Publicado por: sosortomolecular | 24 de Outubro de 2017

Nova medicina francesa: Diáteses

Ao conjunto de características semiológicas que definem um terreno constitucional, chamamos Diátese. Uma Diátese exprime a transição entre o “estado de saúde” e o “estado lesional”.

A Diátese relaciona o doente ligado a uma disfunção orgânica, de uma forma individualizada pelas suas reações pessoais.

O comportamento diatésico é o reflexo móvel de um estado físico em evolução. Um estado patológico é fisiologicamente a consequência de uma anomalia crescente das trocas metabólicas e um bloqueio progressivo das funções reguladoras.

Uma lesão é patologicamente o resultado de uma perturbação metabólica. A terapêutica pelos catalisadores é muito útil pelos seus poderes reguladores e despolarizantes.

Diátese I                     Alérgica ou Artrítica

Predomina nos jovens e adolescentes. Os fenômenos patológicos são agudos, mas raramente graves. Costuma evoluir com mais frequência para a diátese III (distônica).

Há um excesso de reações tanto comportamentais como sintomáticas.

Sinais comportamentais da Diátese I

Cansaço matinal

Hiper-atividade para o fim do dia

Fadiga que desaparece com o esforço

Má memória episódica

Muito enérgico

Otimista

Nervoso

Colérico

Impulsivo

Semiologias da Diátese I

Alérgica                      Eczemas, Urticária de repetição, Asma alérgica, Sinusite alérgica

Cardiovascular          Précordialgias, Taquicardia emocional, Hipotensão

Digestiva                    Náuseas, Digestões lentas, Vômitos, Colite

Endócrina                   Disfunção tiroideia (hiper)

Uro-Genital                Dismenorreia, Urina ácida

Faneras                      Unhas quebradiças, Queda de cabelo, Artrite dentária

Reumatológica          Dores reflexas, Artrites agudas não deformantes, Ciática, Lombalgias

Riscos de evolução patológica da Diátese I

Hipotensão arterial (acima dos cinquenta anos)

Artrites crônicas

Litíase vesicular e renal

Asma crônica

Eczemas

Doença de Basedow

Fibromioma tumoral ou hemorrágico

Terapia Diatésica da Diátese I

Manganês         Corretor de base

Enxofre             Disfunção Hepática dominante

Iodo                   Disfunção Tiroideia dominante

Diátese II           Hipostênica ou Artro-Tuberculosa

Caracteriza-se por hipotonia. Este terreno aproxima-se do Tuberculinismo dos homeopatas.

Encontra-se com frequência nas famílias cujos parentes (pais ou avós) sofrem ou sofreram de problemas respiratórios e de estados hipostênicos.

Sinais comportamentais da Diátese II

Fadiga progressiva por falta de resistência

Fatigável com o esforço

Má memória por falta de resistência

Medianamente enérgico

Moral irregular com indiferença

Tendência á reflexão

Calmo

Cauteloso

Sono muito bom

Semiologias da Diátese II

Respiratória                Rinites, Faringites, Laringites, Traqueítes, Bronquites, Sinusites

Linfática                       Adenites

Sistema Digestivo     Perturb. duodenais, Enterocolite, Alternância de Diarreia e Obstipação

Uro-Genital                 Cistites ligeiras reincidentes, Dismenorreias

Endócrina                   Hipotiroidismo

Reticulo-Endotelial    Anemia com Leucopenia

Osteo-Articular           Atraso na ossificação, Laxidez ligamentar

Pele                             Prurido, Eritemas polimorfos, Acne, Psoríase

Riscos de evolução patológica da Diátese II

Tuberculose em todas as suas formas

Reumatismos crônicos deformantes

Asma crônica

Bronquite crônica

Colite crônica esquerda

Ulcera duodenal

Terapia Diatésica da Diátese II

Manganês-Cobre          Corretor de base

Enxofre                          Nos sintomas antigos

Fósforo                          Nos sintomas recentes

Diátese III                      Distônica ou Neuro-artrítica

Esta diátese aparece normalmente no adulto, raramente é constitucional. Geralmente é a evolução da Diátese I (Diatese Alérgica não tratada).

É um sinal de alarme para o terapêuta, pois a instalação de disfunções orgânicas de degenerescência não estão longe.

Sinais comportamentais da Diátese III

Fadiga de manhã, voltando ao fim da tarde

Má memória que se acentua progressivamente

Ligeiro pessimismo com ansiedade

Sono mau com ansiedade

Semiologias da Diátese III

Neuro-Vegetativa  Espasmos epigástricos, Inchaço das extremidades, Hemicranianas difusas

Circulatória             Hemorróidas, Pernas pesadas, Edemas dos membros inferiores, Varizes, Precordialgias

Digestivos               Aerofagia, Dispepsia, Gastrite, Colite espasmódica direita

Osteo-Articular       Algo-Neuro-Distrofias, Artrose, Estados gotosos

Pele                        Urticária crônica, Eczema crônico, Líquen

Uro-Genitais            Oliguria, Uremia, Menopausa

Sinais Biológicos de Análise da Diátese III

Aumento da taxa de Ureia

Aumento da constante de Ambard

Alcalose

Anemia em alguns casos

Riscos de evolução patológica da Diátese III

Trombose

Enfarte do miocárdio

Arterite

Aortite

Ulceras Gastro-Duodenais

Artrose deformante, dolorosa, evolutiva

Uremia

Estados cancerosos

Terapia Diatésica da Diátese III

Manganês-Vitta B¹²      Corretor de Base

Enxofre                          Disfunção artro-digestiva

Iodo                                Disfunção hipofiso-genital

Cobalto                          Disfunção circulatória

Magnésio                      De origem recente

Minero-C                       Dor recente

Minero-Vita                   De origem antiga

Diátese IV                  Anérgica

Esta diátese nunca é constitucional. Geralmente é uma evolução das diáteses precedentes e, normalmente muito grave.

