salmão, atum, arenque, anchova, entre outros (peixes que vivem em águas profundas e frias), e também em algas marinhas e nos óleos e sementes de alguns vegetais, como a linhaça, por exemplo. Os mais pesquisados e que possuem maiores benefícios à saúde são o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico) presentes principalmente nos óleos de peixes. Pesquisas mostram que esses ácidos graxos são capazes de ajudar no controle da lipidemia e conter reações inflamatórias, entre outros benefícios. Dessa forma, podem ser coadjuvantes no tratamento de doenças cardiovasculares, artrite, psoríase, etc. Estudos recentes relacionam o uso do DHA em melhorar sintomas de depressão, Mal de Alzheimer e distúrbios de comportamento, como a hiperatividade e déficit de atenção.

As maiores fontes de ômega 3 são os peixes de águas frias e profundas, oleaginosas e óleo de linhaça, ovos enriquecidos e leite fortificado. Contudo, isso não significa que comer peixe diariamente é a solução para todos os problemas, pois qualquer excesso acarreta prejuízos para a saúde. Por ter um alto poder de oxidação, o consumo de ômega 3 deve ser associado à ingestão de vitaminas antioxidantes.

As fontes de ômega 3 encontradas na natureza geralmente já os apresentam na sua forma natural. No entanto, pode-se associá-las ao consumo de vitamina E e selênio (brócolis, azeite extra virgem, oleaginosas, castanha e nozes) e sucos cítricos, que são fontes de vitamina C, para que estes alimentos formem um pool de antioxidantes a fim de preservar a integridade da estrutura química do ômega 3.

Embora seja do conhecimento geral que o ômega 3 é benéfico à saúde, o principal impedimento para o seu consumo em suplementos ou incorporado em alimentos sempre foi o seu sabor residual. É fato notório a dificuldade de se trabalhar com ômega 3 pela sua alta instabilidade; se ocorre a oxidação, o produto alimentício pode apresentar odor e sabor de peixe. Esse desafio técnico foi superado nos últimos anos pela técnica de microencapsulação. Com a microencapsulação, onde o ômega 3 é acondicionado na forma de pó, a oxidação é prevenida, aumentando a vida útil do produto. Esses avanços tecnológicos têm permitido a introdução de ômega3 em vários novos produtos durante os últimos anos. Algumas destas introduções incluem pães, leite, macarrão, ovos e iogurtes. A expansão no desenvolvimento e uso do ômega 3se explica pela convergência de quatro fatores: o entendimento dos benefícios oferecidos pelo ômega 3, consciência dos consumidores das suas próprias deficiências de saúde, desenvolvimento de tecnologias e formulações e, principalmente, a prática de regulamentos positivos.

Os ácidos graxos ômega 3 são apresentados na Tabela.

OS ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA 3

Os ácidos graxos ômega 3 são essenciais para o funcionamento de dois órgãos importantíssimos: o coração e o cérebro.

Dentre os benefícios do consumo de ômega 3 para o coração pode-se destacar a diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue; a redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve; e a alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluido.

O ponto de partida para a realização de estudos sobre a importância do ômega 3 para a saúde humana, foram os esquimós. Os cientistas observaram uma incidência curiosamente baixa de doenças cardiovasculares entre os esquimós da Groenlândia, apesar de sua alimentação conter alto teor de gordura. A explicação para isso estava na sua alimentação, que consistia em peixes ricos em ácidos graxos ômega 3. A partir desse estudo, várias pesquisas foram realizadas, confirmando que os povos que consomem regularmente mais peixe possuem uma incidência menor de doenças cardíacas, pois as gorduras ômega 3 desempenham um papel significativo na redução de doença cardíaca coronariana. Os nutricionistas afirmam que o ômega 3 reduz a tendência das plaquetas de gordura se agregarem nas artérias (o que pode provocar aterosclerose e precipitação de ataques cardíacos); além disso, reduz triglicérides, colesterol e reações inflamatórias.

Os ataques cardíacos acontecem quando um acúmulo de colesterol ruim (LDL), proveniente da ingestão de gorduras ruins na dieta como, por exemplo, a hidrogenada e saturada, são depositadas e oxidadas nas artérias, provocando “escamação” da parede dos vasos sanguíneos.

Quando isso ocorre, o organismo aumenta a liberação de certas proteínas, como a apoproteína A e a fibrina, buscando reparar a lesão instalada. A apoproteína entra em ação para reparar o dano e a fibrina vai se depositando na artéria. Com o tempo, os depósitos de fibrina estreitam o diâmetro das artérias, fazendo com que o coração tenha um débito reduzido, aumentando o esforço para impulsionar o sangue ao seu destino durante o processo circulatório. O ômega 3 evita a fixação e oxidação do LDL na parede das artérias. Diante disso, ocorre uma menor produção de apoproteína A e fibrina que se acumulariam nos vasos.

O cérebro é outro órgão beneficiado pelo ômega 3. Mais de 20% do cérebro é constituído de substâncias gordurosas que desempenham importantes funções. Por isso, a saúde do cérebro depende da quantidade de gordura ingerida e, principalmente, do tipo de gordura consumida, ou seja, a performance mental exige um tipo específico de gordura, e o ômega-3 é ideal.

Sabe-se que o ômega 3 é um ácido graxo estrutural da matéria cinzenta do cérebro, promovendo a comunicação entre as células nervosas, além de ajudar na construção das bainhas de mielina ao redor das fibras nervosas, permitindo assim uma melhor neuro transmissão química, o que, consequentemente, auxilia no monitoramento do humor e da memória.

O ômega 3 cria um ambiente ideal para a troca rápida de mensagens entre as células do cérebro. Se o cérebro pára de receber ômega 3, procura se adaptar a essa deficiência. Como consequência, fica “preguiçoso” e as respostas passam a ser mais lentas. A repetição desse comportamento faz com que o cérebro passe a encarar esse novo estado como um novo padrão de funcionamento. Os resultados disso são problemas de memória, alterações de humor e dificuldades de aprendizado. Estudos recentes mostram que o consumo regular de ômega 3 ajuda a melhorar a concentração; a melhorar a memória; a aumentar a motivação; a melhorar as habilidades motoras; a aumentar a velocidade de reação; a neutralizar o estresse; e a prevenir doenças degenerativas cerebrais.

Além do coração e do cérebro, há vários benefícios específicos em consumir ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA). Um deles é na maternidade, reduzindo o risco de depressão pós-parto e mudanças de humor, além de melhorar a saúde durante e após a gravidez. O DHA provê isolamento crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso em crianças, bem como auxilia em seu desenvolvimento visual e cognitivo. Além disso, o leite materno é rico em todos os três ácidos graxos e a maioria das fórmulas infantis contêm DHA e ARA (ácido araquidônico) mais semelhante ao leite materno.

A ingestão de EPA e DHA também reduz os sintomas de dislexia, ADHD (desordem de atenção e hiperatividade deficitária) e outros sintomas de aprendizagem, comportamento e coordenação desordenada em crianças. Nos adultos, os benefícios incluem redução do risco de depressão, esquizofrenia, hipertensão e doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, doença inflamatória do intestino (IBD) e asma, ataque cardíaco e outras doenças cardiovasculares. Outros benefícios incluem redução do risco de demência, deterioração mental e degeneração macular relacionada à idade (AMD).

Esta ampla variedade de benefícios se baseia em estudos focados principalmente em algumas condições de saúde, como desordens inflamatórias (inclusive artrite, doença autoimune, psoríase e eczema), depressão, câncer, lúpus e asma. Porém, várias outras pesquisas com ômega 3 estão sendo realizadas para uma variedade de outras condições, desde desordens do sono, ansiedade e depressão, até resposta imune.

Ômega 6 – Tipos e benefícios diversos

Existem vários tipos diferentes de ácidos graxos ômega 6. A maioria é proveniente da dieta, como o ácido linoléico, por exemplo, sendo encontrado especialmente em azeites vegetais (girassol, milho, soja, etc.) e em alimentos que os contenham, como as conservas em azeite, entre outros. O ácido linoléico é convertido no organismo em outro ácido graxo da família ômega 6, denominado ácido gama linoléico, sendo, posteriormente, transformado no organismo no ácido graxo araquidônico. Quando se fala em ômega 6, deve-se destacar também a importância de se manter determinada proporção entre os diferentes integrantes da mesma família; embora o ácido linoléico, principal componente dos ômega 6, exerça funções importantíssimas no organismo, não é conveniente que haja excesso do mesmo. Como em muitos outros aspectos da alimentação, a moderação e o equilíbrio, neste caso, é um ponto fundamental.

Os ácidos graxos saturados, presentes nos alimentos de origem animal (carnes, lácteos, etc.) não devem superar o máximo de 10%, para evitar a aparição de doenças cardiovasculares, enquanto que os ácidos graxos monoinsaturados (principalmente o azeite de oliva) e poliinsaturados devem representar o maior aporte de gordura na dieta, contribuindo, junto com outros fatores alimentícios e fisiológicos, para evitar o surgimento de doenças associadas ao coração e ao sistema cardiovascular.

No grupo de ácidos graxos poliinsaturados se encontram os ômega 6, fundamentalmente em azeites e óleos de sementes, bem como em cereais.

O ácido γ-linolênico ou, simplesmente, GLA (Gamma Linolenic Acid) é designado como 18:3 (ômega 6). Quimicamente, é um ácido carboxílico com uma cadeia de 18 carbonos e três ligações duplas cis; a primeira ligação dupla é localizada no sexto carbono a contar da terminação ômega. É também chamado de ácido gamolênico. É um isômero do ácido α-linolênico, que é o ácido graxo ômega 3.

Uma dieta ocidental típica contém baixas quantidades de GLA. As fontes mais concentradas não vêm de alimentos tradicionais, mas de óleos de sementes e microorganismos. Os microorganismos que produzem GLA incluem cianobacterias (Spirulina máxima e S. platensis) e fungos (Mucor javanicus e Mortierella isabellina). Nenhuma destas fontes concentradas de GLA está presente em uma dieta típica, mas os óleos podem ser consumidos em forma de suplemento dietético.

O Evening Primrose Oil (EPO), ou óleo de prímula, é a forma mais popular do ácido graxo essencial ômega 6, rico em ácido linolênico (LA) e ácido γ-linolênico (GLA). Trata-se de um dos óleos nutricionais mais pesquisados, o que contribuiu para sua grande popularidade, em particular com relação a tensão pré-menstrual, doenças cardiovasculares, inflamação e problemas de pele.

O ácido γ-linolênico (GLA) é convertido pelo organismo em uma substância chamada prostaglandina E1 (PGE1). O PGE1 tem propriedades antiinflamatórias, além de agir afinando o sangue e como um dilatador de vasos. As propriedades antiinflamatórias do GLA vem sendo estudadas em pesquisas duplo-cego com pessoas que sofrem de artrite reumatóide. Alguns estudos reportaram que a suplementação com GLA geraram benefícios significativos para estas pessoas. O ácido γ-linolênico mostrou ter atividades anticancerígenas em estudos com tubo de ensaio e em alguns estudos com animais. Também demonstrou, em alguns estudos, reduzir os níveis de colesterol.

A suplementação com óleo de prímula pode melhorar coceira de pele, vermelhidão e secura associada com hemodiálise. Pessoas com síndrome pré-menstrual, diabetes, esclerodermia, eczema e outras condições de pele podem ter um bloqueio metabólico que interfere com a habilidade do organismo de produzir o GLA. Em estudos preliminares, a suplementação com óleo de prímula ajudou as pessoas com estas condições. Existem evidências de que alcoólatras podem ter deficiência de GLA, e um estudo preliminar sugere que a suplementação com óleo de prímula pode ajudá-los no combate a esse vício.

A deficiência de GLA é muito comum e ocorre principalmente devido a fatores como envelhecimento, intolerância a glicose, alto consumo de gordura na dieta, e outros problemas. Pessoas com esta deficiência podem se beneficiar com a suplementação com óleo de prímula. A quantidade exata ideal de óleo de prímula por dia ainda é desconhecida. Pesquisadores normalmente usam entre 3g a 6g de óleo de prímula por dia, o que fornece aproximadamente 270mg a 540mg de GLA. A ideia de tomar outros nutrientes, como magnésio, zinco, vitamina C, niacina e vitamina B6 junto da suplementação de óleo de prímula é interessante, uma vez que eles ajudam também na formação do PGE1.

Atualmente, o óleo de prímula é a mais importante fonte comercial de ácido γ-linolênico. Em cada grama do óleo encontram-se, além de quantidades menores de outros ácidos, de 65mg a 80mg de ácido linoléico e de 8mg a 14mg de GLA. Portanto, o óleo é, ao mesmo tempo, fonte do ácido γ-linolênico e de seu precursor, o ácido linoleico. Outras boas fontes naturais de GLA são o óleo de sementes de borragem (Borago officinalis L.), óleo de sementes de cassis (Ribes nigrum), ou fontes fúngicas. Uma alternativa que se mostra promissora é o óleo de Echium fastuosum, uma planta da família das borragináceas.

Não existe nenhum consenso quanto as doses adequadas ou indicadas de GLA, as quais variam de aproximadamente 90mg a 1.000mg/dia.

Os ácidos graxos ômega 6 são apresentados na Tabela 2.

OS ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA 6

O ômega 6 oferece diversos benefícios à saúde, uma vez que o organismo necessita deste ácido graxo para trabalhar corretamente. Entre as principais funções sobre as quais pode interferir, estão a formação das membranas celulares; a síntese hormonal; o correto funcionamento do sistema imunológico; a adequada formação da retina; e o funcionamento neuronal e a transmissão dos impulsos nervosos.

É comprovado que a ingestão de ácidos graxos ômega 6 representa uma série de benefícios para o organismo, destacando-se entre outros, a síndrome de atenção dispersa/hiperatividade, a hipertensão arterial e as doenças cardíacas e a osteoporose.

Vários estudos sugerem que as crianças com síndrome de atenção dispersa, acompanhados ou não de hiperatividade, apresentam níveis mais baixos de AGE, ácidos grãos essenciais, tanto da família ômega 6 como ômega 3.

Devido à relação que estas substâncias desempenham no desenvolvimento do cérebro e na função cognitiva (comportamento), faz sentido continuar a analisar e pesquisar a conexão entre os níveis baixos de AGE nestes indivíduos, particularmente crianças, com esta síndrome. Enquanto se aguarda os resultados de novos estudos, é adequado manter um equilíbrio mais saudável entre os alimentos que contém ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 na dieta, o que sem dúvida, trará outros benefícios à saúde.

As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de mortalidade. A participação dos ácidos graxos ômega 6 em perfeito equilíbrio com os ômega 3, é de fundamental relevância para diminuir este quadro, uma vez que o ômega 6 ajuda a baixar os níveis de colesterol total e LDL. Ao diminuir os níveis de LDL, diminuem as mortes por enfermidade cardíaca. Os ômega 6 poliinsaturados, como o linoléico, tendem a reduzir ambos os tipos de colesterol (LDL e HDL) no sangue, e estão presentes nos óleos de milho, soja e girassol. Os monoinsaturados, presentes fundamentalmente no azeite de oliva, tendem a diminuir os níveis de colesterol LDL, sem afetar o colesterol HDL.

Os ácidos graxos poliinsaturados (óleos de sementes) e monoinsaturados (azeite de oliva) não formam depósitos gordurosos que obstruem as artérias, como ocorre com os ácidos graxos saturados, presentes fundamentalmente em alimentos de origem animal. Assim, deve-se consumir diariamente óleos e azeites de diferentes tipos, porém sempre com moderação. Suspender por completo os óleos e azeites da dieta é um grave erro, já que são a principal fonte de vitamina E, a qual cumpre uma importante função antioxidante.

A deficiência de ácidos graxos essenciais pode levar ao desgaste ósseo e a predisposição a osteoporose. Os ácidos graxos essenciais também podem contribuir para uma maior absorção de cálcio e ao depósito deste mineral nos ossos, bem como favorecer a diminuição da perda de cálcio através da urina (calciuria). Essas condições podem melhorar e/ou fortalecer a massa óssea, prevenindo, entre outros fatores, a osteoporose.

Alguns estudos clínicos que analisam o papel dos ácidos graxos essenciais ômega 6, particularmente o linoléico, principal componente dos óleos vegetais de milho e girassol, mostram que eles podem ser benéficos no tratamento destes distúrbios Os ômega 6 exercem uma função de destaque na conservação da pele e outros epitélios.

Ômega 9 – Obtenção e aplicação

O ômega 9, também chamado de ácido oléico, é um ácido carboxílico, por possuir um grupo funcional COOH. O ácido oléico é um ácido graxo de cadeia longa, possuindo 18 carbonos na sua estrutura. Por possuir uma dupla ligação entre os carbonos, é chamado de ácido graxo insaturado. Os ácidos graxos são uma classe de compostos orgânicos que constituem os lipídeos, os quais são vitais na construção da membrana celular, estando presente na epiderme, a qual protege e faz parte da barreira da pele, evitando a sua desidratação por perda de água transepidérmica. O ácido oléico é um ácido graxo essencial, o qual participa do metabolismo, desempenhando um papel fundamental na síntese dos hormônios.

O ácido oléico, quando purificado e bidestilado, apresenta-se na forma líquida na temperatura ambiente, sendo um líquido de cor incolor a levemente amarelado. Sua solidificação ocorre com o abaixamento da temperatura, sendo que se torna sólido na temperatura de 14°C a 16º C. Por possuir uma cadeia grande lipofílica, o ácido oléico e insolúvel em água e solúvel em solventes orgânicos e óleos vegetais. Quando exposto ao ar ou ao calor se torna amarelo e rançoso, como em gorduras animais. No óleo de oliva (azeite) a sua concentração ultrapassa 70%. Também está presente em alta concentração no óleo de sementes de uva, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de soja, óleo de palma e em animais marinhos, como o tubarão e bacalhau.

