Palavra alergia passou para a linguagem corrente e popular. Adquiriu significados diversos muito diferentes do seu sentido etimológico. Mesmo na linguagem terapêutica é às vezes desviada de seu significado original e real.
Essa palavra criada no início do século pelos alemães vem do grego “allos” que significa outro e “ergon” que pode se traduzir por ação ou energia. Seu inventor, o médico pediatra C Von Pirquet, queria expressar por essa palavra a reação do organismo, quando posto em contato com uma agressão qualquer, gera uma energia reacionária excessiva a essa agressão.
Um caso de terreno
Essa reação hiperestênica é na realidade a luta de um mecanismo de defesa frente a um estímulo adverso. O que parece curioso é que certos indivíduos apresentam tal comportamento e outros não, frente à mesma situação. Quais são então as causas dessas alergias? O que foi combinado de chamar substâncias alergênicas? As poeiras, o pólen, as peles de animais, as picadas de insetos, o capim, certos alimentos, uma emoção muito forte? Sejamos lógicos. Se não temos todos os mesmo comportamentos, as mesmas reações frente a esses “agressores” é que a causa está em outro lugar ao nível do “terreno”, isto é, da qualidade das mudanças metabólicas de cada indivíduo.
O terreno artrítico-alérgico é caracterizado por uma acidificação dos tecidos por ácidos de desassimilação. As Carências geradas por uma alimentação desequilibrada e obstruínte, carências em vitaminas do grupo B, fósforo, manganês que são substâncias catalíticas indispensáveis ao desenvolvimento harmonioso dos metabolismos. Esse ácido pirúvico e úrico acumula-se nos tecidos nervosos, nas mucosas, na pele, sob a forma de microcristalizações altamente inflamatórias e geradoras de hiper-histaminemia. É este excesso de histamina que favorece uma hipersensibilidade acelerando a circulação das correntes de energia dos neurônios, todas as vezes que o organismo estiver diante de uma agressão. Nas alergias respiratórias, asma essencial, coriza espasmódica, resfriado, rinite, estamos na presença do mesmo fenômeno. O acúmulo dos micro-cristais sob as mucosas bronquíticas e endonasais favorece um estado inflamatório, urticante e como conseqüência espasmos violentos.
Reformar o regime alimentar
Não é questão somente de acalmar as crises suprimindo artificialmente os sintomas, mas de reverter um terreno para uma drenagem metabólica permanente e preventiva dessas crises, mas também e principalmente suprir as carências em vitaminas e oligoelementos por uma reforma alimentar. Os hidratos de carbono refinados (farinhas brancas desvitalizadas e os açúcares industriais) são as principais causas dessas carências. Os excessos de carnes e charques favorecem também a acidificação dos tecidos. A reversão do terreno passa então pela prática progressiva de uma alimentação vegetariana e cerealista biológica, os cereais integram os grãos germinados e as leveduras dietéticas permitem suprir rapidamente as carências assinaladas.
O protocolo bioterapêutico a seguir é válido, tanto para as outras alergias respiratórias,
Como para a asma essencial. Em dietética, na série de leveduras de cerveja, as lecitinas de soja e squalene comprimido, tomadas puras, alternadamente, diluídas na saliva antes de engolir, na medida de 4 a 5 comprimidos, permitem uma reversão do terreno alérgico, suprindo as carências.
Nas crises violentas só a terapêutica de urgência prescrita pelo terapeuta, permitirá trazer um alívio imediato.
TRATAMENTO OLIGOTERAPICO
Manganês/Cobre (MnCu) 20 gotas 1 x ao dia
Fósforo/Molibdênio (PMo) 20 gotas 2 x ao dia
Manganês (Mn) 20 gotas 3 x por semana
Suplementação: Floranew sache tomar 1 sache 3 x ao dia
Squalene comp. tomar 2 comp. 3 x ao dia
Distribuidor RJ – BIOTECH (021) 2532-0347