Aparece brutalmente após medicação prolongada e mal tolerada, principalmente nos tratamentos com antibióticos e em acidentes ou choques morais repetidos.

Sinais comportamentais da Diátese IV

Fadiga permanente

Má memória

Desconcentração

Falta de energia

Pessimismo com depressão

Apático e confuso

Sono mau com pesadelos

Semiologias da Diátese IV

Infecciosa                   Infecções de repetição, Otites, Anginas, Cistites, Febre inexplicável

Osteo-Articulares      Reumatismo evolutivo, Osteomielites

Pele                             Furúnculos de repetição, Acne, Antraz

Sinais Biológicos de Análise da Diátese IV

A V.S. pode estar aumentada

Perturbações no hemograma

Alcalinidade aumentada

Fator rH aumentado

Riscos de evolução patológica da Diátese IV

Anergia total

Sistema imunológico em disfunção

Tuberculose local ou geral

Reumatismos crônicos graves

Poliartrite evolutiva

Retocolite hemorrágica

Leucemia

Estados cancerosos

Senescência precoce e irreversível

Terapia Diatésica da Diátese IV

Cobre-Magnésio       Corretor de base

Manganês                 Se o terreno é Alérgico

Manganês-Cobre     Se existir Hipostenia

Manganês-Vitta B¹²  Se existir Distonia

Lítio                                Se existir depressão

Enxofre                          Se existir disfunção hepática

Iodo                                Se existir disfunção tiroideia

Flúor                              Se existir desmineralização

Minero-Vita                  Como suporte imunológico

Síndrome de Desadaptação ou Diátese V

Não é propriamente uma Diátese (apesar de alguns autores considerarem o Síndrome de Desadaptação como Diátese V) mas sim uma modalidade “reacional” ao agravamento dos sintomas de uma das Diáteses anteriores.

Esta Síndrome joga de maneira prioritária com o Sistema Endócrino e em particular com o Hipofiso-Suprarenal.

Sinais Comportamentais da Diátese V

Quebra súbita de energia

Moral irregular com indiferença

Alternância de caráter

Sonolência

Distúrbios genitais e endócrinos

Semiologias da Diátese V

Disfunções Endócrinas:

Hipofiso-Genital           Distúrbios menstruais, Menopausa

Hipofiso-Suprarenal   Com Impotência, Com Frigidez

            Hipofiso-Pancreático  Hipoglicemia, Distúrbios digestivos

Síndrome prostática

Riscos de evolução patológica da Diátese V

Não são específicos, pois dependem de Diáteses anteriores, podem, no entanto incluírem-se nesta categoria as:

            – Síndromes adiposo-genitais

            – As Prostatites crônicas

            – O Mongolismo

Terapia Diatésica da Diátese V

Zinco-Cromo                           Hipofiso-Pancreática

Zinco-Cobre                            Supra-Renal e Genitais

Iodo                                         Tiróide

A NOVA MEDICINA FRANCESA: TERAPIA CATALÍTICA COM OLIGOELEMENTOS FUNCIONAIS

A Biofísica é a ciência que atualmente tem explicado a atuação da energia em processos biológicos, anteriormente desconhecidos, quando a Medicina Cartesiana, que se pratica ainda, trata os pacientes como uma biomáquinas, desprovida de consciência

(GERBER, 1988).

Enquanto os pensadores mecanicistas newtonianos vêem o corpo humano como um complexo sistema bioquímico, devemos considerar o prolongamento dos sistemas do corpo físico através de sistemas superiores de energias sutis.

“Existe uma considerável quantidade de evidências sugerindo a possibilidade da existência de um molde holográfico de energia associado ao corpo físico. Este corpo etérico é bastante parecido com o corpo físico ao qual está sobreposto. O mapa energético etérico contém informações que governam o crescimento celular da estrutura física do corpo”.

(GERBER, 1988).

A Terapia Vibracional é a parte da Nova Medicina Integral ou Holística que se ocupa da escolha e administração de curar o doente e da natureza dos remédios vibracionais ou essências vibracionais. Com esses remédios vibracionais podemos entender não só o conceito tradicional de medicação como sendo um produto físico, mas também qualquer técnica que trabalhe com a manipulação das energias sutis que venham promover a cura ou alívio dos sintomas. A medicina em seu avanço tecnológico vem utilizando diversos exames diagnósticos cujos princípios de funcionamento estão apoiados na biofísica, tais como: raios-x, eletrocardiograma, eletroencefalograma, ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética, que medem avaliam parâmetros elétricos das células, tecidos, órgãos por condução elétrica. Possíveis alterações detectadas servem de orientação aos médicos para decidir sobre como atuarão na bioquímica do corpo.

(GERBER, 2009).