O ácido oléico é obtido a partir da hidrólise da gordura animal e de certos óleos vegetais (óleo de oliva, palma, uva, etc.), onde, após a separação da glicerina, é submetido a uma destilação sob alto vácuo e separado por cristalização fracionada da estearina, através do abaixamento da temperatura. Para se obter uma oleína altamente pura, deve ser bidestilada e fracionada até se chegar a concentração acima de 95%.

O ômega 9 é um ácido graxo monoinsaturado, estando relacionado a níveis de triglicerídeos mais saudáveis, além de também ajudar na diminuição dos níveis de colesterol total sanguíneo, LDL (colesterol ruim) e, ainda, aumentar o HDL (colesterol bom).

Esse tipo de gordura está presente no azeite de oliva, azeitona, oleaginosas (castanhas, amêndoas e nozes), e abacate. Esse efeito se deve ao seu bom conteúdo de fitoesteróis, substâncias que auxiliam na eliminação do colesterol e, também, na diminuição da circunferência abdominal. Outro alimento muito estudado, rico em ômega 9 e que faz parte da famosa dieta mediterrânea é o azeite de oliva extra virgem. O consumo regular ajuda no combate ao colesterol total e ruim (LDL) e, assim como o abacate, também aumenta o bom (HDL). Além disso, é altamente antiinflamatório por fornecer uma boa carga de antioxidantes ao organismo, o que pode reduzir a oxidação através da inibição da peroxidação dos lipídios, fator que está envolvido nas doenças coronarianas, no câncer e no envelhecimento.

A partir da descoberta desses benefícios, as pesquisas se multiplicaram. Cientistas do Monell Chemical Senses Center e colaboradores das universidades da Pensilvânia e de Ciências da Filadélfia, descobriram a presença de um agente natural antiinflamatório, chamado de óleo canthal, que atua inibindo a atividade do ciclo oxigenase (COX), poderosa enzima envolvida no processo inflamatório, e que pode ajudar na prevenção de doenças do coração, por exemplo.

Outro estudo, esse coordenado por cientistas europeus, mostrou que o azeite impede o acúmulo de gordura na região abdominal. Comprovando esse efeito, uma pesquisa publicada na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, comprovou que a ingestão diária de duas colheres de sopa de azeite evita a formação de gorduras na região visceral. O azeite já foi alvo de várias pesquisas mostrando sua relação com a redução do acúmulo de gordura abdominal e a conclusão que se chega é que os componentes do azeite ajudam a reorganizar os depósitos de gorduras no organismo, impedindo que elas inchem as células adiposas da região abdominal e se concentrem. Além disso, a queima de gordura é uma reação química que depende de uma série de nutrientes.

Para ampliar o leque de benefícios nesse grupo de alimentos de gorduras benéficas estão as amêndoas, castanhas e nozes. Vários estudos estão sendo conduzidos e têm como foco esse grupo das oleaginosas. Um deles, publicado na revista norte-americana International Journal of Obesity, comparou os efeitos de uma dieta para emagrecer enriquecida com amêndoa a uma mais tradicional suplementada com carboidratos complexos. O grupo que comeu amêndoa obteve mais sucesso na redução de peso e do total de gordura corporal. Além disso, mostrou mais facilidade em manter a perda de peso, grande problema enfrentado por muitas pessoas.

Outras propriedades do ômega 9 é de ser antiinflamatório, por ser rico em antioxidantes; proteger o coração; prevenir contra cânceres e no envelhecimento das células.

Alimentos fonte desse ômega, como é o caso do azeite de oliva, têm sido estudados por impedirem o acúmulo de gordura na região do abdômen. Isso ocorre, porque ele impede que as células de gordura se inchem, além de ajudar na queima da gordura corporal, usando-a como fonte de energia.

Em um estudo realizado com camundongos obesos e diabéticos foi verificado a ação do ômega 3 e do ômega 9 no hipotálamo desses animais. Como conclusão, os pesquisadores demonstraram que essas substâncias foram capazes de reduzir a inflamação e restabelecer a sinalização celular que controla o apetite, ajudando na perda de peso.

 ÔMEGAS 3, 6 E 9 ENTENDA AS DIFERENÇAS E SEUS BENEFÍCIOS À SAÚDE

Ao longo dos últimos anos diversas pesquisas científicas vêm destacan­do a importância dos ácidos graxos ômega 3, 6, e 9 para a saúde. Essenciais para o bom desenvol­vimento do organismo, os ácidos ômega 3 (ω-3) e ômega 6 (ω-6) não são produzidos pelo organismo e, por isso, precisam ser ingeridos através de alimentos que os contenham. Já o ácido graxo ômega 9 (ω-9) é o único que pode ser produzido pelo próprio organismo, porém, para que isso ocorra, é ne­cessário que os ácidos ômega 3 e ômega 6 já estejam no organismo.

OS ÁCIDOS GRAXOS

A maior parte das gorduras naturais é constituída por 98% a 99% de triglice­rídeos que são, primariamente, consti­tuídos por ácidos graxos (cadeias retas de hidrocarbonetos terminando em um grupo carboxila e, na outra extremidade um grupo metila), cuja nomenclatura, extensão da cadeia e grau de saturação traçam um perfil diferenciado entre si, incidindo fortemente no seu grau de importância.

Quanto à extensão da cadeia, os áci­dos graxos classificam-se em ácidos gra­xos de cadeia curta (SCFA – Short Chain Fatty Acids), com cauda alifática com menos de seis átomos de carbono; cadeia média (MCFA – Medium Chain Fatty Acids), com cauda alifática de 6 a 12 carbonos; de cadeia longa (LCFA – Long Chain Fatty Acids), com cauda alifática de mais de 12 carbonos; e de cadeia mui­to longa (VLCFA – Very Long Chain Fatty Acids), com cauda alifática contendo mais de 22 átomos de carbono. Quando se trata de ácidos graxos essenciais (EFA – Essential Fatty Acids) costuma-se usar uma terminologia ligeiramente diferen­te. Os ácidos graxos essenciais de cadeia curta possuem 18 carbonos e os ácidos graxos de cadeia longa possuem 20 ou mais átomos de carbono.

A existência ou não de duplas li­gações na cadeia determina o grau de saturação do ácido graxo. Os ácidos graxos saturados são aqueles que con­têm uma única ligação entre carbonos, ou seja, não possuem duplas ligações. São geralmente sólidos à temperatura ambiente. Gorduras de origem animal são geralmente ricas em ácidos graxos saturados.

Os ácidos graxos insaturados são aqueles que possuem uma ou mais du­plas ligações e são mono ou poliinsatu­rados. Se o ácido graxo possuir somente uma dupla ligação é chamado monoin­saturado, e os que apresentam mais de uma dupla ligação entre carbonos se denominam ácidos poliinsaturados. São geralmente líquidos à temperatura am­biente. A dupla ligação, quando ocorre em um ácido graxo natural, é sempre do tipo cis.

Os óleos de origem vegetal são ricos em ácidos graxos insaturados. Quando existe mais de uma dupla ligação, estas são sempre separadas por, no mínimo, três carbonos e, normalmente, ocorrem em uma posição não conjugada, poden­do também acontecer em uma posição conjugada (alternada por uma ligação simples). Quando dois ácidos graxos são semelhantes, com exceção apenas da posição da dupla ligação entre os carbonos, são chamados de isômeros posicionais.

A ênfase dada aos ácidos graxos poliinsaturados dá-se ao fato do orga­nismo humano não poder sintetizá-los. As duas classes de ácidos poliinsatura­dos essenciais são o ômega 3 (ω-3) e o ômega 6 (ω-6). O ácido graxo ômega 9 (ω-9) é o único que pode ser produzido pelo próprio organismo, porém, para que isso ocorra, é necessário que os ácidos ômega 3 e ômega 6 já estejam no organismo.

ÔMEGA 3 – FONTES E BENEFÍCIOS À SAÚDE

Os ácidos graxos ômega 3 são as­sim denominados por possuírem sua primeira dupla ligação no carbono 3 a partir do radical metil do ácido graxo. São encontrados em grande quantidade nos óleos de peixes marinhos, como sar­dinha, salmão, atum, arenque, anchova, entre outros (peixes que vivem em águas profundas e frias), e também em algas marinhas e nos óleos e sementes de alguns vegetais, como a linhaça, por exemplo. Os mais pesquisados e que possuem maiores benefícios à saúde são o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico) presentes principalmente nos óleos de peixes. Pesquisas mostram que esses ácidos graxos são capazes de ajudar no controle da lipidemia e conter reações inflamatórias, entre outros benefícios. Dessa forma, podem ser coadjuvantes no tratamento de doenças cardiovas­culares, artrite, psoríase, etc. Estudos recentes relacionam o uso do DHA em melhorar sintomas de depressão, Mal de Alzheimer e distúrbios de comporta­mento, como a hiperatividade e déficit de atenção.

As maiores fontes de ômega 3 são os peixes de águas frias e profundas, oleaginosas e óleo de linhaça, ovos enriquecidos e leite fortifi­cado. Contudo, isso não significa que comer peixe diariamente é a solução para todos os problemas, pois qualquer excesso acarreta prejuízos para a saúde. Por ter um alto poder de oxi­dação, o consumo de ômega 3 deve ser associado à ingestão de vitaminas antioxidantes.

As fontes de ômega 3 encontradas na natureza geralmente já os apresentam na sua forma natural. No entanto, pode-se associá-las ao consumo de vitamina E e selênio (brócolis, azeite extra virgem, oleaginosas, castanha e nozes) e sucos cítricos, que são fontes de vitamina C, para que estes alimentos formem um pool de antioxidantes a fim de preservar a integridade da estrutura química do ômega 3.

Embora seja do conhecimento geral que o ômega 3 é benéfico à saúde, o principal impedimento para o seu consumo em suplementos ou incorporado em alimentos sempre foi o seu sabor residual. É fato notório a dificuldade de se trabalhar com ômega 3 pela sua alta instabilidade; se ocor­re a oxidação, o produto alimentício pode apresentar odor e sabor de peixe.

Esse desafio técnico foi superado nos últimos anos pela técnica de microen­capsulação. Com a microencapsulação, onde o ômega 3 é acondicionado na forma de pó, a oxidação é prevenida, aumentando a vida útil do produto. Esses avanços tecnológicos têm permitido a introdução de ômega 3 em vários no­vos produtos durante os últimos anos. Algumas destas introduções incluem pães, leite, macarrão, ovos e iogurtes. A expansão no desenvolvimento e uso do ômega 3 se explica pela convergência de quatro fatores: o entendimento dos benefícios oferecidos pelo ômega 3, consciência dos consumidores das suas próprias deficiências de saúde, desenvol­vimento de tecnologias e formulações e, principalmente, a prática de regulamen­tos positivos.

Os ácidos graxos ômega 3 são apre­sentados na Tabela 1.

TABELA 1 – OS ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA 3

Nome comum Notação de lipídio Nome químico
Ácido Hexadecatrinóico 16:3 (ω−3)                                                                          all-cis-7,10,13 – Ácido hexadecatrinóico
Ácido alfa-linolênico (ALA) 18:3 (ω−3) all-cis-9,12,15 – Ácido octadecatrinóico
Ácido estearidônico (STD) 18:4 (ω−3) all-cis-6,9,12,15 – Ácido octadecatetranóico
Ácido eicosatrienóico (ETE) 20:3 (ω−3) all-cis-11,14,17 – Ácido eicosatrinóico
Ácido eicosatetraenóico (ETA) 20:4 (ω−3) all-cis-8,11,14,17 – Ácido eicosatetranóico
Ácido eicosapentaenóico (EPA) 20:5 (ω−3) all-cis-5,8,11,14,17 – Ácido eicosapentanóico
Ácido docosapentaenóico (DPA), 22:5 (ω−3) all-cis-7,10,13,16,19 – Acido docosapentanoico
Ácido docosaexanóico (DHA) 22:6 (ω−3) all-cis-4,7,10,13,16,19 – Ácido docosahexanóico
Ácido tetracosapentaenóico (TPA) 24:5 (ω−3) all-cis-9,12,15,18,21 – Ácido docosahexanóico
Ácido tetracosahexaenóico (THA)

(Ácido Nisínico)

24:6 (ω−3) all-cis-6,9,12,15,18,21 – Ácido tetracosenóico

Os ácidos graxos ômega 3 são essenciais para o funcionamento de dois órgãos importantíssimos: o coração e o cérebro.

Dentre os benefícios do consumo de ômega 3 para o coração pode-se destacar a diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue; a redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve; e a alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluido.

O ponto de partida para a realiza­ção de estudos sobre a importância do ômega 3 para a saúde humana, foram os esquimós. Os cientistas observaram uma incidência curiosamente baixa de doenças cardiovasculares entre os esquimós da Groenlândia, apesar de sua alimentação conter alto teor de gordura. A explicação para isso estava na sua alimentação, que consistia em peixes ricos em ácidos graxos ômega 3. A partir desse estudo, várias pesquisas foram realizadas, confirmando que os povos que consomem regularmente mais peixe possuem uma incidência menor de doenças cardíacas, pois as gorduras ômega 3 desempenham um papel significativo na redução de doença cardíaca coronariana. Os nutricionistas afirmam que o ômega 3 reduz a tendên­cia das plaquetas de gordura se agrega­rem nas artérias (o que pode provocar aterosclerose e precipitação de ataques cardíacos); além disso, reduz triglicéri­des, colesterol e reações inflamatórias.

Os ataques cardíacos acontecem quando um acúmulo de colesterol ruim (LDL), proveniente da ingestão de gorduras ruins na dieta como, por exemplo, a hidrogenada e saturada, são depositadas e oxidadas nas artérias, provocando “escamação” da parede dos vasos sanguíneos.

Quando isso ocorre, o organismo aumenta a liberação de certas proteí­nas, como a apoproteína A e a fibrina, buscando reparar a lesão instalada. A apoproteína entra em ação para reparar o dano e a fibrina vai se depositando na artéria. Com o tempo, os depósitos de fibrina estreitam o diâmetro das arté­rias, fazendo com que o coração tenha um débito reduzido, aumentando o es­forço para impulsionar o sangue ao seu destino durante o processo circulatório. O ômega 3 evita a fixação e oxidação do LDL na parede das artérias. Diante disso, ocorre uma menor produção de apoproteína A e fibrina que se acumu­lariam nos vasos.

O cérebro é outro órgão beneficiado pelo ômega 3. Mais de 20% do cérebro é constituído de substâncias gordu­rosas que desempenham importantes funções. Por isso, a saúde do cérebro depende da quantidade de gordura ingerida e, principalmente, do tipo de gordura consumida, ou seja, o desempenho mental exige um tipo específico de gordura, e o ômega 3 é ideal.

Sabe-se que o ômega 3 é um ácido graxo estrutural da matéria cinzenta do cérebro, promovendo a comunicação entre as células nervosas, além de ajudar na construção das bainhas de mielina ao redor das fibras nervosas, permitindo assim uma melhor neuro transmissão química, o que, consequentemente, auxilia no monitoramento do humor e da memória.

O ômega 3 cria um ambiente ideal para a troca rápida de mensagens entre as células do cérebro. Se o cérebro pára de receber ômega 3, procura se adaptar a essa deficiência. Como consequência, fica “preguiçoso” e as respostas passam a ser mais lentas. A repetição desse comportamento faz com que o cérebro passe a encarar esse novo estado como um novo padrão de funcionamento. Os resultados disso são problemas de memória, alterações de humor e dificuldades de aprendizado. Estudos recentes mostram que o consumo regular de ômega 3 ajuda a melhorar a concentração; a melhorar a memória; a aumentar a motivação; a melhorar as habilidades motoras; a aumentar a velocidade de reação; a neutralizar o estresse; e a prevenir doenças degene­rativas cerebrais.

Além do coração e do cérebro, há vários benefícios específicos em consumir ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA). Um deles é na maternidade, reduzindo o risco de depressão pós-parto e mudanças de humor, além de melhorar a saúde durante e após a gravidez. O DHA provê isolamento crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso em crianças, bem como auxilia em seu desenvolvimento visual e cognitivo. Além disso, o leite materno é rico em todos os três ácidos graxos e a maioria das fórmulas infantis contêm DHA e ARA (ácido araquidônico) mais semelhante ao leite materno.

A ingestão de EPA e DHA também reduz os sintomas de dislexia, ADHD (desordem de atenção e hiperativida­de deficitária) e outros sintomas de aprendizagem, comportamento e coor­denação desordenada em crianças. Nos adultos, os benefícios incluem redução do risco de depressão, esquizofrenia, hipertensão e doenças inflamatórias, como artrite reumatóide, doença in­flamatória do intestino (IBD) e asma, ataque cardíaco e outras doenças cardiovasculares. Outros benefícios incluem redução do risco de demência, deterioração mental e degeneração ma­cular relacionada à idade (AMD).

Esta ampla variedade de benefícios se baseia em estudos focados princi­palmente em algu­mas condições de saúde, como desordens inflamatórias (inclusive artrite, doença autoimune, psoríase e eczema), depressão, câncer, lúpus e asma. Porém, várias outras pesquisas com ômega 3 estão sendo realizadas para uma variedade de outras condições, desde desordens do sono, an­siedade e depressão, até resposta imune.

Referências:

WebMD http://www.webmd.com/ovarian-cancer/ss/slideshow-ovarian-cancer-overview Wikipedia http://en.wikipedia.org/wiki/Omega-7_fatty_acid http://en.wikipedia.org/wiki/Palmitoleic_acid Worldagroforestry http://www.worldagroforestry.org/treedb/AFTPDFS/Hippophae_rhamnoides.pdf

Publicado por: sosortomolecular | 11 de Março de 2017

Lactobacillus: a vida da microbita intestinal

A importância dos probióticos na microbiota intestinal, prevenção de doenças e aumento da imunidade

Atualmente a microbiota intestinal é conhecido com um órgão, tamanha é a sua importância no corpo humano na prevenção de doenças, imunidade. A microbiota intestinal é um órgão virtual, mas reconhecido como um órgão.

