Publicado por: sosortomolecular | 2 de Setembro de 2009

CADA VEZ CRESCE NO MUNDO UMA BUSCA MAIOR POR TERAPIAS INTEGRAIS

Cada vez mais cresce no mundo a ânsia por modelos de terapias integrais que promovam a saúde de maneira total, evitando as doenças ao invés de simplesmente tratá-las.

Não somente em relação a doenças, mas no geral, todo aluno de Terapia Integral deve estar preparado para enxergar o corpo humano como uma organização muito mais complexa do que um simples conjunto de células.

Assim, a Oligoterapia pode servir como excelente opção de tratamento, de maneira que permita demonstrar seus conhecimentos e sua capacidade de agir mais de acordo com o novo milênio.

A Medicina Funcional engloba procedimentos cujo princípio reitor último, tanto no diagnóstico como no terapêutico, é a integridade do biosistema humano. Utiliza substâncias que se originam nos processos vitais e procedimentos que se orientam às funções da vida. Promovem a restituição, compensação e substituição para reforçar os processos vitais. Seu princípio é atuar “para” e não “contra”.

Predomina nela um princípio construtivo e não substitutivo, com a adoção de medidas preventivas para a manutenção da saúde e a regulação da capacidade espontânea de auto-cura.

O procedimento terapêutico tem como objetivo restabelecer as funções e para isso tem como princípios:

1. SUSTITUIÇÃO (APORTE) DE MATÉRIAS DEFICITÁRIAS: os elos intermediários que faltam nas correntes funcionais e nos circuitos reguladores são substituídos (contribuídos) para restaurar de novo a corrente funcional. A isto se corresponde a substituição de elementos, enzimas, hormônios, células e tecidos.

2. TERAPIA DE REGULAÇÃO: existe um esforço para voltar a pôr em marcha as correntes funcionais que estão interrompidas.

3. TERAPIAS INDIVIDUALIZADAS: aqui se deve ter em conta a situação vital individual do paciente que vai tratar, onde se adiciona a esfera psíquica e emocional e que constitui em seu conjunto o denominado “terreno”. (Diátese)

As características desta terapia são:

1. O alto grau de diluição dos preparados que evita efeitos secundários não desejados.

2. Individualização do tratamento mediante a projeção da situação individual de uma pessoa, refletindo de forma qualitativa e temporariamente o estado em que se encontra o organismo em sua luta com as doenças.

3. Os remédios compostos e complexos se adaptam às correntes funcionais e aos ciclos metabólicos.

4. A regulação se tenta atingir utilizando preparados que conseguem levar a cabo reparações estruturais e regenerações funcionais.

5. Os catalisadores intermediários, os produtos intermediários e os cofatores têm a missão de consertar defeitos nas correntes metabólicas, restituindo a dinâmica destes processos.

6. A utilização de produtos que estimulam os mecanismos de eliminação de toxinas. (GUILLÉ, 1990)

A oligoterapia é o que chamamos uma correção do terreno e se baseia no uso dos oligoelementos, que são elementos minerais presentes em nosso organismo em concentrações muito baixas, mas essenciais para o correto funcionamento das reações metabólicas de nosso organismo. Sua principal função é a de catalisar reações químicas, isto é, facilitam o trabalho das enzimas, que são as encarregadas de realizar tais reações, cujo conjunto constitui o metabolismo de nosso corpo.

Uma infinidade de causas pode alterar o correto funcionamento de nosso metabolismo, composto por infinidade de reações enzimáticas em corrente em cada célula de nosso corpo e que têm suas particularidades em cada um de nós. Estas particularidades metabólicas juntamente com o resto de fatores biológicos e psíquicos que nos definem, fazem com que uma pessoa tenha mais ou menos facilidade para viver no meio que o rodeia, isto é, mais ou menos facilidade para manter-se sadio ou para adoecer e poder recuperar-se. Todo este conjunto define o que chamamos terreno individual. Segundo nosso terreno teremos certas características genéricas como, por exemplo, a tendência a sofrer determinadas doenças. (NIEPER, 1993)

Como unidade biopsicossocial que somos, estamos continuamente interagindo e procurando um equilíbrio que em condições ideais é a saúde em seu sentido mais amplo. Quando nossos sistemas de regulação funcionam corretamente se diz que estamos num estado de compensação. Quando, pelo contrário, nossos sistemas de regulação são incapazes de recobrar o estado de equilíbrio adequado, entramos num estado de descompensação onde aparecerão sintomas tanto físicos como psíquicos condicionados também por nosso terreno individual. Este conjunto de sintomas definirá o que chamaremos patologia funcional, dentro da qual podemos definir quatro grandes síndromes, cada um dos quais é tratado com um ou vários oligoelementos associados:

• Os sistemas de regulação funcionam demasiado: Síndrome hiperreativa (Manganês).

• Os sistemas de regulação não funcionam o suficiente: Síndrome hiporreativa (Manganês-Cobre).

• Os sistemas de regulação funcionam de forma anárquica ou inadequada: Síndrome distônica (Manganês-vita B¹²).

• Os sistemas de regulação quase não funcionam: Síndrome anérgica. (Manganês vita B¹² + Lítio).

Em que nos pode ajudar?

Ao contribuir os oligoelementos catalíticos correspondentes, fazemos com que os sistemas de regulação funcionem melhor, permitindo assim a recuperação do equilíbrio para um estado de compensação, isto é de saúde. Este é o momento onde os oligoelementos são mais efetivos. (GUILLÉ, 1990)

No caso em que não fizéssemos nada, o desequilíbrio funcional evoluiria para a aparição de uma patologia orgânica (com alteração de estruturas de nosso corpo), onde podemos diferenciar duas fases: inicialmente entraríamos num estado lesional reversível, onde os oligoelementos ainda têm capacidade resolutiva, e se segue o desequilíbrio, depois apareceria um estado lesional irreversível, no qual o papel dos oligoelementos já é limitado (unicamente como coadjuvante em certos momentos de outras terapias mais contundentes). Uma valoração prévia do terapeuta nos dará uma idéia das possibilidades reais desta terapia em cada caso.

Em conclusão, ao tratar a oligoterapia as bases do início da doença e as tendências a adoecer ou pontos débeis da pessoa esta é mais efetiva quanto mais próxima da alteração funcional nos encontremos.

Ao tratar a uma pessoa, devemos tratar a síndrome em que se encontra nesse momento (pode variar ao longo da vida) e ademais adicionaremos outros oligoelementos em função da patologia concreta que tenha. Em ocasiões é necessário mudar algum oligoelemento segundo seja a evolução da pessoa. (CHOPRA, 1990). “O resgate físico e social do homem”.

BIOTECH – Distribuidor – Rio de Janeiro (21) 2532-0347


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