“Entretanto não se atem a interpretação energética da informação gerada pelos equipamentos, ignorando o conceito de energia que Einstein nos deixou no século passado.”

(GERBER, 2009)

As Terapias Vibracionais vem propiciando a harmonia e equilíbrio da saúde, pois tem como modo de ação e, um padrão energético com a capacidade de entrar na ressonância com a energia do ser. Atuando como um princípio catalisador, ativando os processos de expansão e transformação celular da consciência desta.

As essências vibracionais possibilitam o trabalho com produtos vibracionais de forma única para atingir o objetivo principal de harmonizar o ser produzindo a auto cura proporcionada pela inteligência do próprio corpo. Estes remédios vibracionais foram divididos em duas linhas: os Indutores Frequências que contém em seu padrão vibracional a frequência dos órgãos saudáveis e os Moduladores frequências, que contém em seu padrão vibracional a frequência dos diversos metais e minerais que existem no corpo humano, em pequeníssimas quantidades, os oligoelementos. O tratamento oligoterápico em moduladores frequenciais é referido como oligoterapia funcional.  Esta “nova medicina” vem de uma visão integral de saúde, que permitiu o aparecimento de ramos como a medicina ecológica, medicina biológica, medicina integral, medicina vibracional, medicina holística, medicina ortomolecular, e outras práticas integrativas, que formam o mesmo grupo que agora possui mais um elemento a medicina funcional ou oligoterápica.

Diante deste contexto surge a necessidade de levantar a questão da eficácia da oligoterapia através dos moduladores frequências no tratamento e prevenção de patologias no organismo.

O presente artigo tem o intuito de identificar os efeitos benéficos ao organismo quanto ao emprego da oligoterapia através dos moduladores frequênciais, para tal questão a metodologia de pesquisa empregada  neste  artigo se dará através de revisão bibliográfica, utilizando  alguns dos diversos acervos literários dos renomados estudiosos, referidos no decorrer deste, do ramo da oligoterapia, frequênciais e da medicina vibracional.

ENTENDENDO OS OLIGOELEMENTOS:

Em 1894, Paris no Instituto Pasteur, G. Bertrand, bioquímico e bacteriologista francês, demonstrou pela primeira vez a ação catalítica de um oligoelemento sobre uma enzima: o manganês e a lactase. Também foi o introdutor do termo oxidase e do conceito de elemento-traço. Considerado o “pai” da Oligoterapia, Dr. Jacques Ménétrier, Secretário geral da Fundação Carrel, Médico Inspetor-Geral de medicina do trabalho, Presidente fundador do Centro de Pesquisas Biológicas, Membro da Sociedade de Patologia Comparada e da Associação francesa para o avanço das ciências, foi o primeiro médico a definir uma medicina que atua pela presença de catalisadores. A medicina funcional é praticada no mundo inteiro e tem apresentado muito bons resultados, quer sozinha, quer conjugada com a terapêutica homeopática ou alopática.

    (STEPHEN, 1988).

Para que haja um melhor entendimento da oligoterapia funcional, é fundamental entender sua base, os minerais e os oligoelementos descritos a seguir.

O QUE SÃO MINERAIS?

Os minerais são elementos existentes no organismo e nos alimentos em combinações orgânicas e inorgânicas. Os elementos minerais desempenham diversos papéis essenciais nos fluídos corporais como constituintes dos tecidos do organismo, regulando o metabolismo de diversas enzimas. Mantém o equilíbrio ácido básico e a pressão osmótica, facilitando a transferência na membrana de elementos essenciais.

(BATELLO, 1997).

OLIGOELEMENTOS

Os oligoelementos, também denominados de microelementos, ou elementos traços, são elementos de baixo peso molecular, podendo ser definidos como os catalisadores no metabolismo das reações enzimáticas dos seres vivo. São sais minerais que estão presentes no organismo de forma ínfima, representados por mg/kg ou ppm (partes por milhão) de peso vivo, que nos resultados dos exames complementares são expressos por traços, porém, sua função é imprescindível para que o equilíbrio orgânico se mantenha tanto na célula viva animal e dos vegetais. Uma vez que há uma deficiência destes microelementos, ocorre uma disfunção fisiológica, chamadas de doenças fisiológicas. Nestas doenças não há evidenciação de alterações dos resultados dos exames complementares realizados. Se esta deficiência persistir, o órgão não vai desempenhar seu metabolismo adequado, alterando assim, o estado de saúde como um todo, provocando as evidenciações das manifestações dos sinais clínicos deste estado patológico.

OLIGOTERAPIA:

A Oligoterapia iniciada em 1932, pelo Dr. Jacques Ménétrier, na França, é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas os oligoelementos. Estas são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades que podem considerar-se vestígios de traços de metais, e não-metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São essas cadeias intricadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

A oligoterapia é um método específico preventivo e curativo com eficácia comprovada, utilizada pelos seres humanos, como também para os animais de produção. Pode-se associar a outras formas terapêuticas como a alopática e homeopática. Quando os oligoelementos são administrados junto com antibióticos, quimioterápicos, eles proporcionam uma redução das doses utilizadas, como também reforça seu poder de ação. Ela usa preferencialmente a via oral, no qual são absorvidos pela mucosa bucal. Depois através do sistema linfático, são levados ao sistema sanguíneo, que os distribui ao local em que haja a carência, onde, preferencialmente, se fixarão. Os microelementos também podem reagir positivamente com os aminoácidos e vitaminas e seu emprego deve ser de forma racional, multi-elementar e equilibrada.

