Publicado por: sosortomolecular | 1 de Setembro de 2009

A CURA INICIÁTICA ATRAVÉS DOS TEMPOS:UMA DIFICULDADE PRELIMINAR

Se de fato há uma conspiração histórica e cósmica que data de há 41 mil anos – e que a bíblia dos cristãos registrou com o nome de Queda – poderemos ainda, em 2009, estar  vivendo sob esse clima de conspiração, o que, não parecendo, tem tudo a ver com o atual processo de licenciamento desta Escola Naturista e, portanto, com o próximo destino das medicinas naturais, herdeiras, das medicinas sagradas de sempre.

A linha de continuidade entre a origem do homem (a famosa hominização, em que fala a ciência profana) e o seu destino, perdeu-se. O ser humano perdeu o alfa e o omega, o que poderá explicar a Queda bíblica e tudo o que até hoje sucedeu na sua sequência.

Essa linha foi várias vezes cortada e quase sempre de maneira violenta ou sangrenta.

Contam-se alguns episódios dessa conspiração e não havendo datas precisas, é necessário seguir as pistas que, no entanto, e apesar dos conspiradores estarem ativos e por todo o lado, ainda nos são acessíveis.

A maior parte dos indícios não têm data precisa. E esse é um dos problemas para o investigador que queira fazer uma cronologia clara e transparente das ocorrências. Ele terá que se meter a detetive, seguindo pistas que lhe são dadas por indícios, quase imperceptíveis, a maior parte das vezes.

A procura da verdade – ou seja, as origens e natureza da cura iniciática – terá de ser hoje, em tempo de conspiração mais do que nunca assanhada, uma verdadeira procura policial. E o investigador em Noologia, um detetive da estirpe de Sherlock Holmes.

Não é por acaso que Etienne Guillé, no seu livro «Le Langage Vibratoire de la Vie», avisa o leitor de que irá assistir a uma verdadeira «investigação policial».

Nesse livro que ele considera de investigação policial, Etienne Guillé decodifica, através da linguagem vibratória de base molecular, muitas das inscrições egípcias e hieróglifos, bem como alguns aspectos, até agora escondidos, do alfabeto hebraico.

A decodificação de símbolos é a mais difícil démarche do historiador, do detetive do sagrado.

Porque as mensagens mais importantes sobre a verdade iniciática chegaram, até nós, por via simbólica. Tudo o que sobre cura iniciática nos chegou através da palavra «esotérica» está inquinado pelo veneno da conspiração, ou seja, pelo ardil da mentira e da fraude.

O que os historiadores da medicina nos dizem do Egito, por exemplo, é a parte esotérica, pública e profana da sabedoria médica dos egípcios. Aquilo que «transpirou », digamos, para a praça pública. Para a comunicação profana a que mais tarde, muito impropriamente, se chamou «esoterização» do conhecimento.

A verdadeira medicina iniciática continua, provavelmente, oculta, à espera do detetive que a descubra.

E uma das causas que mais contribuíram para que a verdade continuasse escondida foram, com certeza, as agora chamadas «ciências ocultas», completamente ao serviço da conspiração histórica e cósmica a que a bíblia chamou a Queda.

O que hoje dá pelo nome de «ciências ocultas» é uma matilha de ladrões, fazendo um alarido ensurdecedor, de modo a que o silêncio não se ouça e esteja mesmo ameaçado para sempre de não se ouvir.

A ausência de datações precisas – ou mesmo a total ausência delas – é a dificuldade que o «detetive do sagrado», na pista da cura iniciática, terá que enfrentar.

Uma coisa é o tempo «Cronos» e com ele trabalham os cronistas e historiadores do visível, do que é (ou foi) público e notório; outra coisa é o «Kairós», tempo interior que marca a vivência do sagrado; e outra coisa ainda é o «AEION», dimensão do não-espaço e do não – tempo, a que os egípcios chamavam muito simplesmente eternidade.

Há também a questão da escala para dificultar a vida ao investigador da medicina iniciática.

Se há uma conspiração cósmica – como se postula neste trabalho – ela pauta-se por grandes períodos de tempo (Cronos) ou eras. São os ciclos que algumas tradições como a hinduísta tentaram estabelecer.

A precessão dos equinócios, fenômeno astrofísico que a ciência profana conseguiu dominar, é o quadro de fundo onde podem assentar, com segurança, os dados tradicionais sobre a medicina iniciática.


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