O corpo humano possui mais bactérias no intestino grosso do que células no corpo, possuímos 10.000.000.000.000 (dez trilhões) de células no corpo, e possuímos 100.000.000.000.000 (cem trilhões) de bactérias no intestino, são 10 vezes mais bactérias no intestino grosso do que células no corpo, em se falando de números, nós somos apenas 10% humanos, as bactérias são muito menores que as células e por isso podemos ter muito mais bactérias. E são estas bactérias que constituem a nossa microbiota intestinal, essa microbiota intestinal é constituída de bactérias benéficas e bactérias patogênicas.

Destas cem trilhões de bactérias nos temos as bactérias Dominantes, as bactérias Subdominantes e as Bactérias Residuais, que são as bactérias prejudiciais. Vejamos abaixo como estão divididas:

Bactérias Dominantes: Bifidobacterium, Bacteroides, Eubacterium, Fusobacterium, Peptostreptococcus.
Bactérias Subdominantes: Lactobacillus Escherichia Coli e Lactobacillus Enterococcus
Bactérias Residuais: Clostridium, Pseudomonas, Klebsiella, Veillonella, Enterobacter, Firmicutes.

Composição probiótica e a obesidade

Uma curiosidade sobre os Firmicutes, que são as bactérias residuais. O aumento de mais de 50% do número de firmicutis, acompanhado de diminuição de mais de 50% do número de mais bacteroidetes, maior será a propensão a obesidade. Ou seja, se um indivíduo, mesmo ele não sendo obeso, se houver o aumento do número de firmicutis, ele ficará obeso, mesmo esse indivíduo tendo uma dieta equilibrada. Pra se ver a tamanha importância da microbiota intestinal. Agora, ao associarmos isso com os maus hábitos alimentares, é fácil perceber o porquê do número de pessoas obesas estarem aumentando a cada dia. Existem pessoas que são obesas por que tem firmicutis demais no intestino, não se consegue tratar a obesidade enquanto não tratar dos firmicutis, as firmicutis interferem drasticamente na obesidade.

Quando a quantidade de bactérias patogênicas é maior que a quantidade bactérias benéficas, temos o que chamamos de DISBIOSE. Então necessitamos possuir mais bactérias benéficas do que patogênicas, e isso não ocorre na grande maioria dos casos devido a maus hábitos alimentares como, por exemplo, consumo de alimentos acidificantes, água filtrada ou mineral com um pH abaixo de 7.4, bebidas alcoólicas, entre outros. E essa DISBIOSE desencadeia o aparecimento de inúmeras doenças, cânceres, principalmente os intestinos, aumento de radicais livres no corpo, pois um intestino com DISBIOSE está constantemente jogando no organismo toxinas e, consequentemente a pessoa com um intestino deste envelhece mais rápido.

Por esta razão é necessário fazer uso de probióticos, pois estes restabelecem a saúde e integridade da microbiota intestinal, a medicina chinesa já dizia: “a saúde e a doença começa e termina no intestino“. Existem três tipos de ingredientes que podemos utilizar para interferir positivamente na microbiota intestinal, são os probióticosprobióticos e simbióticos, falaremos sobre eles a seguir:

PRÉBIÓTICOS: É o alimento que alimenta a bactéria. Resistem à hidrólise enzimática do trato digestivo. Os FOS (frutooligossacarídeos) derivados da insulina e os galactooligossacarídeo (GOS) de origem láctea, tais como a lactulose e a lactosacarose, incluem-se em nutrientes funcionais pré bióticos.

Os FOS são OS lineares de cadeia curta ou média formada por moléculas de frutose com ligações glicosídicas impedindo que enzimas digestivas hidrolisem estes carboidratos.

Estes OS são encontrados em alguns vegetais como: alho porrô, cebola, alcachofra, endívia, aspargo, chicória amarga. E ainda no trigo, barra de cereais, laticínios e outros. Porém pode ser extraída da inulina.

São os oligossacarídeos um dos mais importantes nutrientes do leite materno, estimulando o crescimento de bactérias benéficas no intestino, como as bifidobactérias e lactobacilos, reforçando o sistema imunológico. A alimentação selecionada de galactooligossacarídeos de cadeia curta GOS (90%) e frutooligossacarídeos de cadeia longa (FOS), assemelham os oligossacarídeo de leite materno.

Os pré bióticos em fórmulas infantis, podem acarretar diarreia com perda hídrica, devido a presença de fibras não digeridas no cólon. Usar doses inferiores a 8g/L.

PROBIÓTICOS: É a bactéria benéfica em si, o bacilo, existem muitos lactobacilos como o lactobacilos rhamnosus, lactobacilos casei shirota, lactobacilos helvéticos e muito mais, e, temos também o KEFIR, que é um poderoso e mais completo probiótico existentes. Os lactobacilos influenciam beneficamente na microbiota intestinal e trazendo resultados positivos na terapêutica de pacientes com câncer de cólon, mama e bexiga. Por exemplo, pessoa com câncer de cólon se beneficiam positivamente com o uso dos lactobacilos rhamnosus, quem possui câncer de mama se beneficia com uso dos lactobacilos helvéticos, quem possui câncer da bexiga se beneficia do lactobacilos casei shirota, e tudo isso constando na literatura médica, publicados em jornais científicos. Como pode-se observar, existe uma correlação entre o tipo de probiótico e o benefício no câncer, estes estudos já existem.

O Kefir é um alimento probiótico, com propriedades de fortalecer e restaurar a microbiota intestinal. É uma cultura de microrganismos simbióticos, conhecidas como bactérias benéficas. São constituídos de bactérias não patogênicas, leveduras, sais minerais como o cálcio, o ferro e também possuem vitaminas do complexo B. O Kefir traz inúmeros benefícios para a saúde de quem faz uso deste, além de ser uma bebida refrescante e muito nutritiva, e, portanto, muito saudável.

O Kefir se destaca entre os demais probióticos existentes pela quantidade de CEPAS que possui. As cepas são as famílias de bactérias benéficas. O Kefir possui de 35 a 50 cepas, tem fungos saudáveis, tem proteínas, tem lipídios, tem açúcar. Enquanto que os iogurtes e os demais probióticos comercialmente vendidos possuem apenas de 1 a 3 cepas no máximo.

O Kefir tem a capacidade de restaurar a microbiota intestinal em muito pouco tempo, e o mais interessante, o probiótico do Kefir é permanente, quando fazemos uso de outros probióticos, por exemplo, os de farmácia, claro, mesmo o probiótico vendido na farmácia, ele ajuda bastante, porém, quando se para de usar o probiótico da farmácia, por exemplo, também se tem uma queda da microbiota intestinal, ou seja, a pessoa de certa forma fica refém dos produtos probióticos comercializados. Já com o Kefir, ele é permanente, porque estruturalmente, ele é diferente dos outros probióticos, desta forma, depois que uma pessoa já teve toda a sua microbiota restaurada, equilibrada, mesmo que a pessoa interrompa o uso do Kefir eles permanecem e se mantêm em sua microbiota intestinal. E além de se manter no intestino, permanente, os lactobacilos do Kefir destroem as bactérias residuais, que são as bactérias nocivas, como já mencionado acima.

O leite materno contém probióticos e oligossacarídeos com efeito bifidogênicos.

SIMBIÓTICOS: que é a combinação tanto do alimento quanto do bacilo em si, ou seja, combina o pré biótico e do probiótico na mesma substância.

Os pré bióticos podem apresentar funções importantes no trato gastro intestinal como:

– Estimular crescimento flora saudável

– Favorecer a imunidade

– Atuar na prevenção da diarreia patogênica e constipação

– Diminuir metabólitos tóxicos e das enzimas patogênicas no cólon

– Reduzir o colesterol sérico

– Favorecer a absorção e produção de nutrientes (B1, B2, B3, B6, B9 e B12)

– Melhorar a tolerância à lactose

Apenas a título de curiosidade, existe um produto referente aos probióticos que vem sendo muito estudado nos Estados Unidos chama-se o VSL#3, onde existem 450.000.000.000 (quatrocentos e cinquenta bilhões) de UFC (Unidade Formadora de Colônia), que é um probiótico, para que possamos observar a importância dos lactobacilos e de uma microbiota intestinal integra e saudável. É um produto muito caro. Não vejo necessidade em adquirir, sendo que possuímos inúmeras opções de lactobacilos.

IMPORTANTEPRECAUÇÃO DO USO DE LACTOBACILOS NO TRATAMENTO DO CÂNCER EM INDIVÍDUOS IMUNODEPRIMIDOS

No caso de uma pessoa com câncer possuir uma imunodepressão, esta pessoa NÃO deve fazer uso de lactobacilos para auxilio no tratamento do câncer, pois essa pessoa pode desenvolver o que é conhecido como translocação bacteriana, onde estes lactobacilos podem passar para o sangue e causar problemas sérios, no caso deste indivíduo possuir imunodepressão. Relembrando, isso apenas em pacientes com câncer.

Para saber se uma pessoa tem imunodepressão é de certa forma simples, se a pessoa tiver neutrófilos menos que 2.000/mm3 (lê-se neutrófilos por milímetro cúbico) isso indica que a pessoa possui uma imunodepressão. Essas informações sobre os neutrófilos são facilmente encontradas em seu exame de sangue.

Pacientes com câncer que estão fazendo quimioterapia, é extremamente recomendado fazer o uso de lactobacilos probióticos não somente para o restabelecimento da microbiota intestinal, como também para aumentar a imunidade do paciente com câncer, uma vez que a quimioterapia destrói a microbiota intestinal.

Definição O Lactobacillus acidophilus é o probiótico (pró-vida) mais comumente usado, também chamado de bactéria “amigável”. Nós nascemos sem ele, e o acidophilus logo se estabelece em nosso intestino e vagina e protege contra a entrada e proliferação de organismos ruins que podem causar doença. Algumas caracterí­sticas requeridas dos lactobacillus como probióticos são: função benéfica, fácil cultivo e estabilidade da “população”. Outras bactérias amigáveis incluem: L. bulgaricus, L. reuteri, L. plantarum, L. casei, B. bifidus, S. salivarius, S. thermophilus e Saccharomyces boulardii. Seu trato digestivo é como um ecossistema, com muitas bactérias. Alguns destes habitantes internos são mais úteis a seu corpo do que outros. O L. acidophilus produz a enzima lactase, que quebra o açúcar do leite (lactose) em açúcares simples. As pessoas que são intolerantes a lactose não produzem esta enzima. Assim, suplementos de L. acidophilus podem ser benéficos para estes indiví­duos. Outros probióticos potenciais incluem uma variedade de espécies de Lactobacillus (spp.), tais como casei GG, rhamnosus, NCFM, DDS-1, Bifidobacterium longum, Bifidobacterium bifidum, Streptococcus thermophilus,Enterococcus faecium, Saccharaomyces boulardii, Bacillus spp. e Escherichia coli.   Usos – Substitui as bactérias intestinais “amigáveis” destruí­das por antibióticos; – Auxilia na melhora das doenças causadas por bactérias; – Previne e trata diarréia, incluindo diarréia infecciosa, particularmente do rotavirus (um ví­rus que comumente causa diarréia em crianças)(esse item vai especialmente para os meus pais, que ao verem me dar iogurte para o pequeno com diarréia, quase me mataram!!!) – Impede o crescimento de organismos “ruins” no trato gastrointestinal (uma condição que tende a causar diarréia e pode ocorrer pelo uso de antibióticos); – Impede e/ou reduz infecções vaginais, infecções do trato urinário e cistites (inflamação da bexiga). – Melhora a digestão (absorção) da lactose em pessoas que tem intolerância a mesma; – Aumenta a resposta imune; – Ajuda no tratamento de infecções respiratórias tais como sinusite, bronquite e pneumonia; – Diminui o risco de alergias; – Ajuda a tratar colesterol elevado; – Acne; – Redução de enzimas implicadas na produção do câncer; – Saúde Cardiovascular; – Sí­ndrome crônica de fatiga; – Resfriado; – Indigestão/Digestão; – Úlceras; – Febre reumática. Alguns pesquisadores testaram a eficácia terapêutica de um composto consistindo da combinação multibacterial de L. acidophilus e Bifidobacterium bifidum em pacientes idosos com desordem intestinal. Os resultados foram excelentes, com restauração da flora bacteriana duodenal e melhora dos sintomas clí­nicos. Medidas de Segurança Não há nenhum problema de segurança com o uso de probióticos Promove às vezes a observação um aumento temporário de gases. Observação Se você estiver fazendo uso de antibióticos, pode ajudar fazer uso ao mesmo tempo de probióticos/acidophilus, e continue com o uso algumas semanas após terminar o tratamento com a droga. Isto ajudará a restaurar as bactérias naturais em seu trato digestivo que foram mortos pelos antibióticos. Algumas fontes alimentares As fontes alimentares mais comuns que apresentam L.acidophilus incluem leite, iogurte e queijo. Efeitos Colaterais Algumas pessoas podem apresentar gases ou desconforto estomacal no iní­cio, mas estes sintomas partem geralmente com uso contí­nuo. Algumas mulheres descreveram a queimadura ou a irritação na vagina quando o Lactobacillus acidophilus foi usado nesta região. Raramente, as pessoas com sistemas imunes fracos podem estar arriscadas de desenvolver uma infecção séria ao fazer uso do Lactobacillus acidophilus. Pessoas que tiveram um ferimento ou uma doença da parede intestinal; quem faz uso de drogas prescritas, tais como os corticoesteróides (prednisona), que pode torná-los vulneráveis à infecções ou quem fez cirurgia para substituir uma válvula do coração; deve falar com um médico antes de fazer uso do Lactobacillus acidophilus. Gravidez Em alguns estudos, mulheres grávidas foram tratadas com Lactobacillus acidophilus sem nenhum efeito adverso. Entretanto, se você estiver grávida, recomenda-se que uma consulta ao médico antes de usar o Lactobacillus acidophilus. Interações Com Drogas Alguns especialistas acreditam que os antibióticos ou o álcool podem destruir o Lactobacillus acidophilus. Como resultado é recomendado que o Lactobacillus acidophilus seja usado três horas após ter feito uso de antibióticos ou ter bebido o álcool. Alguns cientistas também acreditam que o Lactobacillus acidophilus pode ser destruí­do ou inativado por ácidos no estômago. Em conseqüência, sugere-se às vezes que os pacientes usem uma droga para diminuir a quantidade de ácido no estômago uma hora antes de fazer o uso de Lactobacillus acidophilus. Um exemplo é o famotidine. Interações com ervas e suplementos dietéticos Na teoria, o Lactobacillus acidophilus pode ser mais eficaz se feito uso com alimentos tais como bananas, aspargos e alho. Acredita-se que estes alimentos forneçam nutrientes que aumentam a eficácia do Lactobacillus acidophilus – São os chamados PREBIÓTICOS.
Lactobacillus acidophilus “LA Especificações: o Lactobacillus acidophillus está disponí­vel em contagens de 1,0×109 UFC/g a 1,0×1011 UFC/g. Temperatura ótima de crescimento: 38 ºC Diluentes: muitos diluentes estão disponí­veis para a padronização de contagem microbiológica. Alguns diluentes usados são: maltodextrina, amido, lactose, oligossacarí­deos e inulina. A escolha do diluente é influenciada pelo produto formado (pó, tablete, cápsula), solubilidade requerida, preferência do consumidor, etc. Vida-média/Armazenamento: Lactobacillus acidophilus permanece estável por até 12 meses em temperatura de refrigeração e com baixa umidade. Bifidobacterium bifidum As bactérias “amigáveis” são encontradas em muitos alimentos. Eles fornecem sabor a manteiga e queijos e ainda são necessários na produção de produtos em conserva e com fermento. Uma quantidade abundante desta bactéria no intestino humano é necessária para manutenção da saúde. Antibióticos podem reduzir drasticamente ou eliminar estas bactérias da microflora intestinal. Hábitos como consumo de bebidas alcoólicas, stress, antiácidos, alimento processado e uso de pesticidas, podem causar distúrbios. O número de bifidobactérias no intestino humano se torna menos abundante com o passar do tempo. Um entendimento da importância de uma população de bactérias saudáveis no cólon e o reconhecimento dos benefí­cios a saúde tem tornado muito grande o interesse pelos probióticos, principalmente lactobacillus e bifidobactérias. Bifidobacterium bifidum criam um ambiente favorável para o crescimento de bactérias “amigáveis” no intestino grosso e trato vaginal. O Bifidobacterium bifidum impede ou evita a invasão de bactérias patogênicas. Acredita-se que as bifidobactérias sintetizam vitaminas que podem ser usadas pelo corpo humano, incluindo tiamina, ácido fólico, ácido nicotí­nico, piridoxina e vitamina B¹². Produzem ácido acético e lático. Acredita-se que dietas contendo bifidobactérias, de forma bem sucedida, coloniza o intestino grosso; pois podem sobreviver as enzimas do estômago e intestino fino. Também aumentam a absorção de ferro, cálcio e magnésio. Quando comparados com animais que não estavam recebendo suplementação, ratos consumindo Bifidobacterium bifidum foram protegidos contra rotavirusLactobacillus bulgaricus Lactobacillus bulgaricus: são bactérias gram-positivas, termofí­licas e em forma de bastão; heterofermentadora, produzindo ácido lático a partir da lactose. Resiste a elevadas concentrações de ácido lático, podendo produzi-lo até aproximadamente 2%. Tem também longa duração na maturação de queijos duros. Produz acetaldeí­do que confere sabor tí­pico ao iogurte. É baixa sua resistência ao sal, não crescendo em concentrações superiores a 2%. É destruí­da no aquecimento a 65°C por 30 minutos. Crescem bem a 45°C, mas não se desenvolve em temperaturas inferiores a 20°C. Uma bactéria transitória, mas muito importante na ecologia humana. Juntamente com o Streptococcus termophilus constituem a cultura para produção de iogurte. Sua administração oral facilita a digestão da lactose, pois aumenta a produção da enzima lactase. Algumas cepas produzem antibióticos naturais, impedindo a proliferação de outras bactérias nocivas. Em sí­ntese, a acidificação do leite, sob a ação das bactérias mencionadas constitui a antecipação de uma etapa digestiva o que torna o iogurte mais tolerável e nutritivo do que o leite natural. As espécies mais comuns, encontradas nas culturas para iogurte são as bactérias, Lactobacillus bulgaricus e Stretococcus thermophilus, caso sejam acrescentadas outras espécies de termofilos podemos ter uma acidificação muito intensa depois da refrigeração do iogurte. Ambas as espécies vivem em simbiose (com benefí­cios mútuos), sendo que, esta simbiose exige uma determinada proporção entre cocos e bacilos. A relação quantitativa entre Stretococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus deve ser de 1;1 até 2;3 aproximadamente, gerando com isto um iogurte com maior ou menor viscosidade. Durante o perí­odo de incubação a relação entre as bactérias pode sofrer variações, para no final novamente ser restabelecido. A causa principal da variação é que o Lactobacillus bulgaricus desdobra facilmente as proteí­nas, e origina, assim, o aminoácido valina. Este aminoácido que vai favorecer o desenvolvimento do Stretococcus thermophilus até o ponto de chegar a ser seu número 4 a 5 vezes maior. Os cocos tem um poder de acidificação menor que os bacilos e morrem com mais facilidade devido a ação do ácido láctico formado. A proporção entre ambos influi também de uma maneira essencial sobre a aromatização do iogurte. O Lactobacillus bulgaricus é o principal condutor do aroma.
Lactobacillus casei é uma cepa de bactéria que foi isolada de humanos e foi descoberto que tolera as condições ácidas do estômago. São microorganismos vivos selecionados que conseguem atravessar a acidez do estômago, chegar vivos ao intestino e proporcionar o equilí­brio da flora intestinal. São reconhecidos como probióticos, que ingeridos em determinadas concentrações, proporcionam benefí­cios à saúde do indiví­duo, através do equilí­brio da flora intestinal. As espécies de Lactobacillus são mais efetivas do que muitas outras bactérias para sobreviver a passagem através do trato intestinal para efetivamente colonizar o trato digestivo e balancear a microflora intestinal. O Lactobacillus provou que resisti ao ácido gástrico e bile, adere a mucosa do intestino, coloniza o trato gastrointestinal e luta contra patógenos potenciais, tais como: E. coli, Streptococci, Clostridia e Salmonella. Lactobacillus casei são encontrados naturalmente em leites e carnes fermentadas, assim como no intestino humano, boca e no meio ambiente. O nome L. casei foi primeiro usado em 1904, e o nome sugere sua “relação” com queijo: tanto o casei, quanto caseí­na (a primeira proteí­na no leite) tem origem da palavra latim caseis, que significa queijo. O crescimento do L. casei ocorre em 15 mas não em 45ºC, e requer riboflavina, ácido folínico, pantotenato de cálcio, e os fatores de crescimento niacina. O L. casei é uma espécie notavelmente adaptável, e pode ser isolado dos produtos derivados de leite crus e fermentados, dos produtos frescos e fermentados da planta, e do trato reprodutivo e intestinal dos seres humanos e outros animais. Industrialmente, o L. casei tem aplicação como probiótico humano (promove a cultura viva), como cultura de partida de ácido- produção para fermentação do leite, e especialmente como culturas para intensificação e aceleração do desenvolvimento do sabor em determinadas variedades de queijo. São células gram-positivas que diferem em alguns pontos dos demais Lactobacillus: são menores no tamanho do que os L. bulgaricus, L. acidophilus e L.helveticus e são facultativamente heterofermentativos.