(NOVAES, 2010).

OLIGOTERAPIA FUNCIONAL

A Oligoterapia funcional iniciou através do Dr. J. Ménétrier, que nos anos 30 em Paris, acompanhando o tratamento de pacientes tuberculosos, questionou a abordagem médica na época, centrada no sintomático. A partir deste momento iniciou os estudos e passa a revalorizar as antigas noções de terreno de Hipócrates, de hereditariedade e receptividade às doenças, em 1937- escreveu a tese: “Condições sobre a Receptividade às doenças” em 1944 – funda o “Centro de Estudos e Pesquisas Biológicas” em Paris.

O Centro de Estudos congregava médicos, terapeutas naturistas, farmacêuticos e químicos, pesquisando e utilizando em milhares de pacientes, os oligoelementos, até 1960. A partir desses estudos foram compilados duas diretrizes básicas:

  1. Estudar e precisar a ação reguladora dos oligoelementos em dose ínfima: 0,000001g e
  2. Definir uma semiologia funcional precisa no contexto das diáteses, que são os pilares dessa medicina funcional. Esse conhecimento é indispensável para essa prática terapêutica.

O emprego destes elementos em pequenas doses suscitam no organismo muitas funções bioquímicas e principalmente biofísicas, que são temas de estudos em várias escolas de medicina do mundo todo.

A oligoterapia apesar de aplicada em doses ínfimas traz grandes resultados. Não apresentando efeitos colaterais nem mesmo contra indicações. Os efeitos são explicados em extensas teorizações bioquímicas, todas fundamentadas nas reações de catálise e nutrição celular, sua ação é calcada em biofísica, ou melhor, biofísica quântica, alicerçada em modernos conceitos da física quântica e na vanguarda do conhecimento sobre vibração, espaço-tempo, as equações que mudaram o mundo da física neste século que passou, que unem matéria e energia na mais conhecida equação do século XX. Matéria é igual à energia vezes velocidade da luz no quadrado. E=MC (Einstein)

A finalidade do uso da oligoterapia é estimular a melhora ou a cura de doenças consideradas em estágio funcional, ou seja, que as toxinas que acometem os doentes estejam ainda no tecido extracelular. A oligoterapia traz um imenso benefício a esta “vicariação regressiva”. Termo este usado na homotoxicologia para definir condições onde as toxinas “viajam” de um estágio mais profundo nos tecidos embrionários e, do interior da célula para um estágio mais superficial e fora da célula, dando ao organismo, condições de regenerar-se e curar-se.

Percebe se aqui que a oligoterapia funcional não tem a pretensão de cura de males incuráveis, bem como a cura sem sequelas de males que estão num estágio mais avançado da célula. Sua intenção maior é sim uma metodologia sem precedentes, como elementos tidos como nutrientes essenciais à célula e curar muitos males que ainda aguardam melhor sorte na medicina dita convencional, como: doença crônica, autoimunes e degenerativas. Considera-se serem as doenças informações carregadas geneticamente e desencadeadas epigeneticamente. Os homeopatas chamam de Miasmas, os terapeutas quânticos, chamam a terreno propício ao desenvolvimento de patologias, ou apenas Diáteses.

Essas diáteses são afloramentos de arquétipos patológicos existentes na nossa biodisponibilidade. Quando há quebra da sintonia frequência de três elementos que constituem uma barreira protetora destes afloramentos, estes suscitamentos de informações patológicas advêm de exposições a numerosos fatores, como por exemplo, os fatores ambientais, como: poluição atmosférica, fótons, campos eletromagnéticos, contaminação alimentar, contaminação da água, etc., além de fatores hormonais, acidentais, sociais, emocionais entre outros.

 (TÉTAU, 1998).

As diáteses são reflexos metabólicos que correspondem a diferentes inter-relações possíveis e variáveis do meio interno: o potencial ácido-básico e o potencial de óxido redução. É bom lembrar que um organismo hígido não tem predominância em nenhum desvio da neutralidade, sendo ideal o pH em torno de 7,2 e o pH em 22. Ao encontrarmos desvio para mais ou para menos no pH, significa que o organismo perdeu sua condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças, que a barreira inter mentes foi alterada por quaisquer fatores e a tradução deste desequilíbrio se dá de forma de descompensação da saúde e higidez do acometido, trazendo para o doente sintomas e sinais característicos e de fácil percepção.

Reconhece se 4 diáteses:

  1. A) diátese I ou síndrome hiper-reativa ácida e reduzida.
  2. B) diátese II ou síndrome hipo-reativa ácido e oxidado.
  3. C) diátese III ou síndrome distônica alcalino e reduzido.
  4. D) diátese IV ou síndrome anérgica alcalino e oxidado.

Segundo, Dr. Jacques Ménétrier (2000), as diáteses são representantes dos “terrenos” mórbidos que carregamos, aflorados da “mente” celular (arquétipos) aos quais representamos. Estes arquétipos são suscitados desta mente celular por condições próprias da existência que em certo momento e por vários motivos isolados ou somado, “desafinaram” nosso acorde de frequência ideal, que é regulado pela harmonia frequencial de 4 elementos Cobre/Cu, Cobalto/Co, Cromo/Cr, Selênio/Se. Os chamados minerais da barreira inter mentes.

