Publicado por: sosortomolecular | 19 de Abril de 2016

OLIGOTERAPIA 

Sobre Oligoterapia e Oligoelementos, existe hoje um manancial enorme de literatura disponível, o que não acontecia em meados dos anos setenta do século passado; a internet também veio a recolher e a globalizar imensos trabalhos sobre esta temática.

No início dessa década, não tinhamos a utilização massiva do computador, nem a internet, mas iniciámos por essa altura em Portugal, à semelhança do que já acontecia noutros países como a França, a Bélgica e a Suíssa entre outros, a divulgação desta prática terapêutica de que continuo adepto, pois foi desde esses tempos, a utilização dos oligoelementos no dia-a-dia familiar, uma constante de que não há arrependimento, ainda hoje, a família tem um uso práticamente nulo dos serviços médico-sociais.

Assim, após uma análise das várias opiniões e processos bioterápicos que utilizam os minerais com fins terapêuticos e, atendendo ao interesse e polémica levantados nos ultimos anos á prática da oligoterapia, podemos concluir e retirar daí ilações de que o interesse levantado por este processo terapêutico, é justamente fundamentado.

Não estão só em causa as demonstrações mais ou menos cientificas nos campos da quimica, electroquimica, bioquimica e medicina, mas, e o mais importante, na área da naturologia, que é o resultado dessa prática terapêutica.

A oligoterapia é pois uma prática terapêutica que utiliza as várias formas de administração dos oligoelementos. Estes, são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades, alguns dos quais em quantidades tão pequenas que podem considerar-se vestigios ou traços de metais e não metais. O simples facto de um organismo estar carente dessa pequenissíma quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio da cadeia de reacções bioqumicas.

A oligoterapia deve a sua classificação como prática terapêutica suave (não agressiva) á sua eficácia na fase funcional do doente, pois faculta ao organismo as condições de restabelecer, por si próprio, o equilibrio biológico, já que a oligoterapia é, por natureza e especificidade, uma terapia preventiva e de manutenção.

Abordagem vídeo animada sobre a incrível máquina que é o corpo humano.

INTRODUÇÃO

A nova medicina é resultado da aproximação das duas correntes do pensamento médico, ou seja, da corrente cartesiana acadêmica com a corrente dialética, voltada para a compreensão das leis naturais, a qual pertencem praticamente todos os ramos da medicina não oficial. Isso tornou possível o surgimento da mentalidade médica holística (integral), o que permitiu o aparecimento de ramos como a medicina ecológica, medicina biológica, medicina integral, medicina vibracional, medicina holística, medicina ortomolecular, e outras que formam o mesmo grupo que agora possui mais um elemento. A medicina funcional ou Oligoterapia. A Oligoterapia iniciada em 1932, pelo Dr. Jacques Menetrier, na França, hoje totalmente subsidiada pelo governo francês, é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas de utilização os oligoelementos. Estes são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades que podem considerar-se vestígios de traços de metais, e não-metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São essas cadeias intricadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

O que são Minerais? 

Os minerais são elementos existentes no organismo e nos alimentos em combinações orgânicas inorgânicas. Os elementos minerais desempenham diversos papéis essenciais nos fluídos corporais como constituintes dos tecidos do organismo, regulando o metabolismo de diversas enzimas. Mantém o equilíbrio ácido básico e a pressão osmótica, facilitando a transferência na membrana de elementos essenciais.

Definição Bioquímica dos Oligoelementos 

São elementos que existem na célula viva animal e vegetal em ínfimas quantidades, e em muito baixa concentração. Participam num número importante de reações bioquímicas. São catalisadores das funções enzimáticas, permitem pela sua presença influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo tomarem parte ativa nesta reação. Fornecem a enzima, a energia para que a reação bioquímica ocorra. A atividade dos oligoelementos regula e permite as trocas metabólicas, graças as quais o organismo tem a possibilidade de restabelecer por si próprio o equilíbrio biológico.

