Publicado por: sosortomolecular | 6 de Julho de 2009

A Acidificação do Organismo

Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.

Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sangüínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sangüínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

Como diz o ditado popular: devemos comer como reis pela manhã e como príncipes ao meio dia, mas que comamos como pobres à noite. O preceito de abstermo-nos de alimento nas três últimas horas que precedem o sono é um denominador comum à maioria dos inúmeros códigos de higiene alimentar. A sabedoria por trás de ambas as lógicas é que um aparelho digestivo em repouso, pelo menos à noite, garante a alcalinização do sangue e, conseqüentemente, a possibilidade de varredura e eliminação do lixo ácido estocado nos tecidos conjuntivos ao longo do dia.


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