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Publicado por: sosortomolecular | 17 de Fevereiro de 2017

O perigo dos tratamentos para o colesterol

Os perigos das estatinas

A hipercolesterolemia é o tema de saúde do século XXI. É de fato uma doença inventada, um “problema” que emergiu quando os profissionais de saúde aprenderam a medir os níveis de colesterol no sangue. O colesterol elevado não exibe nenhum sintoma mais óbvio – outras condições distintas de alterações no sangue, como a diabetes ou a anemia, são doenças que se manifestam por sinais que podem denunciar algum problema, como sede ou fraqueza – a hipercolesterolemia exige os serviços de um médico para descobrir sua presença. Muitas pessoas que se sentem perfeitamente saudáveis “sofrem” de colesterol elevado – na realidade, sentir-se bem é de fato um sintoma de altas taxas de colesterol!

Os médicos que tratam dessa nova doença têm que convencer os seus pacientes, primeiro que eles estão doentes, e posteriormente que eles precisam tomar um ou mais medicamentos, de custo elevado, para o resto de suas vidas, drogas que requerem check-ups regulares e exames de sangue. Mas tais médicos não trabalham sozinhos – os seus esforços em converter pessoas saudáveis em pacientes são sustentados por imensos esforços do governo dos EUA, pela mídia, pelo consenso médico, e por agências que trabalharam em sintonia para disseminar o dogma de colesterol e convencer a população que o colesterol elevado é o precursor de doença cardíaca e possivelmente de outras doenças.

Quem sofre de hipercolesterolemia? Examine a literatura médica dos últimos 25 ou 30 anos e você obterá a seguinte resposta: qualquer homem de meia-idade cujo colesterol seja maior do que 240, associado a outros fatores de risco, como fumar ou obesidade.

Depois da Conferência de Consenso do Colesterol em 1984, os parâmetros se modificaram; qualquer um (homem ou mulher) com colesterol maior do que 200 mg/dL poderia receber esse temido diagnóstico e uma prescrição para uso de pílulas. Recentemente esse valor foi reduzido para 180. Se você teve um ataque do coração, você será orientado a usar medicamentos que reduzem o colesterol, mesmo se seu colesterol já for muito baixo – afinal de contas, você cometeu o pecado de ter um ataque do coração assim seu colesterol só pode ser alto demais. A penitência será o uso por toda a vida desse tipo de medicamentos associado com uma enfadonha dieta com baixo teor de gordura. Mas por que esperar até que você tenha um ataque de coração? Considerando que todos nós trabalhamos sob o estigma de pecado original, nós todos somos candidatos ao tratamento. As novas leis  estipulam a medição do colesterol e seu tratamento para adultos jovens e até mesmo para as crianças.

As drogas que os médicos utilizam para tratar essa nova doença são chamadas de “estatinas” – e são vendidas sob uma variedade de nomes que incluem, entre outros:

– Lipitor® (Atorvastatina) – Zocor® (Sinvastatina)

– Mevacor® (Lovastatina) – Pravacol® (Pravastatina).

Como as estatinas funcionam?

O diagrama abaixo ilustra os caminhos envolvidos em produção de colesterol.

O processo começa com a acetil-CoA, uma molécula com dois carbonos, às vezes chamada de “formadora dos tijolos da vida” (building block of life). Três moléculas de acetil-CoA se combinam para formar uma molécula de seis carbonos, a HMG (ácido hidroximetil glutárico). O passo de HMG para o mevalonato requer uma enzima, a HMG-CoA redutase. As drogas estatinas funcionam ao inibir essa enzima – conseqüentemente tem o nome formal de inibidores da HMG-CoA redutase. Nisso jaz o potencial para numerosos efeitos colaterais, uma vez que tais drogas  não inibem apenas a produção de colesterol, mas uma família inteira de substâncias intermediárias, muitas, se não todas, com funções bioquímicas importantes em si mesmas.

Considere os resultados de pediatras da Universidade da Califórnia, em San Diego, que publicaram a descrição de uma criança com um defeito hereditário da mevalonato-quinase, a enzima que catalisa o próximo passo após a HMG-CoA redutase.1 A criança era mentalmente retardada, microcefálica (cabeça muito pequena), pequena para a idade, profundamente anêmica, acidótica e febril. Ela também teve catarata. De maneira previsível, o colesterol dele era constantemente baixo – 70 a 79 mg/dL. Ela morreu com idade de 24 meses. A criança representa um exemplo extremo de inibição do colesterol, mas o caso dele ilumina as possíveis conseqüências de utilizar estatína em doses elevadas ou num período prolongado de tempo:

– depressão da acuidade mental,

– anemia,

– acidose,

– febres freqüentes,

– catarata.

O colesterol é um entre os três produtos do final da cadeia de transformação do mevalonato. Os dois outros são ubiquinona e o dilocol. Ubiquinona ou Co-enzima Q10 é um nutriente celular crítico biosintetizado na mitocondria. Desempenha um papel crucial na produção de ATP nas células e funciona como um carregador de elétrons para o citocromo-oxidase, nossa principal enzima respiratória. O coração requer níveis altos de Co-Q10. Uma forma de Co-Q10 (ubiquinona) é encontrada em todas as membranas celulares onde tem o papel de manter a integridade da membrana, aspecto crítico para a condução nervosa e a integridade muscular. A Co-Q10 também é vital para a formação de elastina e colágeno. Os efeitos colaterais da deficiência de Co-Q10 inclui debilidade muscular que pode levar a fraqueza e severa dor nas costas, parada cardíaca (o coração é um músculo!), neuropatia e inflamação dos tendões e ligamentos, que podem freqüentemente romper.

O dolicol também desempenha um papel de imensa importância. Nas células ele orienta a fabricação de várias proteínas em resposta a diretivas do DNA frente a diversos propósitos, assegurando que as células respondam corretamente às instruções geneticamente programadas. Assim drogas estatina podem conduzir a um caos imprevisível a nível celular, semelhante à ação de um vírus de computador quando ele apaga certos caminhos ou arquivos do disco rígido.

O esqualeno, o precursor imediato para colesterol, tem efeitos anticâncer, de acordo com pesquisas. O fato de que alguns estudos mostrarem que as estatinas podem prevenir doença de coração, pelo menos em um curto prazo, não é explicado pela inibição de produção do colesterol, mas, provavelmente, porque elas bloqueiam a criação do mevolanato. A redução do  mevolanato parece  fazer as células de músculo liso menos ativas e deixam as plaquetas menos capazes de produzir tromboxane. A aterosclerose começa com o crescimento de células de músculo lisas dentro das paredes das artérias e o tromboxane é necessário para o sangue se coagular.

Colesterol

É evidente que as estatinas inibem a produção do colesterol – e elas fazem isso muito bem. Nada demonstra de forma tão óbvia o tamanho das falhas do nosso sistema médico como a aceitação incondicional da assertiva de que a redução do colesterol é um modo de prevenir doenças – “terão todos esses médicos esquecido o que eles aprenderam em bioquímica I, a respeito dos muitos papéis que o colesterol tem na bioquímica humana?”

Toda membrana de cada célula de nosso corpo contém colesterol porque o colesterol é o que faz nossas células serem impermeáveis – sem o colesterol nós não podemos manter protegida a bioquímica do lado de dentro da célula em relação ao líquido extracelular. Quando os níveis de colesterol não são adequados, a membrana celular fica com inadequada vedação (porosa), uma situação que o corpo interpreta como uma emergência, o que estimula a liberação de hormônios corticóides que buscam o “seqüestro” do colesterol de outra parte do corpo, transportando-o para áreas onde está faltando. O colesterol é a substância de reparo do corpo: o tecido de uma cicatriz contém níveis altos de colesterol, inclusive o tecido das cicatrizes nas artérias.

O colesterol é o precursor da vitamina D, necessário para numerosos processos bioquímicos inclusive o metabolismo mineral. Os sais biliares, exigido para a digestão de gordura, são feitos de colesterol. As pessoas que sofrem de baixo colesterol freqüentemente têm dificuldade de digerir gorduras. O colesterol também funciona como um poderoso antioxidante, nos protegendo assim contra o câncer e contra o envelhecimento.

O colesterol é vital para a própria função neurológica. Tem um papel fundamental na formação da memória e na captação de hormônios no cérebro, inclusive da serotonina, a substância química que oferece a sensação de bem estar ao corpo. Quando os níveis de colesterol estão demasiadamente baixos, os receptores de serotonina não conseguem funcionar. O colesterol é a principal molécula orgânica no cérebro, consistindo de mais da metade do peso seco do córtex cerebral.

Finalmente, colesterol é o precursor de todos os hormônios produzidos no córtex supra-renal inclusive os  glicocorticóides, que regulam os níveis de açúcar no sangue e os mineralocorticóides que regulam o equilíbrio mineral. Os corticóides são os hormônios supra-renais derivados do colesterol que o corpo utiliza em reação a vários tipos de “stress”; isso promove saúde e equilibra a tendência para inflamações. O córtex supra-renal também produz os hormônios sexuais, inclusive a testosterona, os estrógenos e a progesterona, a partir do colesterol. Assim, frente a redução do colesterol – seja devido a um erro inato de metabolismo ou induzido por dieta e drogas que o reduzem – é possível esperar que ocorra uma disfunção na produção dos hormônios supra-renais o que pode conduzir a:

  1. A) Problemas na glicose do sangue;
  2. B) Edema;
  3. C) Deficiências minerais;
  4. D) Inflamação crônica,
  5. E) Dificuldade nos processos de cura,
  6. F) Alergias, asma,
  7. G) Libido reduzida,
  8. H) Infertilidade e outros problemas do aparelho reprodutor.

Entram em cena as Estatinas

As estatinas entraram no mercado com grande expectativa. Veio a  substituir uma classe de fármacos que reduzia o colesterol através do impedimento de sua absorção pelo intestino. Essas drogas tinham, freqüentemente, efeitos colaterais imediatos e desagradáveis, incluindo náusea, má digestão e constipação, e no paciente padrão só ocorria uma ligeira queda dos níveis de colesterol. A tolerância do paciente era reduzida: o benefício não parecia valer os efeitos colaterais e o potencial para uso ficava muito limitado. Em contraste, as estatinas não tinham nenhum efeito colateral imediato: elas não causavam náusea ou indigestão e eles eram consistentemente eficientes, freqüentemente reduzindo os níveis de colesterol em 50 pontos ou mais.

Durante os últimos 20 anos, a indústria montou uma incrível campanha de promoção  – recrutando cientistas, agências de publicidade, as mídias e profissionais médicos para uma blitz que transformou as estatinas em um dos medicamentos de maior sucesso de vendas de todos os tempos. Dezesseis milhões de americanos já utilizam Lipitor®, a estatina mais popular; e os executivos da indústria farmacêutica argumentam que cerca de 36 milhões de americanos são candidatos para terapia com estatina.

O que atormenta a indústria é o crescente aumento de relatos de efeitos colaterais que se manifestam muitos meses após o início da terapia; a edição de novembro de 2003 da revista ”Smart Money” exibiu uma reportagem de um estudo de 1999 do Hospital St. Thomas de Londres (aparentemente inédito) que mostrava que 36% dos pacientes com doses mais altas de Lipitor®informaram efeitos colaterais; e até mesmo com doses mais baixas, 10% informaram efeitos colaterais.(2)

Dor muscular e fraqueza

O efeito colateral mais comum é dor muscular e fraqueza, uma condição chamada “rabdomiolisis”, provavelmente devido à depleção de Co-Q10, um nutriente vital para a adequada função muscular. Dra. Beatrice Golomb de San Diego, Califórnia, tem conduzido uma série de estudos sobre os efeitos colaterais das estatinas.

A indústria insiste que só 2-3% de pacientes adquirem dores musculares e câimbras, mas em um estudo, Golomb verificou que 98% dos pacientes que usavam Lipitor® e um terço dos pacientes que usavam Mevacor® (uma estatina de baixa dose) sofreram de problemas musculares.(3) Um site para mensagens eletrônicas dedicadas ao Lipitor®(forum.ditonline.com) contém mais de 800 postagens, muitos das quais detalhando efeitos colaterais severos. O painel The Lipitor do site rxlist.com contém mais de 2600 postagens.

O exame laboratorial utilizado para perda de tecido muscular (rabdomiolisis) é a aferição de níveis elevados de uma substância química chamada creatina quinase (CPK). Mas muitas pessoas experimentam dor e fadiga mesmo com níveis de CPK normais. (4)

Doug Peterson, residente em Tahoe City, desenvolveu uma fala inarticulada, problemas de equilíbrio e fadiga severa depois de três anos de uso de Lipitor® – durante dois anos e meio, ele não teve nenhum efeito colateral.(5) Começou com um padrão de sono inquieto – contraindo e sacudindo seus braços. Seguiu-se a perda de equilíbrio e o começo daquilo que Doug chamou de  ”dança estatina” – um passo lento e trôpego pelo quarto. As habilidades motoras finas pioraram a seguir. Ele levava cinco minutos para escrever quatro palavras bastante ilegíveis. A função cognitiva também regrediu. Era difícil de convencer os seus médicos que o Lipitor® pudesse ser o culpado, mas quando ele deixou de utilizar esse medicamento, a sua coordenação e a memória finalmente melhoraram.

John Altrocchi usou Mevacor® durante três anos sem efeitos colaterais; então ele desenvolveu dor na panturrilha tão severa ele quase não poderia caminhar. Ele também experimentou episódios de perda temporária de memória.

Para alguns, porém, os problemas musculares aparecem logo após o início do tratamento. Ed Ontiveros começou a ter problemas musculares após 30 dias com o uso de Lipitor®. Ele teve uma queda no  banheiro e enfrentou dificuldade para se levantar. A fraqueza reduziu quando ele for abandonou o Lipitor®. Em outro caso, relatado no jornal médico Heart, um paciente desenvolveu rabdomiolisis depois de uma única dose de uma estatina.(6) Dor nos calcanhares por uma fascite plantar (esporão de calcâneo) é outra reclamação comum entre usuários dessas drogas.