CONCEITOS BÁSICOS EM OLIGOTERAPIA: 

É bem verdade que este nome não é apropriado, pois “oligo” quer dizer pouco. É como chamar de pouco tratamento. O nome mais indicado seria como os franceses atualmente a chamam, “medicina funcional”. Como, este nome já está arraigado a cultura existente, deixemos assim. A medicina funcional francesa foi iniciada pelo Professor Dr. Jacques Ménétrier em 1932. Hoje muito usada na Europa, principalmente na França contando até com subsídio governamental para seu desenvolvimento e aplicação. Hoje existem países como Brasil, E.U.A , Canadá, Japão e membros da antiga U.R.S.S. também em uso.

O emprego destes elementos em pequenas doses suscitam no organismo muitas funções bioquímicas e principalmente biofísicas, que são temas de estudos em várias escolas de medicina do mundo todo. Hoje, aqui mesmo no Brasil, existem muitos cursos sendo ministrados aos interessados nesta “nova” metodologia médica. Alguns apaixonados a chamam de Medicina do século XXI, pois, seus efeitos são fantásticos.

PEQUENAS DOSES & GRANDES EFEITOS: Podemos chamar assim, pois as doses usadas nestes medicamentos são ínfimas. Não apresentando efeitos colaterais nem mesmo contra-indicações. Os efeitos são explicados em extensas teorizações bioquímicas, todas fundamentadas nas reações de catálise e nutrição celular. É cada vez maior o número de amantes desta metodologia que traz explicações calcadas em biofísica, ou melhor, biofísica quântica, alicerçada em modernos conceitos da física quântica e na vanguarda do conhecimento sobre vibração, espaço-tempo, as equações que mudaram o mundo da física neste século que passou, que unem matéria e energia na mais conhecida equação do século XX. Matéria é igual à energia vezes velocidade da luz no quadrado. E=MC².

FINALIDADES:

A finalidade desta metodologia é estimular a melhora ou a cura de doenças consideradas em estágio funcional, ou seja, que as toxinas que acometem os doentes estejam ainda no tecido extracelular. Poderemos aqui evocar a tabela de homotoxicologia feita pelo Dr. Hanz Heinrich Reckeweg, onde existe um corte biológico por onde as toxinas atuam. Caso esta estiver acometendo o tecido extracelular, serão facilmente drenadas, caso o organismo intoxicado tenha condições para tal. A oligoterapia traz um imenso benefício a esta “vicariação regressiva”. Termo este usado na homotoxicologia para definir condições onde as toxinas “viajam” de um estágio mais profundo nos tecidos embrionários e, do interior da célula para um estágio mais superficial e fora da célula, dando ao organismo, condições de regenerar-se e curar-se. É lógico que não é almejado aqui, a cura de males incuráveis, bem como a cura sem seqüelas de males que estão num estágio mais avançado da célula. Porém almejamos sim uma metodologia sem precedentes, como elementos tidos como nutrientes essenciais à célula e curar muitos males que ainda aguardam melhor sorte na medicina dita convencional, como: doença crônica, auto-imunes e degenerativas. Como sabemos, as doenças são informações que carregamos em nós mesmo. Oriundas de um acervo informativo ao qual fomos submetidos na concepção. Os homeopatas chamam de Miasmas, nós chamamos de terreno propício ao desenvolvimento de patologias, ou apenas Diáteses.

Essas diáteses são afloramentos de arquétipos patológicos existentes na nossa biodisponibilidade. Quando há quebra da sintonia frequência de três elementos que constituem uma barreira protetora destes afloramentos, estes suscitamentos de informações patológicas advêm de exposições a numerosos fatores,

Como por Exemplo, os fatores ambientais, como: poluição atmosférica, fótons, campos eletromagnéticos, contaminação alimentar, contaminação da água, etc., além de fatores hormonais, acidentais, sociais, emocionais entre outros.