Conclui-se então, que o sistema de repressão aos arquétipos de doenças torna-se inoperante e afloram a memória celular às doenças as quais estão “programados” para tê-las, dentro de uma condição pré-estabelecida. As diáteses representam estas condições prévias, sendo as diáteses I e II constitucionais, já nascem de um modo ou de outro, por algum motivo perdem se a maneira repressiva das doenças.

Segundo Dr. Richard Gerber (2000), na visão biofísica o organismo humano é um acorde de inúmeras frequências oscilatórias complexas, que ao se harmonizarem em cada indivíduo, formam uma frequência própria para cada ser humano, como se fosse uma “digital” vibracional. Essas frequências formam um acervo de informações codificadas no material genético, informações hereditárias armazenadas no DNA, que controlam o desenvolvimento da saúde e da doença, assim como a autoregeneração.

Neste preceito, o mecanismo de ação dos chamados Moduladores e Indutores Frequências Florais é harmonizar  essas informações vibracionais, que ressonam em frequência, acelerando a bio receptividade celular por ação biofísica. Por sua vez, estimulam a frequência dos campos eletromagnéticos das membranas celulares.

A frequência é uma grandeza física ondulatória que indica o número de resoluções (ciclos, voltas, oscilações, etc.) por unidade de tempo. De acordo com o Dr. Richard Gerber (1988), a Medicina Vibracional, tem por base as modernas descobertas científicas a respeito da natureza energética dos átomos e moléculas que constituem o nosso corpo, ainda segundo o Dr. Gerber, a equação de Einstein (E=m*v2) proporciona a informação fundamental para a compreensão de que a energia e matéria é uma coisa só. Assim como a luz, a matéria vibra em uma determinada frequência. Quanto maior for a vibração da matéria, menos densa ou mais sutil ela será.

O cumprimento da onda é inversamente proporcional a frequência.

A física moderna propõe um novo enfoque biológico sobre a saúde, à doença e a cura. De acordo com os conceitos da Medicina Vibracional o organismo humano é composto de um complexo sistema de energias sutis multidimensionais interligados, que se mantém harmonizados enquanto equilibrados entre si.

Quando desequilibrados, desencadeiam a doença nos seus diferentes níveis; energético, emocional, mental, funcional e físico.

(GERBER, 1988).

O fenômeno da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas, como as ondas eletromagnéticas. A ressonância é uma lei universal através da qual, com pequenos estímulos, podem se alterar grandes conjuntos desde que, estes estímulos estejam em ressonância de frequência e ondas entre si.

Em termos biológicos é a possibilidade de engendrar efeitos biofisiológicos e energéticos em organismos biológicos através de sinais muito fracos e sutis, mas que estejam em ressonância com o organismo biológico em questão, ordenando o seu sistema biológico, para um aspecto biofísico precedente ao bioquímico, a qual é uma realidade comprovada.

(OLIVEIRA FILHO, 1992).

Os padrões energéticos sutis de cada essência vibracional possuem uma determinada frequência e podem influenciar o indivíduo nos mais diversos níveis. Tendo este embasamento biofísico aplicado a tecnologia são preparados os oligoelementos através dos moduladores frequenciais.

A ação mais importante ocorre quando a frequência destes ressonam nas células  por estímulos magneto elétricos, fazendo as membranas celulares tornarem-se biorreceptivas aos elementos fornecidos, tornando a nutrição celular mais próxima do ideal. As doses ínfimas de substratos minerais e metais desencadeiam reações bioquímicas imprescindíveis à manutenção da vida biológica.

 (BATELLO, 1997).

Segundo, Douart, na oligoterapia funcional, os elementos tidos como tóxicos tem ações positivas no organismo, são eles:

ALUMÍNIO (Al): Elemento tido como tóxico, faz amálgama facilmente com zinco e cálcio entre outros. Sedativo – sonífero – calmante – euforia – agitação – hipercinesia – atonia cerebral – diminuição da atividade – intelectual em crianças – sequelas vacinais – síndrome de Down – distúrbio da memória – distúrbios do raciocínio – entre outros…

ANTIMÔNIO (Sb): Gastrites – piorréia – aftas – sinusites – faringites – amidalites – faringites – enterocolites – mononucleose infecciosa – gengivites – adenomegalias – hipertrofia das adenóides.

BORO (B): Aumenta hormônios sexuais (testosterona, estradiol, dhea, progesterona) – envelhecimento, reumatismos – menopausa – esterilidade – disfunção sexual – impotência – perda ou diminuição da libido – melhora da atenção – percepção – obesidade – distúrbio da memória recente ou remota – coordenação motora – osteoporose – risco de trombose – artrites – endometriose.

CÁLCIO (Ca): Insônia – emagrecimento – aleitamento – gestação – hipertensão – fraturas – osteoporose – crescimento – reumatismo – cáries dentárias – desmineralização – raquitismo – osteomalácia. A indicação do cálcio em oligoterapia, é diferente da do cálcio em dose elevada no plano dos regulares dos cálcios receitados. Deve distinguir-se entre ação quantitativa e ação qualitativa. Na ação quantitativa, trata-se de repor diariamente as quantidades consumidas ou despendias, a fim de restabelecer o equilíbrio em relação a outros sais minerais para desempenharem as suas funções e assegurar a homeostasia.

