Publicado por: sosortomolecular | 8 de Julho de 2009

INTRODUÇÃO

Os Oligoelementos são definidos como catalisadores das reações enzimáticas.

Sem a sua presença ativa no organismo, estas funções são prejudicadas e assim o bom funcionamento do organismo, provocando estados patológicos que na primeira fase dão lugar às chamadas doenças funcionais, ou seja, aquelas em que a pessoa não se sente bem, mas cujas análises e exames correntes determinam que o seu estado seja normal. Efetivamente ainda não há lesão, por conseguinte não há doença. O que acontece é que determinado elemento catalisador está ausente, ou seja, há carência, o que impede que o metabolismo se processe para que o órgão desempenhe a sua função, alterando assim o equilíbrio do estado de saúde. Pode, porém acontecer que não haja carência efetiva desse elemento, mas que ele somente esteja inativo, quer dizer, desativado. As causas mais freqüentes destas situações são o stress, a poluição sonora e ambiental e a alimentação desequilibrada. As culturas intensivas, que proporcionam as adubações químicas, são as principais causadoras das carências de sais minerais nos vegetais que comemos, assim como das carnes que não nos fornecem certos elementos porque, por sua vez o gado não teve matéria para sintetizá-los.

Para remediar estas situações podemos e devemos recorrer aos oligoelementos que são sais minerais, em doses infinitesimais que, tendo sido submetidos a uma manipulação de técnica especial, são ativados (ionizados) obtendo-se assim, íons dos mais variados minerais (metais e metalóides) tais como cobre, ferro, iodo, cobalto, magnésio, manganês, etc. Nestas diluições, os sais assemelham-se ao estado natural dos elementos no organismo que, introduzidos neste, por via oral, vão desencadear as reações que permitem o restabelecimento do metabolismo enzimático que, por sua vez, restabelece as funções orgânicas e, assim, o reequilíbrio do estado de saúde.
A grande vantagem dos oligoelementos reside na dosagem infinitesimal, que os coloca ao abrigo do perigo de toxicidade. São absorvidos pela mucosa bucal e pela linfa são levados diretamente ao circuito sanguíneo, que os conduz ao local carenciado onde se fixam preferencialmente.

Estatísticas européias e nomeadamente portuguesas obtidas na medicina do trabalho em grandes empresas, indicam que 70% das causas de baixa por doença são de origem funcional e os restantes 30% são doenças por lesão que evidentemente continuam sendo funcionais, visto que tal está na sua origem.

A Oligoterapia tal como a conhecemos neste momento é essencialmente preventiva sendo muito embora em certos casos também curativa. Ela é também complementar das outras terapêuticas sejam alopática, homeopática ou outra. Assim, por exemplo, se ao administrar um antibiótico for também tomado uma associação de Cobre-Ouro-Prata, o terreno reagirá rapidamente e a dose necessária será menor e por menos tempo; porque foram estimuladas as defesas orgânicas naturais.

Não se pretende aqui afirmar que os oligoelementos são uma panacéia universal. Do que, contudo, se não pode duvidar é que a sua falta leva a bloqueamentos reacionais bioquímicos que, quando em escala apreciável, conduzem a um estado patológico.
Precisamente por isso, achamos que a sua divulgação é importante dada a flagrante atualidade do assunto.


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