As diáteses são reflexos metabólicos que correspondem a diferentes inter-relações possíveis e variáveis do meio interno: o potencial ácido-básico e o potencial de óxido redução. É bom lembrar que um organismo hígido não tem predominância em nenhum desvio da neutralidade, sendo ideal o pH em torno de 7,2 e o pH em 22. Ao encontrarmos algum desvio para mais ou para menos no pH, significa que o organismo perdeu sua condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças, que a barreira inter mentes foi alterada por quaisquer fatores e a tradução deste desequilíbrio se dá de forma de descompensação da saúde e higidez do acometido, trazendo para o doente sintomas e sinais característicos e de fácil percepção.

Temos que reconhecer 4 diáteses:

  1. A) diátese I ou síndrome hiper-reativa, ou, alérgica ácida e reduzida.
  2. B) diátese II ou síndrome hipo-reativa, ou, hipostênica ácido e oxidado.
  3. C) diátese III ou síndrome distônica, ou, neurovegetativa alcalino e reduzido.
  4. D) diátese IV ou síndrome anérgica alcalino e oxidado.

As diáteses são representantes dos “terrenos” mórbidos que carregamos, aflorados da “mente” celular (arquétipos) aos quais representamos. Estes arquétipos são suscitados desta mente celular por condições próprias da existência que em certo momento e por vários motivos isolados ou somados, “desafinaram” nosso acorde de freqüência ideal, que é regulado pela harmonia freqüêncial de 4 elementos Cu, Co, Cr, Se. Os chamados minerais da barreira inter mentes. Concluindo: o nosso sistema de repressão aos arquétipos de doenças torna-se inoperante e afloram da nossa memória celular as doenças as quais estamos “programados” para tê-las, dentro de uma condição pré-estabelecida. As diáteses representam estas condições prévias, sendo as diáteses I e II constitucionais, já nascemos de um modo ou de outro, quer por algum motivo perdermos a maneira repressiva das doenças. Apresentamos os sintomas característicos das síndromes descritas. A oligoterapia é uma metodologia médica genial para reprimir os arquétipos de doenças. Usada na prevenção e no tratamento de patologias já afloradas, porém, sempre com o intuito de melhorar e prolongar a vida humana.

COMO AGE A OLIGOTERAPIA:

A ação mais importante ocorre quando elementos em doses sutis estimulam os receptores bucais e estes por estímulos magneto elétricos, fazem as membranas celulares tornarem-se biorreceptivas aos elementos fornecidos, tornando a nutrição celular mais próxima do ideal. As doses ínfimas de substratos minerais e metais desencadeiam reações bioquímicas imprescindíveis à manutenção da vida biológica. Estas ações são catalizadoras, por isso, o nome do “medicamento” é o elemento usado, somado do nome catalítico. Exemplo: Iodo catalítico.

AÇÕES DOS ELEMENTOS MAIS USADOS EM OLIGOTERAPIA: 

Elementos tidos como tóxicos tem ações brilhantes em oligoterapia. São eles:

ALUMÍNIO: 

Elemento tido como tóxico, faz amálgama facilmente com zinco e cálcio entre outros.

Sedativo – sonífero – calmante – euforia – agitação – hipercinesia – atonia cerebral – diminuição da atividade – intelectual em crianças – seqüelas vacinais – síndrome de Down – distúrbio da memória – distúrbios do raciocínio – entre outros…

ANTIMÔNIO:

Gastrites – piorréia – aftas – sinusites – faringites – amidalites – faringites – enterocolites – mononucleose infecciosa – gengivites – adenomegalias – hipertrofia das adenóides.

BORO:

Aumenta hormônios sexuais (testosterona, estradiol, dhea, progesterona) – envelhecimento, reumatismos – menopausa – esterilidade – disfunção sexual – impotência – perda ou diminuição da libido – melhora da atenção – percepção – obesidade – distúrbio da memória recente ou remota – coordenação motora – osteoporose – risco de trombose – artrites – endometriose.