COBALTO (Co): Elemento da barreira intermentes que é responsável pelo controle da percepção sensorial, A deficiência de cobalto pode impedir a síntese de vitamina B¹². Os indivíduos com falta de cobalto percebem menos e o excesso faz com que os mesmo percebam coisas que os ditos normais não percebem. Ansiedade – espasmofilia – palpitações – parestesias – acrocianoses – arterites – gastrites – vertigens – zumbidos – calmante – sedativo – hipotensor – memória – aterosclerose – enxaquecas – problemas circulatórios arteriais – aerocolia. Dado o baixo teor de Cobalto no organismo humano, a sua concepção deve ser utilizada terapeuticamente sob forma iônica.

COBRE (Cu): Elemento central da barreira intermitente, sua indicação se da para, acne – anemias – hipertensão – disfunção tireoidiana – artroses – vertebrais – tuberculose óssea – tuberculose – refratária (todas hoje são) – nefrose lipídica – espondilite anquilosante – artrites anquilosantes – infecções bacteriana e principalmente virais – gripes – câncer – imunodeficiências – vitiligo – processos inflamatórios – oligomenorréia – hipomenorréia – amenorréia – infertilidade.

CROMO (Cr): Elemento da barreira intermitentes, responsável pela pressão do arquétipo de violência, além de controlar a “economia” corporal. Sabe se que o aumento da violência se deve ao baixo consumo de cromo acrescido do aumento do consumo do açúcar e de produtos refinados que depletam cromo. diabetes – hipoglicemia reacional – hipoglicemia não reacional – pré diabetes – diabetes tipo I e tipo II – aterosclerose – fome insaciável – bulemia metabólica – hipertrigliceridemia – hipercoloesterolemia – stress – stress por exercícios extenuantes – controle da hiper e hipo insulinismo – envelhecimento.

ENXOFRE (S): Pruridos – eczemas – urticárias – alergias – faringites alérgicas – acne – alergias alimentares – neurites – artroses – ciatalgias – enxaqueca alimentar – reumatismos inflamatórios e metabólicos – degeneração articular – lúpus eritematosos sistêmicos – cistites reincidentes por acidez – alopécia – artralgias – fâneros (unhas e cabelos fracos) – psoríase – edema de Quinke – febre do feno – conjuntivite alérgica – rinites – amidalites alérgicas – laringites alérgicas – otites alérgicas. O Enxofre catalítico em numerosos casos constitui uma ajuda valiosa nos tratamentos anti-artríticos. Este metalóide é o complemento indispensável do Manganês nos casos ditos artríticos, e do Cobre em todos os estados infecciosos.

FERRO (Fe): Anemia ferropriva – depressão – sonolência – desânimo – apatia – diminuição da intelectualidade – redução do desempenho físico – precordialgias anginosas – irritabilidade – fogachos da menopausa – – taquicardias – gravidez – prevenção das malformações fetais – riscos de prematuridade – prevenção de complicações do parto – puberdade – convalescença – atraso de crescimento reumatismo – diminuição da imunidade e resposta imune.

FLÚOR (F): Dentição – cárie dentária – osteoporose – flacidez ligamentar – zumbidos – lombalgias posturais – crescimento – entorses – Mal de Scheuermann – epifisite vertebral dolorosa da adolescência – osteocondrite da tíbia – retardo de consolidação de fraturas – escoliose – prevenção do pé plano congênito – prevenção do genu valgun e genu varun – cifose – lordoses – descalcificações – aleitamento – dentição – gravidez – desmineralização – osteocondrite.

FÓSFORO (P): Espasmofilia – palpitações – cólon irritável – doença de Crohn – rinites – asma – ostoporose – câimbras – coqueluche e outros fenômenos de espasmos respiratórios – miastenia graves – dismenorréia – moléstia de Dupuytren – síndromes musculares dolorosas fibromiálgicas – astenia cerebral – tetania – hepatites virais (A, B ou C) – doenças hepáticas esteatoses, cirrose etc. – esclerodermia – precordialgia – distrofias ósseas.

GERMÂNIO (Ge): Mineral considerado uma panacéia, um marco de desenvolvimento no campo da medicina nutricional. Utilizado em  neoplasias – revitalizante celular – inibem a reprodução do HIV –distúrbios imunológico – regenerador de mucosas como gastrites, aftas, retocolites etc. – doenças virais – cancros – estados pré cancerosos – hipertensão – alergias – artrite – entre outros. Lipólise mata célula de gordura.

IODO (I): Hipertireoidismo – hipotireoidismo – polifagia – emagrecimento – obesidade tireoidiana – distúrbios de crescimento – síndrome de Basedown Graves – menopausa – andropausa – dismenorréia – dispareunias – fadiga – tremores – hipertensão – excitabilidade – aterosclerose. O Iodo catalítico é geralmente o complemento dos remédios diatésicos principalmente do Manganês, do Manganês-Cobre e do Manganês-Vita B¹², consoante se trate de terreno alérgico, hipostênico ou distônico.

