Publicado por: sosortomolecular | 24 de Julho de 2012

A Era das Trevas da Medicina

Por Mark Sircus

 “Tendo observado médicos das unidades de emergência ressusci­tarem pacientes em coma, ou cirurgiões lutando por horas para man­ter a vida de vítimas sérias de acidentes de carro, eu não concordaria que ‘toda’ a medicina está na idade das trevas”, disse Dr. John Mar­tin. Porém, muitas são as vozes que argumentam que há uma essên­cia maligna nas firmas farmacêuticas, no Centro de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e no Centro para Controle de Doenças (CDC), as duas organizações mais poderosas, nos EUA, que controlam e dominam o mundo da medicina no Brasil e em todos os outros países. É importante enfatizar que as mesmas pessoas que estão envolvidas economicamente com as firmas farmacêuticas, tra­balham no FDA e no CDC. A despeito da luz brilhante de dedicados médicos das unidades de emergência e UTIs, a medicina alopática ocidental está mergulhada numa era de escuridão de pensamentos e ações que será lembrada com vergonha por muitos séculos à frente.

A medicina moderna está numa era de trevas e o FDA está no centro dessa escuridão. “O que mais me incomoda é que as pessoas pensam que o FDA as está protegendo. Não está. O que o FDA está fazendo e o que o público pensa que ele está fazendo são duas coisas bem diferentes, como dia e noite”, escreveu Dr. Herbert, diretor do FDA. Muitas pessoas acham que a medicina começou a deixar sua própria escuridão para trás quando finalmente se ouviu Ignaz Sem­melweis, em 1844, provar que o fato dos médicos lavarem suas mão e se manterem asseados preveniria a infecção e morte de mulheres durante o parto. Por seus esforços, Semmelweis foi demitido do hos­pital em Viena e, apesar de publicado, seu trabalho foi totalmente ignorado. No século vinte, o governo, grandes empresas e a medicina formaram um time para criar uma sujeira que levará todo o século vinte e um para limpar.

Olhando a história recente, percebemos a direção que a medicina e as indústrias farmacêuticas começaram a tomar quando compan­hias como a Bayer (naqueles tempos chamada IG Farben), na Ale­manha, começaram a construir e administrar locais como o campo de concentração de Auschwitz. Na Alemanha nazista os hospitais eram rotineiramente utilizados por médicos para matar centenas de milhares de indesejáveis, preparando a equipe médica para horrores ainda maiores nos campos de concentração. Após o Julgamento de Nuremberg, o terrorismo médico e farmacêutico ficou oculto e so­mente aparecia aos nossos olhos quando erros dramáticos eram co­metidos. Mas agora, sessenta anos depois, os erros têm sido muito grandes, e a única forma de manter o status quo do sistema médico/farmacêutico é a negação total de suas barbaridades – mesmo quando milhões de pais, pelo mundo afora, choram seu desespero pela epi­demia de autismo, por exemplo.

Hoje, a podridão em que a medicina alopática se tornou é vista em várias áreas e é sustentada pelas mentiras e decepções que as autoridades médicas e a mídia propagam. Tais mentiras obscurecem a luz da verdade ainda manifestada através de muitos médicos e en­fermeiras dedicados. Essas são alegações sérias, mas os fatos provam sua veracidade. A primeira grande mentira, que está sendo exposta por muitos cientistas e médicos ao redor do mundo, gira em torno da AIDS e seus coquetéis, que têm uma taxa de mortalidade de 100 por cento. A medicina moderna está assassinando milhões de pessoas, enquanto o governo e a mídia gritam para gastar mais bilhões de dólares em drogas que de fato, aceleram a destruição do sistema imu­nológico sem atuar sobre os fatores endotoxológicos pré-existentes que causaram o desenvolvimento da doença.

O tratamento do câncer será, mais cedo ou mais tarde, colocado na mesma categoria que as lobotomias frontais, pois claro está que a guerra contra o câncer está perdida porque a medicina está per­dida. Quimioterapia e radioterapia representam a pior abordagem ao câncer e ainda assim, devido à sua rentabilidade, o campo da onco­logia tornou-se um tipo de fraude que leva milhões a mortes hor­ríveis. Não deveria ser nenhuma surpresa que muitos oncologistas se recusariam a receber quimioterapia se eles desenvolvessem câncer e alguns médicos são conhecidos por se recusarem a inocular seus próprios filhos com vacinas, mesmo continuando a administrá-las a seus pacientes.

