Publicado por: sosortomolecular | 2 de Setembro de 2014

OLIGOTERAPIA – MEDICINA TRADICIONAL FRANCESA.

Sobre Oligoterapia e Oligoelementos, existe hoje um manancial enorme de literatura disponível, o que não acontecia em meados dos anos setenta do século passado; a internet também veio a recolher e a globalizar imensos trabalhos sobre esta temática.

No início dessa década, não tínhamos a utilização massiva do computador, nem a internet, mas iniciamos por essa altura em Portugal, à semelhança do que já acontecia noutros países como a França, a Bélgica e a Suíssa entre outros, a divulgação desta prática terapêutica de que continuo adepto, pois foi desde esses tempos, a utilização dos oligoelementos no dia-a-dia familiar, uma constante de que não há arrependimento, ainda hoje, a família tem um uso praticamente nulo dos serviços médico-sociais.

Assim, após uma análise das várias opiniões e processos bioterápicos que utilizam os minerais com fins terapêuticos e, atendendo ao interesse e polêmica levantados nos últimos anos á prática da oligoterapia, podemos concluir e retirar daí ilações de que o interesse levantado por este processo terapêutico, é justamente fundamentado.

Não estão só em causa as demonstrações mais ou menos cientificas nos campos da química, eletroquímica, bioquímica e medicina, mas, e o mais importante, na área da naturologia, que é o resultado dessa prática terapêutica.

A oligoterapia é, pois uma prática terapêutica que utiliza as várias formas de administração dos oligoelementos. Estes, são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades, alguns dos quais em quantidades tão pequenas que podem considerar-se vestígios ou traços de metais e não metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio da cadeia de reações bioquímicas.

A oligoterapia deve a sua classificação como prática terapêutica suave (não agressiva) á sua eficácia na fase funcional do doente, pois faculta ao organismo as condições de restabelecer, por si próprio, o equilíbrio biológico, já que a oligoterapia é, por natureza e especificidade, uma terapia preventiva e de manutenção.

INTRODUÇÃO

A nova medicina é resultado da aproximação das duas correntes do pensamento médico, ou seja, da corrente cartesiana acadêmica com a corrente dialética, voltada para a compreensão das leis naturais, a qual pertence praticamente todos os ramos da medicina não oficial. Isso tornou possível o surgimento da mentalidade médica holística (integral), o que permitiu o aparecimento de ramos como a medicina ecológica, medicina biológica, medicina integral, medicina vibracional, medicina holística, medicina ortomolecular, e outras que formam o mesmo grupo que agora possui mais um elemento. A medicina funcional ou Oligoterapia. A Oligoterapia iniciada em 1932, pelo Dr. Jacques Menetrier, na França, hoje totalmente subsidiada pelo governo francês, é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas de utilização os oligoelementos. Estes são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades que podem considerar-se vestígios de traços de metais, e não-metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São essas cadeias intricadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

O que são Minerais? 

Os minerais são elementos existentes no organismo e nos alimentos em combinações orgânicas inorgânicas. Os elementos minerais desempenham diversos papéis essenciais nos fluídos corporais como constituintes dos tecidos do organismo, regulando o metabolismo de diversas enzimas. Mantém o equilíbrio ácido básico e a pressão osmótica, facilitando a transferência na membrana de elementos essenciais. 

Definição Bioquímica dos Oligoelementos 

São elementos que existem na célula viva animal e vegetal em ínfimas quantidades, e em muito baixa concentração. Participam num número importante de reações bioquímicas. São catalisadores das funções enzimáticas, permitem pela sua presença influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo tomarem parte ativa nesta reação. Fornecem a enzima, a energia para que a reação bioquímica ocorra. A atividade dos oligoelementos regula e permite as trocas metabólicas, graças as quais o organismo tem a possibilidade de restabelecer por si próprio o equilíbrio biológico. 

CONCEITOS BÁSICOS EM OLIGOTERAPIA: 

É bem verdade que este nome não é apropriado, pois “oligo” quer dizer pouco. É como chamar de pouco tratamento. O nome mais indicado seria como os franceses atualmente a chamam, “medicina funcional”. Como, este nome já está arraigado a cultura existente deixe assim. A medicina funcional francesa foi iniciada pelo Professor Dr. Jacques Ménétrier em 1932. Hoje muito usada na Europa, principalmente na França contando até com subsídio governamental para seu desenvolvimento e aplicação. Hoje existem países como Brasil, E.U.A , Canadá, Japão e membros da antiga URSS também em uso. 

O emprego destes elementos em pequenas doses suscita no organismo muitas funções bioquímicas e principalmente biofísicas, que são temas de estudos em várias escolas de medicina do mundo todo. Hoje, aqui mesmo no Brasil, existem muitos cursos sendo ministrados aos interessados nesta “nova” metodologia médica. Alguns apaixonados a chamam de Medicina do século XXI, pois, seus efeitos são fantásticos. 