Uma correspondente relatou o começo de uma dor nos pés logo após começar tratamento com estatina. Ela tinha visitado um evangelista, pedindo que ele rezasse pelos seus pés doloridos. Ele indagou se ela estava usando Lipitor®. Quando ela disse que sim, ele lhe falou que os pés dele também tinham doído quando ele utilizou esse medicamento.(7)

Pessoas ativas têm mais chance de desenvolver problemas com as estatinas do que as pessoas sedentárias. Em um estudo efetuado na Áustria, só seis entre 22 atletas com hipercolesterolemia familiar puderam suportar o tratamento com estatina.(8) Os outros o descontinuaram por causa da dor muscular.

A propósito, outros agentes redutores do colesterol além de drogas estatina podem causar dor nas juntas e fraqueza nos músculos. Um relato no Southern Medical Journal descreveu dores e fraqueza em um homem que utilizava arroz vermelho chinês, e uma preparação herbária que reduzia o colesterol.(9) Qualquer pessoa que sofra de miopatia, fibromialgia, problemas de coordenação e fadiga precisa investigar se apresenta baixas taxas de colesterol e/ou deficiência de Co-Q10 como uma possível causa.

Neuropatia

A polineuropatia, também conhecido como neuropatia periférica, é caracterizado por fraqueza, formigamento e dor nas mãos e pés como também dificuldade para caminhar. Investigadores que estudaram 500.000 residentes da Dinamarca, aproximadamente 9% da população daquele país, verificaram que as pessoas que usavam estatina eram mais propensas a desenvolver polineuropatia.(10)

Utilizar estatina durante um ano eleva o risco de dano ao nervo em aproximadamente 15%  – aproximadamente um caso para cada 2.200 pacientes. Para esses que usaram estatina durante dois ou mais anos, o risco adicional subiu a 26%.

De acordo com a pesquisa da Drª. Golomb, problemas neurológicos são um efeito colateral comum com uso de estatina; pacientes que usam estatina durante dois ou mais anos tem de quatro a 14 vezes mais riscos de desenvolver polineuropatia idiopática quando comparado a controles.(11) Ela relatou que em muitos casos, os pacientes lhe disseram que eles tinham se queixado aos seus médicos de problemas neurológicos, porém os médicos asseguraram que os sintomas  não poderiam ser relacionados aos medicamentos redutores de colesterol.

O dano é freqüentemente irreversível. As pessoas que utilizam grandes doses por muito tempo podem permanecer com dano permanente ao nervo, mesmo após eles deixarem de tomar o remédio.

A pergunta que poderíamos fazer: será que a difundida neuropatia induzida pelas estatinas torna os motoristas mais velhos (ou mesmo os motoristas não tão velhos assim) mais propensos aos acidentes? Em julho de 2003, um motorista, de 86 anos, com um excelente prontuário de trânsito, perdeu a direção num mercado de Santa Mônica, Califórnia, matando 10 pessoas. Vários dias depois, uma carta muito interessante postada por uma senhora de Lake Oswego, Oregon, apareceu no Washington Post.(12)

“Meu marido, na idade de 68 anos, entrava na garagem e se acidentou causando dano material. Ele disse que seu pé caiu do freio. Ele tinha problemas de saúde e utilizava medicamentos, incluindo uma droga para o colesterol, que é conhecida por causar problemas como o que ele sentia nas suas pernas”.

“Em minha pequena comunidade, alguns motoristas com idade mais avançada, causaram danos em uma loja de música, em uma agência postal e em uma padaria. Em Portland, um banco teve problemas em um acidente em sua vidraça”.

“É fácil afirmar que o pé deslizou, mas o problema poderia ser falta de sensibilidade. A cunhada de meu marido pensou que o carro dela estava com mau funcionamento quando recusava andar quando o semáforo ficava verde, até que ela olhou para baixo e viu que o seu pé estava mesmo era acionando o pedal do freio! Eu tenho outra amiga que mencionou não estar tendo nenhuma sensação em suas extremidades inferiores. Ela pensou em ter um carro controlado manualmente, mas acabou mesmo por optar em andar de ônibus”.

Insuficiência cardíaca

Atualmente, nós estamos no meio de uma epidemia de insuficiência cardíaca congestiva nos Estados Unidos – enquanto a incidência de ataque do coração está recuando ligeiramente; um aumento nos casos de insuficiência cardíaca acaba por ultrapassar esse aspecto positivo. As mortes atribuídas à insuficiência cardíaca mais que dobrou de 1989 para 1997.13 (As estatinas foram liberadas inicialmente em 1987.) A interferência na produção de Co-Q10 pelas drogas estatina é uma provável explicação. O coração é um músculo e não pode trabalhar quando privado de Co-Q10.

O cardiologista Peter Langsjoen estudou 20 pacientes com função cardíaca completamente normal. Depois de seis meses com o uso de uma dosagem reduzida de 20 mg de Lipitor® ao dia, dois terços dos pacientes apresentavam anormalidades na fase de enchimento do movimento do coração. De acordo com Langsjoen, este mau funcionamento é devido a depleção de Co-Q10.

Sem Co-Q10, a  mitocôndria celular é inibida para produção de energia, o que conduz a dor muscular e fraqueza. O coração é especialmente suscetível porque consome muita energia.(14)

A depleção de Co-Q10 se transforma num problema cada vez maior porque a indústria farmacêutica estimula os médicos a reduzirem os níveis de colesterol em seus pacientes para taxas cada vez menores. Quinze estudos com animais, em seis espécies diferentes, documentaram que a depleção Co-Q10 induzida pelas estatinas conduziu a uma produção diminuída de ATP, aumentou o risco de insuficiência cardíaca, aumentou os danos ao músculo esquelético e incrementou a taxa de mortalidade. Das nove experiências controladas de depleção de Co-Q10 induzida pelas estatinas  em humanos, oito mostraram uma significativa queda na Co-Q10 que conduzia a redução na função ventricular esquerda e a desequilíbrios bioquímicos.(15)

Agora, virtualmente todos os pacientes com insuficiência cardíaca são levados a utilizar drogas estatinas, mesmo se as taxas de colesterol sejam baixas. De interesse é um recente estudo que indica que os pacientes com insuficiência cardíaca crônica tem benefício em manter níveis altos de colesterol, ao invés de níveis reduzidos. Investigadores em Hull, Reino Unido, acompanharam 114 pacientes com insuficiência cardíaca pelo menos por 12 meses.(16) A sobrevivência era 78% em 12 meses e 56% em 36 meses. Eles verificaram que para cada ponto de redução do colesterol no soro, advém 36% de aumento no risco de morte num período de 3 anos.

Vertigem

A vertigem é geralmente associada com uso de estatina, possivelmente devido a efeitos de redução da pressão arterial. Uma mulher informou vertigem meia hora depois de tomar Pravacol®.(17) Quando ela deixou de utilizá-lo, a vertigem cedeu. A redução da pressão sanguínea  foi relatada em muitos estudos com várias estatinas. De acordo com Dra. Golumb, que apontou a vertigem como um efeito adverso comum, o idoso pode ser particularmente sensível a queda na sua pressão.(18)

Prejuízo cognitivo

A edição de novembro de 2003 de Smart Money (19) descreve o caso de Mike Hope, dono de uma próspera companhia de equipamentos oftalmológicos. “Há um silêncio desajeitado quando você pergunta a Mike Hope a sua idade. Ele não muda o assunto ou gagueja ou faz uma piada tola sobre como ele deixou de contar aos 21 anos. Ele simplesmente não se lembra. Dez segundos se passam. Mais 20. Finalmente uma resposta vem a ele. ‘Eu tenho 56 anos’, ele diz. Próximo, mas não exato. ‘Eu farei 56 este ano.’ Depois, se ocorrer a você lhe perguntar pelo livro que ele está lendo, você encontrará outras dificuldades. Ele não consegue recordar o título, o autor ou o enredo”.

O uso de estatinas, desde 1998, originou os seus problemas de fala e de memória fraca. Ele foi forçado a fechar o seu negócio e foi, 10 anos mais cedo, ficar dependente da previdência social. As coisas melhoraram quando ele descontinuou o Lipitor® em 2002, mas ele está distante de plena recuperação – ele ainda não pode sustentar uma conversação. O que o Lipitor® fez foi transformar Mike Hope em um homem senil enquanto ele ainda estava na plenitude de sua existência.

Casos como o de Mike tem se incrementado na literatura médica. Um artigo em Pharmacotherapy, de dezembro de 2003, por exemplo, informa dois casos de prejuízo cognitivo associados ao emprego de Lipitor® e Zocor®.(20) Ambos os pacientes sofreram de declínio cognitivo progressivo que reverteu completamente um mês após a descontinuação da estatina. Um estudo administrado na Universidade de Pittsburgh mostrou que os pacientes tratados com estatina durante seis meses tem resultados piores do que pacientes que utilizaram na solução de labirintos complexos, testes de habilidades psicomotoras e testes de memória. (21)

Drª. Golomb verificou que 15% dos pacientes em uso de estatina desenvolvem algum efeito colateral cognitivo.(22)  Os mais perturbadores envolvem amnésia global transitória – uma perda completa da memória por um período breve ou prolongado  – como descrito pelo astronauta Duane Graveline em seu livro “Lipitor: O Ladrão de Memória”.(23)

São sofridos relatos de desconcertantes incidentes que envolvem a completa perda da memória –  chegar a uma loja e não se lembrar por que se está lá, incapacidade de se lembrar do seu nome, ou os nomes dos seus familiares, ou ainda, a incapacidade de achar o caminho de volta para casa na direção de seu automóvel. Esses episódios acontecem de repente e desaparecem da mesma forma, repentinamente. Graveline demonstra que todos nós estamos expostos a riscos quando as pessoas em geral estão utilizando estatinas – você gostaria de estar em um avião quando o seu piloto desenvolver uma súbita amnésia induzida por uma estatina?

Enquanto que a indústria farmacêutica nega que as estatinas possam causar amnésia, a perda da memória apareceu em vários estudos com esses medicamentos. Em um deles, que envolvia 2502 indivíduos, a amnésia aconteceu em 7 usuários de Lipitor®; a amnésia também aconteceu em 2 de 742 usuários em estudos comparativos com outra estatina. Além disso, “pensamento anormal” foi informado em 4 dos 2502 sujeitos do ensaio clínico.(24) O total registrado de efeitos colaterais foi de 0,5%; um valor provavelmente abaixo do que representaria a verdadeira freqüência dos mesmos, visto que a perda de memória, especificamente, não foi objeto de estudo nessas pesquisas.

Câncer

Em todos os estudos com roedores as estatinas causaram câncer.(25) Por que nós não observamos tal dramática correlação em estudos humanos? Porque o câncer leva muito tempo para se desenvolver e a maioria das experimentações com as estatinas não se estendem por mais do que dois ou três anos. Mesmo assim, em uma pesquisa (The CARE trial), as taxas de câncer de mama nas usuárias de alguma estatina se elevaram em 1500%.(26) No Estudo de Proteção do Coração, o câncer de pele não-melanoma ocorreu em 243 pacientes tratados com sinvastatina comparado com 202 casos no grupo de controle.(27)

Os fabricantes de drogas estatinas reconhecem o fato de que essa substância deprime o sistema imunológico, um efeito que pode conduzir ao câncer e a doença infecciosa, uma vez que ela tem seu uso recomendado para a artrite inflamatória ou como um imunossupressor para pacientes de transplantes.(28)

Degeneração pancreática

A literatura médica contém vários relatórios de pancreatite em pacientes que usam estatina. Um relato descreve o caso de uma mulher de 49 anos que foi admitida em hospital com diarréia e choque séptico um mês depois de começar tratamento com lovastatina.(29)

Ela morreu depois de prolongada hospitalização; a causa de morte foi pancreatite necrotizante. Os seus médicos observaram que a paciente não apresentava nenhuma evidência de fator de risco comum para pancreatite aguda, como doença de vias biliares ou uso de álcool. “Os prescritores de estatinas (particularmente sinvastatina e lovastatina) deveriam levar em conta a possibilidade de pancreatite aguda em pacientes que desenvolvem dor abdominal dentro das primeiras semanas de tratamento com estas drogas”, foi advertido.

Depressão

Numerosos estudos uniram baixo colesterol com depressão. Um dos mais recentes mostrou que as mulheres com baixas taxas de colesterol têm duas vezes mais chance de sofrer de depressão e ansiedade. Investigadores do centro Médico da Duke University investigaram traços de personalidade em 121 mulheres jovens entre 18 a 27 anos.(30)

Eles verificaram que 39% das mulheres com baixos níveis de colesterol tiveram altos escores em características que sinalizam  tendência a depressão, comparadas a 19% de mulheres com níveis normais ou elevados de colesterol. Além disso, uma entre três mulheres com baixos níveis de colesterol tinha altos escores para ansiedade, comparados a 21% com níveis normais. Entretanto o autor do estudo, Dr. Edward Suarez, pede cautela para as mulheres com baixo colesterol em comer alimentos como “bolos de nata” que podem elevar o colesterol, advertindo que estes tipos de comida podem “causar doença de coração”.

Em estudos prévios em homens, Dr. Suarez verificou que os homens que reduzem os seus níveis de colesterol com medicamentos tem aumentadas suas taxas de suicídio e morte violenta, o que levou os investigadores a teorizar que “os baixos níveis de colesterol estavam causando perturbações de humor.” Quantos idosos usuários de estatinas  amargam seus anos dourados se sentindo miserável e deprimidos, num momento em que eles deveriam estar desfrutando seus netos e olhar para traz com orgulho das suas realizações? Mas isso é um novo dogma – você pode ter uma vida mais longa, contanto que seja uma experiência similar a viver num vale de lágrimas.

Quais os benefícios?

A maioria dos médicos é convencida  – e procuram convencer os seus pacientes  – que os benefícios de drogas estatinas excedem de longe  os seus efeitos colaterais. Eles podem citar vários estudos nos quais uso de estatina reduziu o número de mortes coronárias comparados a controles. Mas como Dr. Ravnskov mostrou em seu livro “The Cholesterol Myths” (Os mitos do colesterol), (31) os resultados dos principais estudos até o ano 2000 – os 4S: WOSCOPS, CARE, AFCAPS e LIPID  – geralmente mostram apenas pequenas diferenças e essas diferenças eram freqüentemente estatisticamente insignificantes e independentes da quantia da redução de colesterol alcançada.

Em dois estudos, SUPERE e FACAPT / TexCAPS, mais mortes aconteceram no grupo de tratamento comparadas aos controles. Uma meta-análise de 1992 do Dr. Ravnskov de 26 estudos de redução de colesterol chegou a um número igual de mortes cardiovasculares nos grupos de tratamento e nos grupos de controle e um maior número de mortes totais no grupo de tratamento.(32) Uma análise de todas as grandes pesquisas controladas informada antes de 2000 verificou que  o uso em longo prazo de estatina para prevenção primária de doença de coração produziu um risco maior em  1% de morte, num período de 10 anos, comparado ao uso de placebo.(33)

Estudos recentemente publicados não provêem mais nenhuma justificativa para a campanha atual de colocar tantas pessoas quanto possíveis no uso de drogas estatina.

Programa Cardíaco de Honolulu (2001)

Este relatório é parte de um estudo contínuo, que estuda  a redução do  colesterol no idoso. Os investigadores compararam mudanças na taxas do colesterol por mais de 20 anos em todas as causas de mortalidade.(34)

Citamos: “Nossos dados concordam com resultados prévios de aumento da mortalidade nas pessoas idosas com baixo colesterol no soro e mostra que a persistência, em longo prazo, de baixa concentração de colesterol aumenta, de fato,  o risco de morte. Assim, quanto mais cedo os pacientes começam a ter concentrações de colesterol mais baixas, maior o risco de morte. Os resultados mais notáveis foram relacionados a mudanças no colesterol entre o exame três (1971-74) e o exame quatro (1991-93)”.

“Há poucos estudos que têm as concentrações do colesterol dos mesmos pacientes na meia-idade e na velhice. Embora nossos resultados emprestam apoio a resultados prévios de que  o baixo colesterol no soro dá uma perspectiva sombria quando comparado com concentrações mais altas do colesterol nos idosos, nossos dados também sugerem que esses indivíduos, com um baixo colesterol no soro, mantém num período de 20 anos, a pior perspectiva de mortalidade para qualquer causa [ênfase nosso]”.

MIRACL (2001)

O estudo de MIRACL observou os efeitos de uma dose alta de Lipitor® em 3086 pacientes hospitalares após ataque de angina ou infarto não fatal e os acompanhou por 16 semanas.(35) De acordo com o resumo: “Nos pacientes com síndrome coronária aguda a terapia de redução de lipídios com atorvastatina, 80 mg/dia, reduziu os eventos isquêmicos periódicos nas primeiras 16 semanas, a maioria das isquemias sintomáticas  requer  nova hospitalização”. O que o resumo não mencionou era que não havia nenhuma mudança no índice de mortalidade comparada a controles e nenhuma mudança significante na taxa de re-infarto ou necessidade de reanimação por parada cardíaca. A única mudança significante foi uma queda na dor torácica que requereria re-hospitalização.

ALLHAT (2002)

ALLHAT (Tratamento anti-hipertensivo e redutor de lipídios para Prevenir Ataques do coração), o maior estudo norte americano de redução do colesterol já realizado e o maior  deles, do mundo, utilizando Lipitor®, mostrou que  a mortalidade do grupo de tratamento e de controle após 3 ou 6 anos foi idêntica.(36)

Os pesquisadores usaram dados de mais de 10.000 participantes, que foram acompanhados por um período de quatro anos, comparando o uso de uma droga estatina com os “cuidados habituais”, isto é: controle de peso corporal, não fumar, exercício regular, etc., para tratamento de indivíduos com níveis moderadamente altos de colesterol LDL. Dos 5170 pacientes no grupo que recebeu drogas estatinas, 28% reduziu o seu colesterol LDL significativamente. E aproximadamente, dos 5185 sujeitos com os cuidados habituais, 11% tiveram uma queda semelhante no LDL. Mas ambos os grupos mostraram as mesmas taxas de morte, ataque cardíaco e doença de coração!