CÁLCIO:

Insônia – emagrecimento – aleitamento – gestação – hipertensão – fraturas – osteoporose – crescimento – reumatismo – cáries dentárias – desmineralização – raquitismo – osteomalácia.

COBALTO:

Elemento da barreira intermitentes que é responsável pelo controle da percepção sensorial. Os indivíduos com falta de cobalto percebem menos e o excesso faz com que os mesmo percebam coisas que os ditos normais não percebem. Ansiedade – espasmofilia – palpitações – parestesias – acrocianoses – arterites – gastrites – vertigens – zumbidos – calmante – sedativo – hipotensor – memória – aterosclerose – enxaquecas – problemas circulatórios arteriais – aerocolia.

COBRE:

Elemento central da barreira intermitente. Ele é quem “afina” o ser humano. (O ideal seria fazer curso de oligoterapia pelo ângulo da física), acne – anemias – hipertensão – disfunção tireoidiana –artroses – vertebrais – tuberculose óssea – tuberculose – refratária (todas hoje são) – nefrose lipídica – espondilite anquilosante – artrites anquilosantes – infecções bacteriana e principalmente virais – gripes – câncer – imunodeficiências – vitiligo – processos inflamatórios – oligomenorréia – hipomenorréia – amenorréia – infertilidade.

CROMO:

Elemento da barreira intermitentes, responsável pela pressão do arquétipo de violência, além de controlar a “economia” corporal. Hoje sabemos que o aumento da violência se deve ao baixo consumo de cromo acrescido do aumento do consumo do açúcar e de produtos refinados que depletam cromo.

Diabetes – hipoglicemia reacional – hipogicemia não reacional – pré diabetes – diabetes tipo I e tipo II – aterosclerose – fome insaciável – bulemia metabólica – hipertrigliceridemia – hipercoloesterolemia – stress – stress por exercícios extenuantes – controle da hiper e hipo insulinismo – envelhecimento.

MOLIBDÊNIO/FÓSFORO:

Pruridos – eczemas – urticárias – alergias – faringites alérgicas – acne – alergias alimentares – neurites – artroses – ciatalgias – enxaqueca alimentar – reumatismos inflamatórios e metabólicos – degeneração articular – lúpus eritematosos sistêmicos – cistites recidivantes por acidez – alopécia – artralgias – fâneros (unhas e cabelos fracos) – psoríase – edema de Quinke – febre do feno – conjuntivite alérgica – rinites – amidalites alérgicas – laringites alérgicas – otites alérgicas.

FERRO:

Anemia ferropriva – depressão – sonolência – desânimo – apatia – diminuição da intelectualidade – redução do desempenho física – precordialgias anginosas – irritabilidade – fogachos da menopausa – taquicardias – gravidez – prevenção das malformações fetais – riscos de prematuridade – prevenção de complicações do parto – puberdade – convalescença – atraso de crescimento reumatismo – diminuição da imunidade e resposta imune.

FLUOR:

Dentição – cárie dentária – osteoporose – flacidez ligamentar – zumbidos – lombalgias posturais – crescimento – entorses – Mal de Scheuermann – epifisite vertebral dolorosa da adolescência – osteocondrite da tíbia – retardo de consolidação de fraturas – escoliose – prevenção do pé plano congênito – prevenção do genu valgun e genu varun – cifose – lordoses – descalcificações – aleitamento – dentição – gravidez – desmineralização – osteocondrite.

FÓSFORO:

Espasmofilia – palpitações – cólon irritável – doença de Crohn – rinites – asma – ostoporose – câimbras – coqueluche e outros fenômenos de espasmos respiratórios – miastenia graves – dismenorréia – moléstia de Dupuytren – síndromes musculares dolorosas fibromiálgicas – astenia cerebral – tetania – hepatites virais (A, B ou C) – doenças hepáticas esteatoses, cirrose etc. – esclerodermia – precordialgia – distrofias ósseas.

GERMÂNIO:

Mineral considerado uma panacéia, um marco de desenvolvimento no campo da medicina nutricional.