LÍTIO (Li): (Magnésio+Selênio): Ansiedade – angústia – agitação – psico pruridos – psico dermatoses – fibromialgia – menopausa – stress – alterações do humor – gota – insônia – alterações do comportamento – outras psicoses – esquizofrenias – T.P.M. – anorexia nervosa – bulimia – abulia – distúrbios da afetividade – depressão – litíase renal por ácido úrico – agressividade – cardiopatias escleróticas – envelhecimento – taquicardia.  Este metalóide utilizado sob forma iônica não tem os mesmos efeitos nem as mesmas indicações que os iodetos habituais, pode constituir uma terapêutica regular desprovida de toxicidade.  Além das principais indicações em que o Lítio é usado (perturbações neuro-psíquicas) tem também ação no hipertiroidismo e na eliminação de uratos. A eficácia do Lítio catalítico faz-se sentir em particular nos casos em que a doença é ainda reversível. Nestes casos as doses não tóxicas de lítio respeitam em absoluto a personalidade do paciente, pois não operam nivelamento. A vantagem da utilização do magnésio catalítico reside no fato deste se encontrar em estado iônico que o torna imediatamente disponível para ligações de efeito regulador qualitativo.

MAGNÉSIO (Mg): Elemento mais importante na facilitação de absorção dos outros nutrientes. Quando em algum estudo mineralógico, a falta de magnésio for maior que a dos outros elementos, primeiramente dê apenas Mg. Os outros serão facilitados por este. Astenia – falta de criatividade – ansiedade – enxaqueca – cardiopatias – hipertensão – síndrome pré menstrual – colites – hiperexitabilidade neuromuscular – auto intoxicação alimentar – eczemas – arritmias cardíacas – obstipação crônica – síndrome do cólon irritável – hiperemotividade – espasmos coronarianos – artroses – dor articular crônica do adulto – senescência – hipertensão arterial – insuficiência hepática funcional – tremores de extremidades – dispnéia asmatiforme – artrites – nevralgias – memória.

MANGANÊS (Mn): É um mineral histriônico. Ocupa o lugar de um nutriente que está faltando. Oligoelemento compensador da diátese I – alergias – urticárias – pruridos – eczema atópico – edema de Quinke – febre de fenocoriza espasmódica – bronquite alérgica – polimenorréia – metrorragia – enxaquecas – rinite alérgica – impotência sexual – perda ou diminuição da libido – hipertensão – manifestação dispéptica – hiperfoliculinia – cólon irritável – algias difusas migratórias sem lesão deformantes.  Para alguns autores é considerável uma suplementação indispensável, O manganês é considerado em oligoterapia como um carro-chefe: ele é básico no tratamento da diátese alérgica, igualmente presente na associação manganês-cobre que constitui o remédio da diátese. Este tratamento melhora sensivelmente as crianças ditas frágeis, perpetuamente resfriadas e fixando mal sua atenção. Ainda, o manganês encontra excelentes indicações no campo da artrose. O manganês pode provocar reações passageiras e pós, um agravamento dos sintomas alérgicos, daí a necessária prudência na sua administração e numa eventual associação com outros oligoelementos.

MOLIBDÊNIO (Mo): Anemia – ferropriva – profilaxia da cárie dental – após tratamento com corticóides – desintoxicante de substâncias químicas, quimioterapia, etc. – emagrecimento – regulador do metabolismo lipídico. Até o presente, sabe-se que o molibdênio é ligado, fortemente, a um substrato formando o que se chama de molibdo-enzimas, como as nitrogenases;  a xantina desidrogenase; as oxidases; as hidroxidases; nitratos reductases nos vegetais e certos microorganismos.

NÍQUEL (Ni): Diabetes – obesidade – neoplasias – celulite – disfunções hepato-bilio-pancreaticas. O níquel sob forma catalítica atua, tal como o Cobalto, à maneira de um co-fermento em relação a certas fosfatases. É um ativador das fosfatases esplênicas (baço) e um catalisador das trocas ao nível dos grupos sulfidrilos da insulina, dos quais reforça e prolonga a ação hipoglicemiante. O Níquel é um ativador das amilases salivares e pancreáticas, aumenta a fixação e o catabolismo da glicose ao nível do tecido adiposo e ativa a transformação da glucose em glicogênio (glicogenólise).

POTÁSSIO (K): Estresse – astenias – fadiga muscular – artroses – dores reumáticas – poliartrite crônica – reumatismo crônico evolutivo – edema – retenção hídrica – oligúria. O uso do oligoelemento funcional demonstra bom efeito nos sinais e sintomas, uso mínimo de  seis meses.

SILÍCIO (K): Atonia cerebral e deficiência intelectual – verrugas – adenopatias – tuberculose – hipertensão – parasitas intestinais. O silício na forma catalítica parece segundo Ménétrier, ser um estabilizador geral. Tem uma afinidade reconhecida com a pele onde se encontra em quantidades importantes.

SELÊNIO (Se): Elemento da barreira intermitentes, responsável pelo controle da comunicação verbal. Em excesso aflora arquétipos do “Dom” da palavra. Quando em escasso, o indivíduo tem dificuldades de comunicação verbal. envelhecimento prematuro – diminuição da sexualidade – impotência – perda da libido – risco cardiovascular – angina péctoris – hiperagregabilidade plaquetária – senilidade – stress oxidativo – preventivo do fenômeno agravante dos radicais livres através da isquemia reperfusão – infecções recidivantes – imunodeficiências – catarata – artrite reumatóide – esteatose hepática – preventiva de sequelas radioativas – uricemia – no 9º mês de gravidez para prevenir sofrimento fetal por hipóxia afecções da vias aéreas superiores – cirurgias como preventivo da isquemia reperfusão – inflamações crônicas – linfopenias – otites – preventivo de câncer – hepatites virais ou não.