Estudo Heart Protection (2002)

Levado a cabo na Oxford University,(37) esse estudo recebeu ampla cobertura da imprensa; os investigadores divulgaram “magníficos benefícios” com a redução do colesterol,(38) que levou um comentarista a predizer que as drogas estatinas era “a nova aspirina”.(39) Mas como o Dr. Ravnskov expôs,(40) os benefícios estavam muito distantes de serem magníficos. Os indivíduos que usaram sinvastatina tiveram uma   taxa de sobrevivência de 87.1% após  cinco anos comparados a uma  taxa de sobrevivência de 85.4% dos controles, e esses resultados foram independentes da quantia de colesterol reduzida. Os autores desse estudo nunca publicaram os dados de mortalidade cumulativa, embora eles recebessem muitos pedidos para fazer isso e embora eles recebessem recursos para tal, e teriam condições de examinar os dados cumulativos.

De acordo com os autores, fornecer os dados de mortalidade ano a ano seria um modo “impróprio” de publicar os resultados de seus estudos.(41)

PROSPER (2002)

PROSPER (Estudo Prospectivo da Pravastatina no Idoso sob Risco) estudou os efeitos da pravastatina, comparado com placebo, em duas populações de pacientes idosos, dos quais 56% teriam uma prevenção primária (nenhuma doença cardiovascular passada ou sintomática) e 44% teriam prevenção secundária (doença cardiovascular passada ou sintomática). (42)

A pravastatina não reduziu o infarto do miocárdio total ou o derrame na população da prevenção primária, mas assim o fez no grupo de prevenção secundária. Entretanto, a mensuração do impacto na saúde global das populações combinadas, a mortalidade total e a totalidade de eventos adversos sérios ficaram inalterados com o uso de  pravastatina quando comparado ao placebo, e aqueles do grupo de tratamento tiveram um aumento de taxas de câncer. Em outras palavras: não houve salvação de vidas.

J-LIT (2002)

A pesquisa japonesa de intervenção nos lipídios (Japanese Lipid Intervention Trial) foi um estudo de 6  anos com 47.294 pacientes tratados com uma mesma dose de sinvastatina.(43) Os pacientes foram agrupados pela quantia de colesterol reduzida. Alguns pacientes não tinham nenhuma redução nos níveis de LDL, alguns tiveram uma queda moderada no LDL e alguns tiveram reduções no LDL muito marcantes. Os resultados: nenhuma correlação entre a quantia de LDL reduzida e o índice de mortalidade em cinco anos. Aqueles com colesterol LDL abaixo de 80 tiveram um índice de mortalidade de 3.5 em cinco anos; aqueles cujo LDL estava acima de 200 tiveram um índice de mortalidade de  3.5 em cinco anos.

Meta-análise (2003)

O índice de mortalidade foi igual a 1% dos pacientes em cada um dos três grupos em uma meta-análise de 44 pesquisas que envolveram quase 10.000 pacientes, um grupo utilizava atorvastatina (Lipitor®), um grupo com outra estatina, e um outro grupo sem medicação.(44) Além disso, 65% dos pacientes em tratamento contra 45% dos controles experimentaram um evento adverso. Os investigadores afirmaram que a incidência de efeitos adversos era o mesmo em todos os três grupos, mas 3% dos pacientes tratados com atorvastatina e 4% do grupo com outra estatina foram retirados devido a eventos adversos associados ao tratamento, comparados com 1% de pacientes no placebo.

Estatina e placa (2003)

(Placa é o termo utilizado para referir-se à placa calcificada – ateroma – que se forma no interior das artérias e que pode levar a obstrução da mesma, podendo ser causa de infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral, derrame, NT.)

Um estudo publicado no American Journal of Cardiology lançou sérias dúvidas na convicção geralmente aceita de que reduzir o seu colesterol LDL, o denominado colesterol ruim, é o modo mais efetivo de reduzir a placa arterial. 45  Investigadores do Centro Médico Beth Israel, de New York City, examinaram a formação de placa coronária em 182 indivíduos que tomaram medicamentos para os níveis de colesterol. Um grupo de pacientes usou a droga “agressivamente” (mais de 80 mg/dia) enquanto a média dos demais usou menos de 80 mg/dia.

Usando a tomografia, os investigadores mediram a placa em todos  os pacientes antes e depois do período de estudo por mais de um ano. Os pacientes geralmente tiveram êxito na redução de suas taxas de colesterol, mas no final não havia nenhuma diferença estatística nos dois grupos na progressão da placa arterial. Em média, os integrantes dos dois grupos mostraram um percentual de 9.2% de aumento na formação da placa.

Estatina e mulheres (2003)

Não há nenhum estudo que tenha mostrado uma redução significante na mortalidade em mulheres tratadas com estatinas. A Initiative Therapeuticsda Universidade de British Columbia chegou à mesma conclusão, com a verificação de que as estatinas não oferecem nenhum benefício a mulheres para prevenção de doença do coração.(46) Contudo em fevereiro de 2004, a revista Circulation publicou um artigo no qual mais que 20 organizações endossaram diretrizes para a prevenção de doença cardiovascular nas mulheres com várias menções de “preferencialmente uma estatina”. (47)

ASCOT-LLA (2003)

ASCOT-LLA (Anglo-Scandinavian Cardiac Outcomes Trial – Lipid Lowering Arm) uma pesquisa anglo-escandinava,  foi projetada para avaliar os benefícios de atorvastatina (Lipitor®) em relação a um placebo em pacientes que tinham pressão alta com médias, ou abaixo da média, concentrações de colesterol e pelo menos três outros fatores de risco cardiovascular.(48) A pesquisa foi planejada originalmente para cinco anos, mas foi interrompida depois de um seguimento médio de 3,3 anos por causa de uma redução significante em eventos cardíacos. Lipitor® reduziu as totalizações do infarto do miocárdio e derrame; porém, a mortalidade total não foi reduzida significativamente. Na realidade, as mulheres ficaram em pior situação com o tratamento. O relatório desse ensaio declarou que o total de eventos adversos sérios não “diferiram entre pacientes que usaram atorvastatina ou placebo”, mas não informou os números finais desses eventos sérios.

Níveis de Colesterol nos pacientes em diálise (2004)

Em um estudo de pacientes de diálise, esses com níveis de colesterol mais altos tiveram mortalidade inferior àqueles com níveis mais baixos.(49) Contudo os autores alegaram que a associação inversa “de que o nível de colesterol total com mortalidade em pacientes de diálise é provavelmente devido ao efeito redutor do colesterol pela inflamação sistêmica e desnutrição, não por um efeito protetor das concentrações altas do colesterol”. Tendo o cuidado com possíveis futuras implicações, os autores  concluíram: “Estes resultados dão suporte ao tratamento da hipercolesterolemia nesta população”.

PROVE-IT (2004)

O PROVE-IT (PRavastatina Or atorVastatina Evaluation and Infection sTudy), (50) foi conduzido por investigadores da Escola Médica Universitária de Harvard, e chamou a atenção de mídia. “O estudo de duas drogas para o Colesterol encontra uma parada na Doença do Coração”, era a manchete do New York Times.(51) Em um editorial intitulado: “Colesterol Extra-baixo”, o jornal prognosticou que “Os resultados podem pressagiar, certamente, uma mudança significante no modo como são tratados os pacientes com doença do coração. Adicionalmente, poderá ser o começo de uma avaliação cuidadosa das pessoas saudáveis em relação aos benefícios do uso das eficientes drogas que reduzem os seus  níveis de colesterol”.(52)

O jornal Washington Post foi até mesmo mais efusivo, com a manchete: “Notáveis benefícios encontrados com a baixa extrema do colesterol”.(53)

“Pacientes cardíacos que alcançaram níveis de colesterol extremamente baixos em um estudo tinham 16% menos chance de adoecer ou morrer do que aqueles que mantém o que são considerados como níveis ótimos ou normais. Os resultados deveriam incitar os médicos em prescrever doses muito mais altas das drogas conhecidas como estatinas à centenas de milhares de pacientes que já teriam severos problemas de coração, os peritos afirmaram. Além disso, provavelmente encorajaria aos médicos começarem a receitar esses medicamentos a milhões de pessoas saudáveis que não estão, nesse momento, usando essas substâncias, ou aumentar as dosagens daqueles que já estão empregando esses redutores de colesterol, para uma redução ainda maior, afirmaram eles.”

Esse estudo comparou duas drogas estatinas: Lipitor® e Pravacol®. Embora a Bristol Myers-Squibb (BMS), fabricante do Pravacol, fosse o patrocinador do estudo, Lipitor® (feito pela Pfizer) ultrapassou seu rival Pravacol na redução do colesterol LDL. O “benefício notável” seria uns 22% de taxa de mortalidade ou eventuais  transtornos coronários adversos nos pacientes com Lipitor® comparados aos 26% dos pacientes com Pravacol®.

Os investigadores do PROVE-IT visaram 4162 pacientes que tinham estado sob acompanhamento hospitalar em seguimento a infarto ou angina instável. A metade utilizou Pravacol® e a outra metade usou Lipitor®. Aqueles que usaram Lipitor® tiveram a maior redução do colesterol  LDL, no grupo do Pravacol® foi a 95, no grupo de Lipitor® foi 62 – ou seja: 32% de redução maior nos níveis de LDL e uma taxa de 16% de redução na mortalidade por qualquer causa. Mas os 16% foi uma redução de risco relativa. Como foi pontuado pelo Red Flags Daily através do colunista Dr. Malcolm Kendrick, a redução absoluta na taxa do índice de mortalidade do Lipitor® em relação ao Pravacol®, foi de 1,0%, uma diminuição de 3,2% para 2,2% em 2 anos.(54) Ou, colocando isso de outra maneira, uma  redução de risco absoluta anual de 0,5% – estas eram os números que lançaram a formidável campanha de redução do colesterol para as pessoas sem fatores de risco para doença cardíaco, nem mesmo com taxas de colesterol elevado.

E o estudo foi seriamente invalidado com o que Kendrick chamou de “o enigma de duas variáveis”. “É verdade que esses com o maior redução de LDL foram protegidos contra morte. Porém… aqueles que estavam protegidos não apenas tinham uma menor taxa de LDL, eles estavam também sob efeitos de drogas diferentes! o que é bastante importante, contudo isso parece ter sido omitido na onda do exagero. Se você realmente quer provar que quanto mais você reduz o nível de LDL, maior é a proteção, então você DEVE usar a mesma droga. Isto alcança uma premissa absolutamente crítica de qualquer experiência científica, qual seja: remover todas as possíveis variáveis não controláveis… Como este estudo está posto, uma vez que foi utilizado drogas diferentes, qualquer um pode fazer a conjectura de que os benefícios vistos nos pacientes com atorvastatina [Lipitor®] não teria nada a ver com a maior redução do LDL; eles poderiam ser puramente devido aos efeitos diretos da droga atorvastatina”.

Kendrick observou que o estudo J-LIT, cuidadosamente planejado, publicado 2 anos antes, não encontrou nenhuma correlação entra as taxas de redução de LDL e o índice de mortalidade. Este último estudo tinha dez vezes mais pacientes, durou quase três vezes mais tempo e usou a mesma droga com a mesma dosagem em todos os pacientes. Sem surpreender, J-LIT não chamou, virtualmente, nenhuma atenção da mídia.

PROVE-IT não examinou os efeitos colaterais, mas o Dr. Andrew G. Bodnar, vice-presidente sênior para estratégia e negócios médicos da Bristol Meyer Squibb, fabricante da estatina perdedora, mostrou que as enzimas do fígado foram elevadas em 3,3% no grupo de uso do Lipitor®, e apenas em 1,1% com o Pravacol®, observando que quando as enzimas do fígado se elevam, os pacientes devem ser aconselhados a deixar de tomar o remédio ou reduzir a dose.(55) E taxas de abandono foram muito altas: 33% dos pacientes descontinuaram Pravacol® e 30% descontinuaram Lipitor®depois de dois anos devido a efeitos adversos ou a outras razões.(56)

REVERSÃO (2004)

Em um estudo semelhante, realizado na Clínica de Cleveland, os pacientes receberam Lipitor®ou Pravachol®. Os que receberam Lipitor® alcançaram níveis muito baixos de colesterol LDL e uma reversão “na progressão de agregação da placa coronária”.(57) Aqueles que usaram Lipitor®tiveram a placa reduzida em 0.4% em mais de 18 meses, baseado no exame ultra-som intravascular (e não num exame mais preciso como a tomografia).

Dr. Eric Topol da Clínica de Cleveland anunciou esses resultados, decididamente não tão espetaculares: “Proclamo um terremoto no campo da prevenção cardiovascular… as implicações desse decisivo momento – isso é, uma nova era na terapia intensiva das estatinas – são profundas. Hoje em dia, só uma fração dos pacientes que deveriam ser tratados com uma estatina está recebendo devidamente tal terapia… Mais de 200 milhões pessoas em todo o mundo preenchem os critérios para tratamento, mas menos do que 25 milhões utilizam uma estatina”.(58) Sem surpresa, um artigo no Wall Street Journal noticiou “Uma onda de prescrições de Lipitor® na esteira de grande estudo”.(59)

Mas como o Dr. Ravnskov apontou, os investigadores examinaram a mudança no volume da placa de ateroma, não para a mudança na área do lúmen (diâmetro interno da artéria, NT), “um parâmetro mais importante porque determina a quantia de sangue que pode chegar ao miocárdio. A mudança de volume da placa não pode ser traduzida em eventos clínicos porque mecanismos de adaptação tentam manter uma área de lúmen normal durante o início da formação dos ateromas.”(60)

Outros usos

Com essas irrisórias evidências de benefício, as drogas estatinas dificilmente merecem tamanha reputação. Ainda assim a indústria mantém a imprensa repleta de eventos, propondo o uso desses medicamentos para um número cada vez maior de pessoas, não só para a redução do colesterol, mas também como tratamento para outras doenças: câncer, esclerose múltipla, osteoporose, derrame, degeneração macular, artrite e até mesmo desordens mentais como problemas de memória e de aprendizado, doença de Alzheimer e outras demências.(61)

As novas diretrizes publicados pelo Colégio Americano de Clínicos chamou para o uso de estatina todas as pessoas com diabete  com mais de 55 anos e os pacientes com diabete, mais jovens, mas que têm quaisquer outros fatores de risco para doença do coração, como pressão alta ou uma história de tabagismo.(62)

David A. Drachman, professor de neurologia da Escola Médica da Universidade de Massachusetts, chamou as estatinas de “Viagra para o cérebro”.(63)

Outros escritores médicos anunciaram uma multi-pílula, composta de uma droga estatina misturada com um medicamento para pressão arterial, aspirina e niacina, como um preventivo para tudo e que todo o mundo pode tomar. A indústria também está buscando o direito para vender estatina pelo guichê.

Poderia uma avaliação honesta encontrar um possível uso para essas drogas perigosas? O dr. Peter Langsjöen de Tyler, Texas, sugere que as drogas estatinas só sejam apropriadamente utilizadas para o tratamento de avançada Neurose do Colesterol, enfermidade criada pela indústria da propaganda anti-colesterol. Se você se preocupar com seu colesterol, uma droga estatina o aliviará de suas preocupações.

Propaganda criativa

A melhor propaganda para as drogas estatinas é a primeira página grátis, a capa de efusivos press realeses. Mas não é todo o mundo que lê esses artigos ou participam de exames médicos regulares, assim os fabricantes das estatinas despedem uma grande quantia de dinheiro, de modo mais criativo, para criar seus novos usuários. Por exemplo, um novo grupo de conscientização de saúde chamado de Boomer Coalition apoiou o programa de televisão ABC’s Academy Awards em março de 2004 com um spot de 30 segundos onde brilhavam imagens nostálgicas de celebridades que foram perdidas por doença cardiovascular como o ator James Coburn, a estrela de beisebol Don Drysdale e o comediante Redd Foxx. Apesar da Boomer Coalition parecer um genuíno grupo de ativistas pela saúde, é de fato uma criação da Pfizer, os fabricantes de Lipitor®.

“Nós estamos sempre procurando modos criativos para penetrar naquilo que nós achamos ser uma falta de consciência e ação”, diz Michal Fishman, um porta-voz de Pfizer. “Nós estamos sempre procurando pelo que as pessoas realmente pensam e o que vai fazer as pessoas tomarem decisões”, acrescenta que há um estigma sobre procurar tratamentos e muitas pessoas “equivocadamente assumem que, se eles estão fisicamente bem, eles não estão sob risco de doença do coração”.(64)

O site da internet da Boomer Coalition permite aos visitantes se inscrever e assumir responsabilidade sobre a sua “saúde cardíaca”, ao informar um nome de usuário, idade, endereço de e-mail, pressão sanguínea e nível de colesterol. Um anúncio de televisão no Canadá advertiu os espectadores a “Perguntar ao seu médico a respeito do Estudo de Proteção ao Coração (Heart Protection Study) da Universidade de Oxford”. O anúncio não estimulou os espectadores a inquerir os seus médicos sobre EXCEL, ALLHAT, ASCOT, MIRACL ou PROSPER, estudos que não demonstraram muitos benefícios – mas sim um potencial para grandes problemas – ao se tomar remédios à base de estatina.

Os custos

As drogas estatinas são muito caras – um ano de uso de estatinas vale entre $900 e $1400. Elas constituem a droga farmacêutica mais amplamente vendida, correspondendo a uma fatia de 6,5% do mercado e 12,5 bilhões de dólares em renda para a indústria. Sua companhia de seguros pode pagar a maioria desse custo, mas os consumidores pagam sempre no final das contas com prêmios de seguro mais caros. O pagamento das drogas estatinas significa um enorme fardo para o Medicare, de tal maneira que esses tipos de fundos não conseguem manter viabilidade de executar outras medidas médicas verdadeiramente eficazes para salvar vidas.