Neoplasias – revitalizante celular – inibem a reprodução do HIV –distúrbios imunológicos – regenerador de mucosas como gastrites, aftas, retocolites etc. – doenças virais – cancros – estados pré cancerosos – hipertensão – alergias – artrite – entre outros. Lipólise mata célula de gordura.

IODO:

Hipertireoidismo – hipotireoidismo – polifagia – emagrecimento – obesidade tireoidiana – distúrbios de crescimento – síndrome de Basedown Graves – menopausa – andropausa – dismenorréia – dispareunias – fadiga – tremores – hipertensão – excitabilidade – aterosclerose.

LÍTIO(NEUROCEL):

Ansiedade – angústia – agitação – psico pruridos – psico dermatoses – fibromialgia – menopausa – stress – alterações do humor – gota – insônia – alterações do comportamento – P.M.D. – outras psicoses – esquizofrenias – T.P.M. – anorexia nervosa – bulimia – abulia – distúrbios da afetividade – depressão – lítiase renal por ácido úrico – agressividade – cardiopatias escleróticas – envelhecimento – taquicardia.

MAGNÉSIO:

Elemento mais importante na facilitação de absorção dos outros nutrientes. Quando em algum estudo mineralógico, a falta de magnésio for maior que a dos outros elementos, primeiramente dê apenas Mg.

Os outros serão facilitados por este.

Astenia – falta de criatividade – ansiedade – enxaqueca – cardiopatias – hipertensão – sindrome pré-menstrual – colites – hiperexitabilidade neuromuscular – auto intoxicação alimentar – eczemas – arritmias cardíacas – obstipação crônica – síndrome do cólon irritável – hiperemotividade – espasmos coronarianos –artroses – dor articular crônica do adulto – senescência – hipertensão arterial – insuficiência hepática funcional – tremores de extremidades – dispnéia asmatiforme – artrites – nevralgias – memória.

MANGANÊS:

É um mineral histriônico. Ocupa o lugar de um nutriente que está faltando. Oligoelemento compensador da diátese I – alergias – urticárias – pruridos – eczema atópico – edema de Quinke – febre de fenocoriza espasmódica – bronquite alérgica – polimenorréia – metrorragia – enxaquecas – rinite alérgica – impotência sexual – perda ou diminuição da libido – hipertensão – manifestação dispéptica – hiperfoliculinia – cólon irritável – algias difusas migratórias sem lesão deformantes.

MOLIBDÊNIO:

Anemia – ferropriva – profilaxia da cárie dental – após tratamento com corticóides – desintoxicante de substâncias químicas, quimioterapia, etc. – emagrecimento – regulador do metabolismo lipídico.

POTÁSSIO:

Estresse – astenias – fadiga muscular – artroses – dores reumáticas – poliartrite crônica – reumatismo crônico evolutivo – edema – retenção hídrica – oligúria.

SELÊNIO:

Elemento da barreira intermitentes, responsável pelo controle da comunicação verbal. Em excesso aflora arquétipos do “Dom” da palavra. Ótimo para advogados, promotores, professores, locutores. Quando em escasso, o indivíduo tem dificuldades de comunicação verbal.

Envelhecimento prematuro – diminuição da sexualidade – impotência – perda da libido – risco cardiovascular – angina péctoris – hiperagregabilidade plaquetária – senilidade – stress oxidativo – preventivo do fenômeno agravante dos radicais livres através da isquemia reperfusão – infecções recidivantes – imunodeficiências – catarata – artrite reumatóide – esteatose hepática – preventiva de seqüelas radioativas – uricemia – no 9º mês de gravidez para prevenir sofrimento fetal por hipóxia afecções da vias aéreas superiores – cirurgias como preventivo da isquemia reperfusão – inflamações crônicas – linfopenias – otites – preventivo de câncer – hepatites virais ou não.

