Publicado por: sosortomolecular | 13 de Dezembro de 2009

A crise na medicina 2º

O enfarte do miocárdio
Veja o que acontece, por exemplo, no enfarte do miocárdio. Para ocorrer um enfarte, são necessários cerca de 40 anos de má alimentação que, pouco a pouco, provoca depósitos na parede dos vasos que irrigam o coração. Quem não conhece esta causa real apresenta uma série de causas aparentes.

Dizem que o enfarte é provocado por pressão alta. A pressão alta não é uma causa. A pressão alta tem uma causa. Pode ser causada por alimentação errada. Também pode ser provocada pelo tipo de vida que a pessoa leva. Nesse caso, é necessário ajudar o doente a diminuir o seu estresse. A pressão é um sintoma e não uma causa.

Outros dizem que a causa do enfarte é o excesso de colesterol no sangue. O colesterol é vital e, quando a pessoa não recebe colesterol pela alimentação, o próprio organismo produz. Uma indústria alimentícia conseguiu, em poucos anos, levar o povo alemão a deixar a manteiga para consumir margarina, um produto industrializado, inferior: “A manteiga é perigosa, contém colesterol e o colesterol provoca doença”, afirmava a indústria.

Os médicos deveriam dizer: “Isto é besteira!” Mas, como na faculdade de medicina pouco se aprende sobre nutrição, eles ignoram a realidade e até hoje encontramos, em bons hospitais, margarina em vez de manteiga.

Outros assinalam que muitos diabéticos têm enfarte. Isso é verdade. Foi comprovado que, após 10 anos de diabete, aparece uma arteriosclerose. A arteriosclerose, porém, nada tem a ver com a diabete. Aparece em decorrência do tratamento errado. Dizem ao doente: “Você não deve comer carboidratos, mas bastante carne”. Assim, a arteriosclerose é provocada por um excesso de proteína animal e não pela glicose no sangue.

A falta de exercícios também é vista como causa do enfarte. A falta de exercício não provoca o enfarte, mas um belo impulso econômico. Vendem-se mais bicicletas, tênis e trajes esportivos. É claro que as pessoas precisam fazer exercícios, mas quando se alimentam errado, a falta de nutrientes não pode ser compensada com uma corrida.

Outros ainda culpam o fumo. Porém, fumar não causa enfarte. A nicotina provoca uma série de danos no organismo. Mas, quando a pessoa se alimenta direito e não há depósitos nos vasos do coração, ela pode fumar e não vai ter enfarte. Entretanto, quando a pessoa se alimenta de forma errada, o fumo é um fator agravante. O estreitamento provocado por ele pode diminuir o vaso já reduzido pelos depósitos a ponto de ocorrer o enfarte.

Finalmente, dizem que o enfarte pode ser provocado pelo estresse – por uma carga emocional excessiva. Não é verdade! Se os vasos estiverem perfeitos, o choque não vai ser suficiente para levar ao enfarte. É preciso que a pessoa tenha se alimentado mal durante 30 ou 40 anos para que os vasos estejam tão alterados que um choque emocional vá desencadear o enfarte.

Esses são alguns exemplos que mostram as acrobacias mentais necessárias na medicina acadêmica quando as causas das doenças são desconhecidas. Passaram a dizer: “É verdade, tudo isso não são causas, são fatores de risco“.


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