PEQUENAS DOSES & GRANDES EFEITOS: Podemos chamar assim, pois as doses usadas nestes medicamentos são ínfimas. Não apresentando efeitos colaterais nem mesmo contra-indicações. Os efeitos são explicados em extensas teorizações bioquímicas, todas fundamentadas nas reações de catálise e nutrição celular. É cada vez maior o número de amantes desta metodologia que traz explicações calcadas em biofísica, ou melhor, biofísica quântica, alicerçada em modernos conceitos da física quântica e na vanguarda do conhecimento sobre vibração, espaço-tempo, as equações que mudaram o mundo da física neste século que passou, que unem matéria e energia na mais conhecida equação do século XX. Matéria é igual à energia vezes velocidade da luz no quadrado. E=MC².

FINALIDADES: 

A finalidade desta metodologia é estimular a melhora ou a cura de doenças consideradas em estágio funcional, ou seja, que as toxinas que acometem os doentes estejam ainda no tecido extracelular. Poderemos aqui evocar a tabela de homotoxicologia feita pelo Dr. Hanz Heinrich Reckeweg, onde existe um corte biológico por onde as toxinas atuam. Caso estas estiverem acometendo o tecido extracelular, serão facilmente drenadas, caso o organismo intoxicado tenha condições para tal. A oligoterapia traz um imenso benefício a esta “vicariação regressiva”. Termo este usado na homotoxicologia para definir condições onde as toxinas “viajam” de um estágio mais profundo nos tecidos embrionários e, do interior da célula para um estágio mais superficial e fora da célula, dando ao organismo, condições de regenerar-se e curar-se. É lógica que não é almejado aqui, a cura de males incuráveis, bem como a cura sem seqüelas de males que estão num estágio mais avançado da célula. Porém almejamos sim uma metodologia sem precedentes, como elementos tidos como nutrientes essenciais à célula e curar muitos males que ainda aguardam melhor sorte na medicina dita convencional, como: doença crônica, auto-imunes e degenerativas. Como sabemos, as doenças são informações que carregamos em nós mesmo. Oriundas de um acervo informativo ao qual fomos submetidos na concepção. Os homeopatas chamam de Miasmas, nós chamamos de terreno propício ao desenvolvimento de patologias, ou apenas Diáteses. 

Essas diáteses são afloramentos de arquétipos patológicos existentes na nossa biodisponibilidade. Quando há quebra da sintonia frequência de três elementos que constituem uma barreira protetora destes afloramentos, estes suscitamentos de informações patológicas advêm de exposições a numerosos fatores, como por exemplo, os fatores ambientais, como: poluição atmosférica, fótons, campos eletromagnéticos, contaminação alimentar, contaminação da água, etc., além de fatores hormonais, acidentais, sociais, emocionais entre outros. 

As diáteses são reflexos metabólicos que correspondem a diferentes inter-relações possíveis e variáveis do meio interno: o potencial ácido-básico e o potencial de óxido redução. É bom lembrar que um organismo hígido não tem predominância em nenhum desvio da neutralidade, sendo ideal o pH em torno de 7,2 e o pH em 22. Ao encontrarmos algum desvio para mais ou para menos no pH, significa que o organismo perdeu sua condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças, que a barreira inter mentes foi alterada por quaisquer fatores e a tradução deste desequilíbrio se dá de forma de descompensação da saúde e higidez do acometido, trazendo para o doente sintomas e sinais característicos e de fácil percepção. 

Temos que reconhecer 4 diáteses: 

  1. A) diátese I ou síndrome hiper-reativa ácida e reduzida. 
  2. B) diátese II ou síndrome hipo-reativa ácido e oxidado. 
  3. C) diátese III ou síndrome distônica alcalino e reduzido. 
  4. D) diátese IV ou síndrome anérgica alcalino e oxidado. 

As diáteses são representantes dos “terrenos” mórbidos que carregamos, aflorados da “mente” celular (arquétipos) aos quais representamos. Estes arquétipos são suscitados desta mente celular por condições próprias da existência que em certo momento e por vários motivos isolados ou somado, “desafinaram” nosso acorde de freqüência ideal, que é regulado pela harmonia frequêncial de 4 elementos Cu, Co, Cr, Se. Os chamados minerais da barreira inter mentes. Concluindo: o nosso sistema de repressão aos arquétipos de doenças torna-se inoperante e afloram da nossa memória celular as doenças as quais estamos “programados” para tê-las, dentro de uma condição pré-estabelecida. As diáteses representam estas condições prévias, sendo as diáteses I e II constitucionais, já nascemos de um modo ou de outro, quer por algum motivo perdermos a maneira repressiva das doenças. Apresentamos os sintomas característicos das síndromes descritas. A oligoterapia é uma metodologia médica genial para reprimir os arquétipos de doenças. Usada na prevenção e no tratamento de patologias já afloradas, porém, sempre com o intuito de melhorar e prolongar a vida humana. 

COMO AGE A OLIGOTERAPIA

A ação mais importante ocorre quando elementos em doses sutis estimulam os receptores bucais e estes por estímulos magneto elétricos, fazem as membranas celulares tornarem-se biorreceptivas aos elementos fornecidos, tornando a nutrição celular mais próxima do ideal. As doses ínfimas de substratos minerais e metais desencadeiam reações bioquímicas imprescindíveis à manutenção da vida biológica. Estas ações são catalizadoras, por isso, o nome do “medicamento” é o elemento usado, somado do nome catalítico. Exemplo: Iodo catalítico. 


Responses

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