SILÍCIO: alterações ósseas de crescimento – fraturas ósseas – osteoporose – artroses senis – envelhecimento cutâneo – alopécia – catarata – aftas – aterosclerose – hipercolesterolemia – úlceras da cavidade oral – miopia (fase inicial) – varizes – aneurismas – unhas fracas e quebradiças.

VANÁDIO (V): Astenias – neoplasias – hematopoiese – cáries dentárias – calcificação óssea – diabetes Mellitus – depressão – tiques nervosos – hipoglicemia reacional.

ZINCO (Zn): Elemento mais importante na “leitura” do genoma. Psoríase – frigidez – impotência – câncer de próstata – adenoma prostático – preventivo de doenças degenerativas – dificuldade de regeneração celular – imunodeficiências – AIDS – síndrome adiposo genital – aumenta a acuidade visual – diminuição do paladar – diabetes mellitus – aterosclerose – senilidade – doenças vasculares – alterações hipofisiárias principalmente gonadotróficas – disfunção tireoidiana – disfunção pancreática – metrorragia para diminuir o fluxo menstrual em mulheres que usam DIU – crescimento.

CATALIZADORES COMPOSTOS POLICATALÍTICOS:

COBRE MAGNÉSIO (CuMg): Usado para compensar a diátese IV – leucopenia – imunodeficiências – AIDS – alergias – depressão – falta de vitalidade – convalescença – infecções recidivantes – pré e pós-operatórios – traumatismos psíquicos (morte de algum familiar, falência, problemas Judiciais etc..) – quadros mórbido, associados a diminuição marcante do estado geral – psicastenia – abulia psíquica – obsessões mórbidas – insônia – pesadelos.

MANGANÊS COBRE (MnCu): Policatalítico usado para compensar a diátese II – infecções recidivantes da vias aéreas superiores – sinusite crônica – cistites recidivantes – rinites – problemas otorrinolaringológicos freqüentes – infecções crônicas – artrites deformantes – lentidão escolar – fadiga vespertina – fadiga física e psíquica – alterações posturais – bronquites – anginas infecciosas – gripes freqüentes – hipotireoidismo – colite – enurese noturna – alterações de crescimento.

MANGANÊS VITA B¹² (MnCo): policatalítico compensador da diátese III – patologias circulatórias: arteriais e/ou venosas – problemas de circulação periférica – menopausa – andropausa – hipertensão arterial – acrocianoses – varizes – tromboses – alterações da memória – alterações da concentração – sensação de peso nas pernas, que melhoram ao levantá-las – aerofagia – úlcera gástrica – úlcera duodenal – meteorismo – artroses – câimbras – preventiva dos infartos – manifestações gastrintestinais por alterações emocionais – reumatismos degenerativos – fadiga geral – depressão – síndrome de pânico – gota – enfisema pulmonar – insônia – hipercolesterolemia – hipertrigliceridemia – pessimismo – vertigens – acúfenos – hiperuricemias – fadiga progressiva – alterações emocionais.

ZINCO COBRE (ZnCu): policatalítico compensador da chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado endócrino – retardo de desenvolvimento de etiologia endócrina – disfunção ovariana – endometriose – ovários policísticos – impotência sexual – atraso da maturação sexual – astenia sexual – seu uso pode soldar as epífises e parar o crescimento – disfunção tireoidiana – miomas – menopausa – osteoporose – vaginismo – dispareunia.

ZINCO CROMO (ZnCr): policatalítico que também compensa a chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado pancreático – diabetes mellitus – intolerância a glicose – hipoglicemia reacional – polifagia – bulimia – mal estar que antecede as refeições (tremores, sonolência) – obesidade – dispepsias – indigestão.

Nota se que o Uso da Oligoterapia Funcional, não expõe o paciente a risco de  intoxicação por metais por apresentar doses ínfimas destes, seu tempo de uso é variável, porém o mínimo recomendado é de seis meses diariamente, mesmo com a melhora ou “cura” de sinais e sintomas, este tempo de recomendação terapêutica, é necessário para que haja a  harmonização das informações biofísicas, dadas através das informações vibracionais passadas pela frequência dos oligoelementos.

RESUMO:

Pode se observar através das bases cientificas descritas que o tratamento dos  moduladores  frequenciais aplicados a oligoterapia funcional é uma metodologia eficaz para reprimir os arquétipos de doenças, assim como, usada  na prevenção e no tratamento de patologias já afloradas, porém, sempre com o intuito de melhorar e prolongar a vida humana. Considerando que há mais de 50 anos existem evidências científicas comprovadas do uso da

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA QUANTUM FRACO para diagnóstico e tratamentos, pode se concluir que é real a grande eficácia no tratamento biofísico. Percebe se ainda, que os tratamentos com a atuação energética é crescente e vem sendo mais explorada e tende a derrubar velhos conceitos empregados na medicina tradicional ocidental ao longo do tempo.  Com esta quebra de paradigmas tradicionalistas pode se ter esperança na qualidade de vida dos indivíduos assim como nos tratamentos das patologias da modernidade.

 

 


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