No Reino Unido, de acordo com o Serviço Nacional de Saúde, os médicos redigiram 31 milhões de prescrições de estatinas em 2003, foi 1 milhão em 1995, a um custo de 7 bilhões de libras  – e isso foi apenas naquela pequena ilha.(65) Nos EUA, as estatinas devolvem anualmente $12,5 bilhões para a indústria farmacêutica. Com as vendas de Lipitor®, a estatina número um em vendas, havia a previsão de se alcançar $10 bilhões em 2005.

Mesmo se as drogas estatinas provessem algum benefício, o custo é muito alto. No ensaio clínico WOSCOP, onde foram tratadas pessoas saudáveis com o colesterol elevado com estatina, o índice de mortalidade em cinco anos nos indivíduos tratados foi reduzido em meros 0,6%. Como o Dr. Ravnskov pontuou,(66) para alcançar aqueles mínimos percentuais de redução, aproximadamente 165 pessoas saudáveis tiveram que ser tratadas durante cinco anos para estenderem uma vida por cinco anos. O custo dessa única vida foi de $1,2 milhões de dólares. Nas projeções mais otimistas, são calculadas as despesas para salvar um ano de vida em pacientes com doença coronariana em $10,000 e muito mais para indivíduos saudáveis. “Isto pode não soar razoável”, diz o Dr. Ravnskov. “O valor de uma vida humana não é $10.000 ou mais?”

“A implicação de tal raciocínio é que para adicionar tantos anos quanto fosse possível, mais do que a metade de um ser humano deveria tomar estatinas diariamente a partir de uma idade precoce até o final da vida. É fácil calcular que as despesas para tal tratamento consumiriam a maioria do orçamento de saúde de qualquer governo. E se o dinheiro for gasto para dar estatinas a todas às pessoas saudáveis, o que restará para o  cuidado daqueles que realmente precisam desses recursos? Não deveriam os serviços de saúde pública dirigir-se principalmente para os doentes e os necessitados?”

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Publicado por: sosortomolecular | 7 de Fevereiro de 2017

A medicina moderna vai alcançar seu objetivo?

AS CRIANÇAS aprendem desde cedo: para conseguir apanhar uma fruta num galho muito alto, têm de subir nos ombros de um amigo. Na medicina, ocorre algo similar. Os pesquisadores têm chegado cada vez mais alto no que se refere a descobertas, porque se apoiam nos ombros de médicos destacados do passado.

Entre esses antigos profissionais estão homens famosos, como Hipócrates e Pasteur, além de nomes menos conhecidos, como Vesálio e William Morton. O que a medicina moderna deve a eles?

Na antiguidade, a arte da cura em geral não era uma atividade científica, mas envolvia superstição e rituais religiosos. O livro The Epic of Medicine (O Épico da Medicina), editado pelo Dr. Felix Marti-Ibañez, diz: “Para combater as doenças. . , os mesopotâmios recorriam a uma medicina médico-religiosa, pois criam que a doença era uma punição dos deuses.” As raízes da medicina egípcia, que surgiu logo depois, também se encontravam mergulhadas na religião. Assim, desde o início, quem curava era encarado com um senso de admiração religiosa.

No livro The Clay Pedestal (O Pedestal de Barro), o Dr. Thomas A. Preston comenta: “Muitas crenças dos antigos deixaram marcas na prática da medicina, marcas essas que sobrevivem até hoje. Uma dessas crenças era a de que a doença estava fora do controle do paciente e que apenas por meio do poder mágico do médico é que havia esperança de recuperação.”

Lançadas as bases

Com o tempo, porém, a medicina foi adotando um enfoque cada vez mais científico. O mais destacado médico antigo que usou métodos científicos foi Hipócrates. Ele nasceu por volta de 460 AEC na ilha grega de Cós e é considerado por muitos como o pai da medicina ocidental. Hipócrates lançou a base para tratar a medicina de forma racional. Ele rejeitou a noção de que a doença era punição dos deuses, afirmando que tinha causas naturais. A epilepsia, por exemplo, foi por muito tempo chamada de doença sagrada porque se achava que só podia ser curada pelos deuses. Mas Hipócrates escreveu: “Com respeito à doença chamada sagrada: não me parece ser nem mais divina nem mais sagrada do que qualquer outra doença, mas tem uma causa natural.” Hipócrates também foi, pelo que se sabe, o primeiro médico a observar os sintomas de várias doenças e anotá-los para consulta futura.

Séculos mais tarde, Galeno, médico grego nascido em 129 EC, também fez inovadoras pesquisas científicas. Baseado na dissecação de humanos e animais, Galeno preparou um compêndio de anatomia que foi usado pelos médicos durante séculos. André Vesálio, nascido em Bruxelas em 1514, escreveu o livro Sobre a Organização do Corpo Humano. Esse livro sofreu oposição, porque contradisse muitas das conclusões de Galeno, mas lançou a base da anatomia moderna. Segundo o livro Die Grossen (Os Grandes), Vesálio tornou-se assim “um dos mais importantes pesquisadores médicos de todos os povos em todos os tempos”.

As teorias de Galeno sobre o coração e a circulação do sangue também foram rejeitadas com o tempo.* O médico inglês William Harvey passou anos dissecando animais e aves. Ele observou a função das válvulas cardíacas, mediu o volume de sangue em cada cavidade do coração e calculou a quantidade de sangue no corpo. Harvey publicou suas descobertas em 1628 num livro chamado Sobre o Movimento do Coração e do Sangue nos Animais. Ele sofreu críticas, oposição, ataques e insultos. Mas sua obra foi um marco da medicina: havia sido descoberto o sistema circulatório humano!

Barbeiros e cirurgiões

Obtinham-se grandes avanços também nas cirurgias. Durante a Idade Média, muitas vezes eram os barbeiros que faziam cirurgias. Não admira, então, que alguns digam que o pai da cirurgia moderna foi Ambroise Paré, um francês do século 16. Ele foi um pioneiro da cirurgia que também era barbeiro e trabalhou para quatro reis da França. Paré também inventou vários instrumentos cirúrgicos.

Um dos maiores problemas que os cirurgiões do século 19 enfrentavam era a incapacidade de aliviar a dor durante a cirurgia. Mas em 1846 um cirurgião-dentista chamado William Morton foi um dos primeiros a usar anestésicos em cirurgias, o que acabou se tornando comum.

Em 1895, quando fazia experiências com eletricidade, o físico alemão Wilhelm Röntgen detectou raios que atravessavam a carne, mas não os ossos. Ele não sabia a origem dos raios, de modo que os chamou de raios X, nome que continua a ser usado em português. (Em alemão, são chamados de Röntgenstrahlen.) Segundo o livro Die Großen Deutschen (Grandes Alemães), Röntgen disse à esposa: “As pessoas vão dizer: ‘Röntgen enlouqueceu.’” De fato, alguns disseram isso. Mas sua descoberta revolucionou o trabalho dos cirurgiões. A partir de então, eles podiam ver dentro do corpo do paciente sem precisar abri-lo.

Vitórias contra as doenças

Ao longo das eras, doenças infecciosas, como a varíola, vez após vez trouxeram epidemias, terror e morte. Al-Razi (Rhazés ou Razes), um persa do nono século, considerado por muitos o maior médico do mundo islâmico daquele tempo, escreveu a primeira descrição exata, do ponto de vista médico, da varíola. Mas foi séculos mais tarde que um médico britânico, Edward Jenner, descobriu uma maneira de curá-la. Jenner notou que, depois de contrair vacínia (varíola bovina) — uma enfermidade inofensiva —, a pessoa ficava imune à varíola. Com base nessa observação, Jenner desenvolveu uma vacina contra a varíola usando material tirado de ulcerações de vacínia. Isso aconteceu em 1796. Como se deu com outros pioneiros antes dele, Jenner foi criticado e sofreu oposição. Mas sua descoberta do processo de vacinação por fim levou à erradicação daquela doença e forneceu à medicina uma nova arma poderosa.

Louis Pasteur, um francês, usou a vacinação para combater a raiva e o antraz. Ele também provou que os micróbios têm um papel-chave em causar doenças. Em 1882, Robert Koch identificou o bacilo que causa a tuberculose, descrita por um historiador como “a maior assassina entre as doenças do século 19”. Cerca de um ano depois, Koch identificou o germe causador da cólera. A revista Life diz: “O trabalho de Pasteur e de Koch fez surgir a ciência da microbiologia e resultou em avanços nos campos de imunologia, saneamento e higiene que contribuíram mais para aumentar a expectativa de vida humana do que qualquer outro avanço científico dos últimos 1.000 anos.”

A medicina do século 20

No início do século 20, a medicina se apoiava nos ombros desses e de outros médicos brilhantes. Desde então, obtiveram-se avanços médicos com rapidez estonteante: insulina para o diabetes, quimioterapia contra o câncer, tratamento hormonal para problemas glandulares, antibióticos contra a tuberculose, cloroquina para certos tipos de malária e diálise para doenças renais, além de cirurgias de coração aberto e transplantes de órgãos, só para mencionar alguns.

Mas agora que o século 21 se inicia, será que a medicina está perto de atingir o objetivo de garantir “um nível aceitável de saúde para todos os povos do mundo”?

Um objetivo inalcançável?

As crianças sabem que não conseguirão alcançar todas as frutas, mesmo que subam nos ombros de um amigo. Algumas das frutas mais gostosas ficam muito altas, no topo da árvore. De forma similar, a medicina tem avançado gradativamente, alcançando objetivos cada vez mais elevados. Mas a meta mais desejada — saúde para todos — ainda está fora do alcance, no topo da árvore.

Assim, em 1998, um relatório da Comissão Européia afirmou que “os europeus nunca viveram tanto e com tanta saúde”, mas acrescentou: “Uma pessoa em cada cinco morrerá prematuramente antes dos 65 anos. O câncer será responsável por uns 40% dessas mortes, as doenças cardiovasculares, por outros 30%%. . . É preciso fornecer proteção melhor contra as novas ameaças à saúde.”

A revista alemã Gesundheit, dedicada a assuntos de saúde, noticiou em novembro de 1998 que doenças infecciosas, como a cólera e a tuberculose, são uma ameaça cada vez maior. Por quê? Os antibióticos “estão perdendo a eficácia. Cada vez mais bactérias são resistentes a pelo menos um medicamento comum; de fato, muitas delas resistem a vários remédios”. Não são apenas as doenças antigas que voltam a atacar, mas surgiram novas doenças, como a AIDS. A publicação farmacêutica alemã Statistics’97 nos lembra: “Até agora, não há nenhum modo de tratar as causas de dois terços de todas as doenças conhecidas — cerca de 20.000.”

A terapia genética será a resposta?

É verdade que continuam a surgir tratamentos inovadores. Por exemplo, muitos acham que a engenharia genética será a chave para melhorar a saúde. Em resultado de pesquisas feitas nos Estados Unidos na década de 90 por médicos como o Dr. W. French Anderson, a terapia genética foi descrita como “o mais popular entre os novos campos de pesquisa médica”. O livro Heilen mit Genen (Curar com Genes) declara que, com a terapia genética, “a ciência médica talvez esteja no limiar de uma descoberta pioneira. Isso se dá especialmente com o tratamento de doenças até hoje incuráveis”.

Os cientistas esperam com o tempo ser capazes de curar doenças genéticas congênitas injetando genes corretivos no paciente. Até células perigosas, como as cancerosas, talvez possam ser obrigadas a se autodestruir. Já é possível fazer exames genéticos que identificam a predisposição da pessoa a certas doenças. Alguns dizem que a farmacogenômica — alterar os medicamentos para ajustá-los ao perfil genético do paciente — será o próximo passo. Um pesquisador destacado afirmou que algum dia os médicos serão capazes de “diagnosticar a doença dos pacientes e dar-lhes os exatos fragmentos de material genético necessários para curá-los”.

Mas nem todos estão convencidos de que a terapia genética vá fornecer a cura milagrosa do futuro. De fato, segundo pesquisas, muitas pessoas talvez nem queiram que seu perfil genético seja analisado. Outros temem que a terapia genética seja uma interferência perigosa na natureza.

Só o tempo dirá se a engenharia genética ou outros métodos de alta tecnologia médica cumprirão suas grandes promessas. Mas é melhor não ser otimista demais. O livro The Clay Pedestal descreve um ciclo bem conhecido: “Surge uma nova terapia, que é divulgada em conferências médicas e em revistas especializadas. Seus criadores viram celebridades entre seus pares e a imprensa saúda o avanço. Depois de um período de euforia e de depoimentos bem documentados em favor do tratamento maravilhoso, surge gradativamente a desilusão, que dura de alguns meses a várias décadas. Daí, descobre-se um novo remédio que, quase da noite para o dia, substitui o anterior, que então é prontamente abandonado como inútil.” De fato, muitos remédios que a maioria dos médicos abandonou por considerar ineficazes eram o tratamento-padrão até relativamente pouco tempo atrás.

Embora os médicos hoje não tenham o status semidivino que tinham no passado, algumas pessoas ainda têm a tendência de lhes atribuir poderes quase sobrenaturais e de imaginar que é inevitável que a ciência por fim cure todos os males da humanidade. Mas a realidade está bem longe disso. No livro How and Why We Age (Como e Por Que Envelhecemos), o Dr. Leonard Hayflick diz: “Em 1900, 75% das pessoas nos Estados Unidos morriam antes de atingir os 65 anos. Hoje, essa estatística é quase o contrário: cerca de 70% morrem depois dos 65 anos.” O que causou esse notável aumento na expectativa de vida? Hayflick explica que isso “se deu basicamente devido à redução na taxa de mortalidade dos recém-nascidos”. Suponhamos que a medicina conseguisse eliminar as principais causas de morte dos idosos: doenças cardíacas, câncer e derrames. Será que isso seria o mesmo que conseguir imortalidade? Dificilmente. O Dr. Hayflick menciona que, mesmo assim, “a maioria das pessoas viveria até mais ou menos os cem anos”. E acrescenta: “Esses centenários ainda não seriam imortais. Mas do que morreriam? Eles simplesmente ficariam cada vez mais fracos até morrer.”

Assim, apesar dos esforços da ciência médica, a eliminação da morte continua fora do alcance da medicina. Por quê? Será que a meta de se conseguir saúde para todos é um sonho inalcançável?

[Nota(s) de rodapé]

Segundo a Enciclopédia Mirador, Galeno achava que o fígado transformava o alimento digerido em sangue, que então fluía para o resto do corpo e era absorvido.

“Muitas crenças dos antigos deixaram marcas na prática da medicina, marcas essas que sobrevivem até hoje.” — The Clay Pedestal

Hipócrates, Galeno e Vesálio lançaram a base da medicina moderna

Ilha de Cós, Grécia

Cortesia de National Library of Medicine

  1. Vesálio em xilogravura de Jan Steven von Kalkar tirada deMeyer’s Encyclopedic Lexicon

Ambroise Paré foi um barbeiro e cirurgião pioneiro que trabalhou para quatro reis da França

 

Publicado por: sosortomolecular | 25 de Janeiro de 2017

Acalmando crianças hiper com plantas

Hibiscos, Stevia, Valeriana, Limão, Hortelã-pimenta, Maçã, Canela, Hortelã, Cevada, Arroz, Trigo, Alface, Berinjela.

Noé era uma criança hiperativa. Os pais de Noé haviam trabalhado com ele por alguns anos, e depois de uma enorme quantidade de tentativa e erro, descobriram que quando Noé ficava longe do açúcar refinado, ele era normal, mas assim que comia qualquer coisa que tivesse a menor quantidade, Ele ficaria louco.

Recentemente eles tiveram um poderoso lembrete disto. Foi durante uma festa da Páscoa que Noé escapar de sua avó, que estava olhando para ele, e engoliu alguns ovos de chocolate. Pouco tempo depois, Noé saltou sobre uma mesa e começou a girar descontroladamente e a gritar no alto de seus pulmões – muito ao choque de outros festeiros.

Noé era menor do que a maioria das crianças de sua idade, mas ele era excepcionalmente ativo e brilhante. Vários médicos que tinham levado a ele tinha oferecido drogas como Ritalina, que é um “suave” estimulante do sistema nervoso central, de acordo com a Physicians Desk Reference (PDR), 43rd ed., 1989.

Isso não parecia ajudar muito. Na verdade, Noé parecia ficar mais nervoso e ansioso, e começou a perder o apetite enquanto estava na droga. Os pais de Noé experimentaram muitas outras maneiras de manter um equilíbrio em seu sistema e evitar sintomas de hiperatividade e seu problema ocasional de manter sua atenção na escola. O seguinte é o que aprenderam.

Isso não parecia ajudar muito. Na verdade, Noé parecia ficar mais nervoso e ansioso, e começou a perder o apetite enquanto estava na droga. Os pais de Noé experimentaram muitas outras maneiras de manter um equilíbrio em seu sistema e evitar sintomas de hiperatividade e seu problema ocasional de manter sua atenção na escola. O seguinte é o que aprenderam.

É interessante rever o atual pensamento médico alopático sobre a condição, a fim de entender algumas das maneiras em que a nossa sociedade considera esta condição, bem como maneiras que é provável que seja visto quando uma criança é levada a um médico. Outras terapias holísticas seguirão.

O que é Hiperatividade em Crianças?

De acordo com a PDR, hiperatividade patológica em crianças às vezes é chamado de Déficit de Atenção, Síndrome de Criança Hipercinética ou menor Disfunção Cerebral. Embora a PDR recomenda o uso de Ritalina, outros fatores – psicológicos, educacionais e sociais – também são mencionados de passagem.

Essa desordem é caracterizada por “o seguinte grupo de sintomas inadequados ao desenvolvimento: distração  moderada a grave, curta atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade”. A incapacidade de aprendizado e a incapacidade de se concentrar na escola ou em casa podem também estar presente. A síndrome é freqüentemente diagnosticada com o uso de um EEG.