SILÍCIO:

Alterações ósseas de crescimento – fraturas ósseas – osteoporose – artroses senis – envelhecimento cutâneo – alopécia – catarata – aftas – aterosclerose – hipercolesterolemia – úlceras da cavidade oral – miopia (fase inicial) – varizes – aneurismas – unhas fracas e quebradiças.

VANÁDIO:

Astenias – neoplasias – hematopoese – cáries dentárias – calcificação óssea – diabetes Mellitus – depressão – tiques nervosos – hipoglicemia reacional.

ZINCO:

Elemento mais importante na “leitura” do genoma. (no curso ministrado pela associação brasileira de medicina complementar este fato é abordado integralmente) psoríase – frigidez – impotência – câncer de próstata – adenoma prostático – preventivo de doença degenerativa – dificuldade de regeneração celular – imunodeficiências-AIDS – síndrome adiposo genital – aumenta a acuidade visual – diminuição do paladar – diabetes mellitus – aterosclerose – senelidade – doenças vasculares – alterações hipofisiárias principalmente gonadotróficas – disfunção tireoidiana – disfunção pancreática – metrorragia para diminuir o fluxo menstrual em mulheres que usam DIU – crescimento.

CATALIZADORES COMPOSTOS POLICATALÍTICOS: CORRETORES DIATÉSICOS

COBRE/MAGNÉSIO (Cu-Mg): leucopenia – imunodeficiências – AIDS – alergias – depressão – falta de vitalidade – convalescença – infecções recidivantes – pré e pós-operatórios – traumatismos psíquicos (morte de algum familiar, falência, problemas Judiciais etc..) – quadros mórbido, associados a diminuição marcante do estado geral – psicastenia – abulia psíquica – obsessões mórbidas – insônia – pesadelos.

MANGANÊS/ COBRE (Mn-Cu):

Policatalítico usado para compensar a diátese II – infecções recidivantes da vias aéreas superiores – sinusite crônica – cistites recidivantes – rinites – problemas otorrinolaringológicos freqüentes – infecções crônicas – artrites deformantes – lentidão escolar – fadiga vespertina – fadiga física e psíquica – alterações posturais –bronquites – anginas infecciosas – gripes freqüentes – hipotireoidismo – colite – enurese noturna – alterações de crescimento.

MANGANÊS/ Vita B¹² (Mn-vita B¹²):

Policatalítico compensador da diátese III – patologias circulatórias: arteriais e/ou venosas – problemas de circulação periférica – menopausa – andropausa – hipertensão arterial – acrocianoses – varizes – tromboses – alterações da memória – alterações da concentração – sensação de peso nas pernas, que melhoram ao levantá-las – aerofagia – úlcera gástrica – úlcera duodenal – meteorismo – artroses – câimbras – preventiva dos infartos – manifestações gastrintestinais por alterações emocionais – reumatismos degenerativos – fadiga geral – depressão – síndrome de pânico – gota – enfisema pulmonar – insônia – hipercolesterolemia –hipertrigliceridemia – pessimismo – vertigens – acúfenos – hiperuricemias – fadiga progressiva – alterações emocionais.

ZINCO/ COBRE (Zn-Cu):

Policatalítico compensador da chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado endócrino – retardo de desenvolvimento de etiologia endócrina – disfunção ovariana – endometriose – ovários policísticos – impotência sexual – atraso da maturação sexual – astenia sexual – seu uso pode soldar as epífises e parar o crescimento – disfunção tireoidiana – miomas – menopausa – osteoporose – vaginismo – dispareunia.

ZINCO/CROMO (Zn-Cr):

Policatalítico que também compensa a chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado pancreático – diabetes mellitus – intolerância a glicose – hipoglicemia reacional – polifagia – bulimia – mal estar que antecede as refeições (tremores, sonolência) – obesidade – dispepsias – indigestão.

MANGANÊS (Mn):

Policatalítico usado para compensar a diátese I. Aceleração de trocas celulares. Doenças alérigicas outras – Hiper-emotividades – Hiper-atividade – Euforia Noturna

 


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