Ainda pior são os pediatras, que estão sujeitando recém-nascidos a algo que o mundo nunca viu antes em sua longa história de bar­baridades. As mesmas pessoas que por décadas recomendaram fór­mulas alimentares para bebês, ao invés de leite materno, estão agora injetando bebês recém-nascidos, em seu primeiro dia de vida, com uma das mais perigosas vacinas conhecidas pelo homem, a vacina da hepatite B – apesar de não haver nenhum estudo científico de longo termo que certifique aos pais a sua segurança e não haver nenhuma necessidade racional para as crianças receberem essa vacina. Os médicos desses bebês preferem violentar a vulnerabilidade dessas crianças a olhar diretamente para a podridão que a sua medicina se tornou. O que a medicina faz para os adultos é uma coisa, porque adultos deveriam saber no que estão se metendo, mas os bebês são inocentes e vulneráveis. Algumas valentes enfermeiras escolares e outros profissionais deram um passo à frente e tentam alertar a co­munidade sobre o que essas vacinas contra hepatite B estão fazendo às crianças. Mas os seus gritos estão caindo em ouvidos surdos. Tal é a natureza da medicina em sua era atual de escuridão. As autoridades médicas não podem mais escutar ao chamado da verdade.

É claro que há muitas outras áreas onde a escuridão de pensamentos e atos prevalece na prática médica dos dias atuais. Há muitas questões, como o fato do aspartame estar sendo empurrado dentro de milhares de produtos e a medicina não ter dito nem uma palavra a respeito. “A existência de doenças causadas pelo aspartame continua a ser negada pelo FDA e entidades corporativas poderosas. Entretan­to, a magnitude deste problema deveria levar à proibição da utiliza­ção deste químico, como uma eminente ameaça à saúde pública”, escreveu Dr. H.J. Roberts. Tão grande é a dependência à medicina química que os médicos perderam sua habilidade de perceber que químicos agressivos são perigosos à saúde humana. Desde o açú­car, flúor, pesticidas, herbicidas, hormônios bobeados nas galinhas e bifes, os horrores químicos da produção moderna de laticínios, re­médios, conservantes em alimentos, produtos de limpeza doméstica, vacinas, alimentos refinados em geral, tudo o que não é natural tor­nou-se normal e a medicina ocidental se pergunta por que as pessoas estão se tornando mais e mais doentes. A medicina alopática tornou-se apenas mais um jogador no grande genocídio químico da espécie humana.

O que nós podemos esperar da era de trevas da medicina a não ser, como Dr. Howenstine coloca, que “A medicina tornou-se con­taminada”? É realmente um grande problema, pois as pessoas estão capturadas pela medicina e a aceitam cegamente, como se ela fosse uma nova religião – quando ela na realidade é o maior engodo já for­jado por capitalistas imorais que tomaram seu controle, há cem anos atrás. É fundamental entender que os cuidados com a saúde estão quase que completamente sob o controle das indústrias farmacêu­ticas e a função primária do FDA é assegurar a rentabilidade das firmas farmacêuticas, indústrias químicas e dos grandes conglomerados de agricultura.

Até que a Era da Trevas da Medicina termine, milhões e milhões serão levados cegamente às câmaras de massacre dos hospitais e clínicas médicas por todos os cantos. É um fato conhecido que nos Estados Unidos 250 mil pessoas perderão suas vidas devido às práticas médicas, e esses números representam estatísticas conser­vadoras. Essa escuridão planejada tem sido tão bem sucedida que as massas são completamente enganadas e não há mais necessidade dos trens da morte dos nazistas, campos de concentração e câmaras de gás. As pessoas entram nesse horror médico por sua própria e livre vontade e, em sua ignorância, sujeitam mesmo suas crianças a uma forma de violência médica (as vacinas) da qual muitas nunca vão se recuperar.

As autoridades médicas chupam o dedo enquanto a ocorrência do autismo se agiganta entre a população jovem e agora, ao invés de trabalhar para mudar qualquer coisa, os médicos, psicólogos e edu­cadores tentam conter essa maré de problemas entre as crianças com ainda mais drogas e vacinas. Mudanças, infelizmente, somente virão com a confrontação, com a verdade sendo comunicada em círculos cada vez maiores e de forma ainda mais forte e direta. Tal confron­tação é uma forma de amor, que é ao mesmo tempo compassiva e dura. A falha em confrontar a escuridão da fraude e da falsidade é um ato de covardia e medo, ou mesmo egoísmo. A confrontação do que se tornou a religião da medicina pode ser o mais alto exercício e demonstração de amor, pois o propósito disso é parar com os sofri­mentos e mortes desnecessárias de milhões de pessoas.

Fonte: http://www.umanovaera.com (http://bit.ly/lq2mDP)


Responses

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