Muitos profissionais de saúde natural e herbalistas ver hiperatividade grave em crianças como sendo estreitamente relacionado com nutrição emocional e física. A criança pode ficar faminta por carinho, atenção ou nutrientes importantes que não estão disponíveis em algumas dietas modernas de fast-food. Considerando a prevalência destes tipos de dietas nas cidades de hoje, é surpreendente que o problema não é mais difundido do que é.

Os miúdos são frequentemente extremamente ativos e energéticos. Eles têm energia abundante, e para o olho adulto, é muitas vezes não direcionados e dispersos, fazendo parecer mais fora de controle do que realmente é. Mas as pessoas muito jovens costumam ter um ritmo e um senso inato sobre o modo como sua energia está se movendo. No entanto, muitas vezes não têm a discriminação para saber quando uma atividade é excessiva.

É aqui que é necessária uma orientação suave e firme para ajudar a criança a direcionar essa energia para canais equilibrados e saudáveis. Por exemplo, em vez de correr e gritar descontroladamente na casa, um bom passeio de bicicleta, passeio de skate, ou jogo ao ar livre é igualmente gratificante.

No entanto, muitas vezes não têm a discriminação para saber quando uma atividade é excessiva. É aqui que é necessária uma orientação suave e firme para ajudar a criança a direcionar essa energia para canais equilibrados e saudáveis. Por exemplo, em vez de correr e gritar descontroladamente na casa, um bom passeio de bicicleta, passeio de skate, ou jogo ao ar livre é igualmente gratificante.

O que é hiperativo? É possível que os pais estão se sentindo estressado por causa do trabalho, finanças, ou outros estresses comuns e estão resistindo a energia naturalmente rápida da criança. Eles podem se sentir como eles querem retardar a criança para baixo, controlar essa energia de forma pesada, e forçar a criança a abrandar a sua velocidade. Muitos pais descobriram que quando

Muitos pais descobriram que quando eles estão realmente com seus filhos e oferecer-lhes o contato próximo e frequente que eles precisam, tanto física como mentalmente, a hiperatividade é menos um problema.

Fatores mais importantes de hiperatividade infantil

Problemas emocionais / de relacionamento

Falta de toque físico, expressões de carinho e amor

Não se tocando com as crianças freqüentemente compartilhando atividades e interesses

Não ajudar as crianças a canalizar sua energia de forma positiva

Dieta

Produtos de açúcar refinados (refrigerantes, doces, mel, frutos secos, sumos de frutas)

Alimentos processados com aditivos alimentares, corantes artificiais

Os alérgenos alimentares (os mais comuns são os produtos lácteos pasteurizados, os ovos, o trigo e os alimentos da família das dormideiras – isto é, tomates, berinjela, batatas)

Outros Fatores Ambientais

Contaminação de metais pesados (como chumbo de pintura de casa ou mercúrio de recheios)

Iluminação artificial

Campos eletromagnéticos fortes

Poluição sonora

Açúcar – Usar alternativa herborista

É fácil dizer cortar o açúcar, mas muitas vezes não é tão fácil manter as crianças longe dela. Felizmente, hoje existem inúmeras alternativas em lojas de saúde natural. Descobri que os edulcorantes baseados em carboidratos mais complexos, como o xarope de arroz integral orgânico ou o malte de cevada, são menos estimulantes. Há um número de tratamentos comercialmente disponíveis contendo estes.

Dois edulcorantes Herbal que realmente funcionam bem são stevia (a erva doce) e Licorice. Para usar folha de stevia, basta fazer um chá (1/2 tsp para um copo de água – deixe em imersão por 15 minutos) e adicione 1/8 xícara a uma pequena quantidade de malte de cevada ou xarope de arroz integral para melhorar o sabor doce. Esta combinação ajuda a mascarar

Há um número de tratamentos comercialmente disponíveis contendo estes. Dois edulcorantes Herbal que realmente funcionam bem são stevia (a erva doce) e Licorice. Para usar folha de stevia, basta fazer um chá (1/2 tsp para um copo de água-deixe íngreme por 15 minutos) e adicione 1/8 xícara a uma pequena quantidade de malte de cevada ou xarope de arroz integral para melhorar o sabor doce. Esta combinação ajuda a mascarar o sabor ligeiramente amargo da stevia. A stevia tem um gosto doce, mas não estimula o metabolismo.

A erva é originária da América do Sul, onde tem sido usada no Paraguai em alimentos e bebidas por séculos. Curiosamente, é o adoçante que faz Coca-Cola doce no Japão. Atualmente, a Food and Drug Administration está tentando impedir a importação e venda da erva neste país. A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas recentemente apresentou uma petição ao FDA, solicitando que a stevia

Esta combinação ajuda a mascarar o sabor ligeiramente amargo da stevia. A stevia tem um gosto doce, mas não estimula o metabolismo. A erva é originária da América do Sul, onde tem sido usada no Paraguai em alimentos e bebidas por séculos. Curiosamente, é o adoçante que faz Coca-Cola doce no Japão. Atualmente, a Food and Drug Administration está tentando impedir a importação e venda da erva neste país. A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas recentemente apresentou uma petição ao FDA, solicitando que a stevia

A Associação Americana de Produtos Herbais (AHPA), associação comercial da indústria de ervas, recentemente apresentou uma petição ao FDA, pedindo que a stevia seja concedida “Geralmente Reconhecido como Seguro (GRAS) status, permitindo que ele seja usado livremente em vários produtos para consumo. Se você gostaria de apoiar este esforço, você pode escrever para o seu congresso, a Casa Branca e da FDA, solicitando que a stevia ser reconhecido como seguro para o comércio sem restrições.

Tratamentos alternativos para crianças hiperativas Em vez de refrigerantes (muitos dos quais são carregados com açúcar) ou sucos de frutas engarrafadas, que contém uma quantidade considerável de frutose, há uma série de chás de ervas delicioso que pode ser adoçado com stevia ou alcaçuz.

Tratamento para uma criança hiperativa

Chás de ervas como Camomila, Peppermint, Spearmint, casca de laranja, canela e hibisco adoçado com stevia ou alcaçuz.

Hibiscus Cooler

Hibiscus 3 partes

Casca de laranja 1 parte

Canela 1 parte

Tente adicionar um pequeno punhado de folhas frescas de hortelã-pimenta ou hortelã-pimenta à mistura final

Adoce com suco de maçã (suco de 1 parte para 4 partes de chá) ou use chá de stevia

Beba-o refrigerado, ou faça-o em popsicles derramando em moldes e congelando

Outro Alimento calmante: Aipo e alface têm um efeito calmante sobre os nervos – experimente aipo recheado com manteiga de nozes, etc.

Ervas para a hiperatividade

Aqui estão as ervas que muitos herboristas recomendam para hiperatividade, todos os quais estão amplamente disponíveis em lojas de alimentos naturais como ervas simples ou incluídos em fórmulas. Ervas são geralmente adquiridos em massa para fazer chás, ou como produtos acabados, como cápsulas, comprimidos ou extratos líquidos.

Descobri que os extratos líquidos são especialmente úteis para crianças, porque eles podem ser disfarçados em chá ou suco. A dose pode ser facilmente regulada entre 1 ou 2 gotas até 40 ou 50, o que é adequado para crianças, dependendo da idade e tamanho. Estes líquidos funcionam rapidamente (em 10-20 minutos) em comparação com produtos de ervas em pó, o que pode levar até uma hora.

Remédios herbais

  1. Trevo vermelho – uma excelente escolha em qualquer mistura de chá, como é considerado um “purificador de sangue”, bem como um suave relaxante nervoso. Facilitaria na limpeza do sangue de Toxinas / produtos químicos, enquanto acalma e é recomendado usado durante um longo período de tempo. Use como um chá-1 colher de chá / xícara de água; Íngreme 20 minutos, beber 1/2 xícara de manhã e à noite.
  2. Camomila – segura, eficaz, suave e bom sabor relaxante para crianças.
  3. Lime forte, mas ainda uma erva segura e relaxante.
  4. Valeriana – um relaxante do sistema nervoso central; Excelente como um chá ou planta fresca líquido ou extrato em pó – um dos mais fortes sedativos naturais Herbal, mas não narcóticos e não hábito-formando.
  5. Catnip-outro auxiliar de sono leve e erva relaxante, seguro para crianças.
  6. Papoula da Califórnia – um sedativo seguro para crianças; Recomendado para hiperatividade e insônia.
  7. Alface selvagem e suave sono e sedativo; Geralmente misturado com outras ervas.
  8. Bálsamo de limão – erva do gosto do Lemon que tem um efeito relaxante suave.
  9. A hiperatividade é uma forma de estresse, e a criança também deve ser tratada com Avena (aveia selvagem), um nervo tônico e nutritivo, Vitamina C e Vitaminas B-Complex.

Nota: Os pais também podem se beneficiar do acima, bem como eles também estariam sob estresse com uma criança hiperativa.

Outras maneiras naturais de acalmar

Certifique-se de adicionar lotes de vegetação do mar para a dieta-uma ótima maneira de garantir que a criança está recebendo adequada mineral íons que é essencial para a função adequada do nervo.

Tente dar a uma criança um banho de ervas ou um banho de pés – esta é uma maneira tradicional de relaxar – adicione um chá de flores de lavanda ou uma das outras ervas sedativas, como Limão bravo (Linden).

Yoga exercícios para crianças podem ajudar a relaxar e centro.

Massagem, acupoints-kids adoram ser tocado.

Medicina Tradicional Chinesa vê hiperatividade como resultado de um fígado quente. Holly Eagle, da OMD, da Ancient Roots Medical, localizada em Santa Cruz, CA, diz que em sua experiência trabalhando com crianças hiperativas, ela notou que uma dieta que é muito ácida contribui para irritabilidade e agitação em crianças.

Além disso, o Dr. Eagle diz que há uma tendência à excitabilidade quando o hormônio do crescimento é mais ativo, por exemplo, durante períodos de surtos de crescimento.

Irritações ao sistema de uma criança, como novos dentes estão chegando, etc, pode ser um fator. Ela sente que as crianças que têm problemas com doces tendem a ser inquietas durante a noite.

Os japoneses chamam de hiperatividade a doença do ‘Doce Errado’, e está associada a sintomas de coceira, sentimentos inquietos e Insônia à noite. Dr. Eagle diz que tocar a criança com um toque leve é muito útil e eficaz durante os momentos de hiperatividade, e isso inclui antes de dormir para ajudar a induzir um sono melhor. Também recomenda o resfriamento do fogo fígado. A importância de uma boa dieta não pode ser mais estressado.

Ajuda natural comprovada para TDAH e Hiperatividade

Referências

http://www.natural-holistic-health.com/calming-hyper-kids-with-herbs/

Publicado por: sosortomolecular | 21 de Janeiro de 2017

Diferenças entre as artes terapêuticas: O mundo quer! O Brasil reluta…

Com a ineficácia galopante da Medicina Moderna, de tendência ocidental, racional, monetarista, química, tecnológica, robótica e robotizante, diferentes tipos de medicina e terapêuticas não convencionais surgem multiplicadamente sendo apelidadas de “alternativas”, “complementares”, “paralelas”, “doces” (em França), etc.

Mas as pessoas em geral têm dificuldade em distinguir umas das outras. E a própria legislação é confusa e confundidora. Basta dar um exemplo histórico dessa confusão ao mais alto nível (a própria legislação nacional):

Em Portugal, a recente Lei Nº 71/2013 (publicada no Diário da Republica, 1ª Série – Nº 168 de 2 Set, 2013) diz o seguinte:

Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de Agosto, relativamente ao exercício profissional das atividades de aplicação de terapêuticas não convencionais.”
No “Art.º 2º – Âmbito de aplicação” diz: “A presente lei aplica -se a todos os profissionais que se dedicam ao exercício das seguintes terapêuticas não convencionais:

» Acupuntura;
» Fitoterapia;

  1. c) Homeopatia;
  2. d) Medicina tradicional chinesa;
  3. e) Naturopatia;
  4. f) Osteopatia;
  5. g) Ortomolecular
  6. i) Ozônioterapia
  7. j) Quiropráxia.

– Inclui a “Medicina Tradicional Chinesa”, chamando assim “Terapêutica” a uma “Medicina”! Cada medicina tem vários métodos terapêuticos. Por isso, “Terapia” e “Medicina” são coisas bem distintas;

– Inclui na mesma lista “Acupuntura” e “Medicina Tradicional Chinesa”, como se cada uma fosse uma “terapia” diferente. Ora, além de confusão referida entre “terapia” e “medicina” há aqui uma dupla confusão, pois a Acupuntura faz parte da Medicina Tradicional Chinesa;

– A própria Fitoterapia está incluída na Medicina Tradicional Chinesa (fitoterapia ou farmocopeia próprias da Medicina Tradicional Chinesa, bem entendido). A própria Osteopatia e a Quiropráxia fazem também parte integrante da Medicina Tradicional Chinesa (embora não na forma Ocidental, tal e qual essas terapias estão registradas, mas com uma metodologia algo diferente, integrando-se no que é designado por Tuina).

– A Naturopatia aparece nesta Lei como uma simples “Terapêutica” quando afinal, em sentido lato, todas as outras terapêuticas aqui referidas nesta Lei, se enquadram na Naturopatia, além da Medicina Tradicional Chinesa (que não é uma terapêutica, mas sim uma medicina), pois trata-se de medicina natural (Medicina Tradicional Chinesa) e de terapêuticas naturais que preservam a integridade do individuo ou do doente, usando métodos naturais de prevenção, tratamento e vitalização da pessoa ou do doente.

Mas se a confusão começa logo por cima, na própria legislação, ela continua entre os praticantes ou profissionais, pois embora haja diferenças fundamentais entre a Medicina Natural (Global, etc.) e a Medicina Convencional (Parcial, etc.) há profissionais de Medicina Natural que agem ou se comportam como se estivessem praticando Medicinal Convencional, receitando medicamentos apenas sintomáticos (ainda que naturais e não prejudiciais) ou fazendo tratamentos apenas paliativos ou sintomáticos (ainda que naturais e não prejudiciais). E, por outro lado, há profissionais da Medicina convencional (médicos, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, etc.) que se preocupam com a integridade do doente, que se preocupam com as causas das doenças e que procuram esclarecer o doente e aconselhá-lo para que se torne mais autônomo e independente. E há cada vez mais médicos convencionais a estudarem Medicina Tradicional Chinesa, sobretudo Acupuntura.

Mas o aprender Acupuntura ou mesmo Medicina Tradicional Chinesa em sentido amplo, não garante que ao exercer esteja a fazer Medicina Tradicional Chinesa no sentido profundo, global. Pois quem faz acupuntura ou receita medicamentos da Medicina Tradicional Chinesa (erradamente e eufemisticamente designados pela legislação oficial como simples “suplementos alimentares”) pode usar uma metodologia simplesmente sintomática, ou pode usar métodos preventivos e que vão às causas das doenças.

Pode decidir sobre dialogar profundamente com o doente ou não. Pode decidir esclarecer e educar o doente ou não. Além da confusão entre “terapias” e “medicinas”, chamam-se vulgarmente às Medicinas ou Terapias não convencionais de “Alternativas” quando na realidade, por vezes não existe “alternativa” a uma cirurgia (em certos casos de acidentes graves, etc.); Chamam-se também vulgarmente de “Complementares” como se a medicina convencional fosse a principal (e a outra ou outras de complementares).

Ora é precisamente o oposto! O principal é a prevenção, é a abordagem global. O complementar é que é a medicina tipo bombeiro, que apaga um incêndio que já deflagrou há muito tempo. Por isso a medicina complementar é a Medicina Convencional, e não o contrário! O chamar vulgarmente de “paralela” à Medicina não convencional, é outro absurdo. Não é “paralela” e sim “divergente”! Pois enquanto uma (a natural, global) procura a todo o custo manter a educação do doente, a mudança de hábitos, a preservação da integridade orgânica (sem cirurgia), etc. a outra (a convencional, moderna) boicota esse trabalho, dando-lhe “receitas prontas” de “tira a dor”, “tira o tumor” ou “tira o órgão”, a todo o custo, tornando o doente ainda mais insensível e arrogante, como se não tivesse responsabilidade ou culpa alguma na sua dor ou doença. E, na esmagadora maioria dos casos, ainda recebe prêmio do Estado, sob a forma de subsídio ou desconto institucional para se autodestruir!

Assim, não basta consultar a Carteira Profissional ou a Associação a que o Profissional de Saúde pertence para saber que medicina pratica. É preciso perceber a sua atitude perante a saúde dele próprio, perante o doente, perante a vida e perante a Natureza em geral.

Convém tornar bem claro que são bem distintas, bem diferentes, quando não diametralmente opostas a Medicina Natural, baseada na AUTOCURA INTEGRAL E INDEPENDENTE e a Medicina Artificial (Convencional), baseada na CURA PARCIAL E DEPENDENTE.

A Medicina principal deverá ser Auto-Educativa. É preciso inverter a tendência moderna que obedece cegamente aos interesses puramente financeiros e monetaristas, os quais não apenas desprezam a própria saúde como vivem do aumento assustador das doenças, nomeadamente das doenças crônicas que não param de aumentar, por inconsciência e ignorância das pessoas e dos doentes em particular, usando cada vez mais medicamentos químicos iatrogênicos (provocadores de doenças). É preciso tornar bem claro a diferença entre a verdadeira, autêntica, conscienciosa medicina natural, que usa tratamento profundo, radical (indo à raiz, à causa), global, perene, vitalício e a medicina falsa, comercial, disfarçada, que usa tratamento superficial, momentâneo (“apaga fogos”), provisório.

Comparando estes dois tipos de medicina, como diz o Prof. Tomio Kikuchi, as diferenças são tão grandes e abismais, que é como se estivéssemos a comparar o Céu com o Inferno!. Para despertar consciências, apresentamos a seguir a comparação num quadro resumido entre a Medicinal Natural (Profunda, etc.) e a Medicinal Convencional (Superficial, etc.)

Manuel Moreira
2013.10.11

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