Publicado por: sosortomolecular | 8 de Julho de 2009

OLIGOTERAPIA E MEDICINA ALOPÁTICA

A associação da oligoterapia aos fármacos alopáticos não apresenta nenhum inconveniente.
Ao contrário, os oligoelementos, na grande maioria dos casos reforça a ação dos antibióticos e dos quimoterápicos e anti-infecciosos modernos, permitindo assim uma recuperação mais rápida e uma redução das doses deles, e ainda, as recaídas e as recidivas serão mais raras (ou mesmo suprimidas), pelo fato de se ter atacado o agente patogênico e modificado a receptividade às infecções.
A relação entre o manganês é a tireóide são extremamente evidentes. Da mesma maneira há uma relação estreita entre o fósforo e as paratireóides, entre o cobre e as supra-renais, entre o zinco e a hipófise.
O Zinco e o Cobre se associarão eficazmente à tireóide, à hipófise e a timo para agir sobre o desenvolvimento somático das crianças. Os mesmos oligoelementos associados à tireóide, à hipófise e às glândulas genitais trará resultados sensíveis sobre o eixo hipófiso-genital. O Zinco, o Níquel e o Cobalto associados ao pâncreas harmonizarão o eixo hipófiso-pancreático. Tudo se passa como se a adição “ativasse” a catálise no sentido preciso da glândula correspondente.


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