Publicado por: sosortomolecular | 16 16UTC Dezembro 16UTC 2009

As alergias respiratórias

Palavra alergia passou para a linguagem corrente e popular. Adquiriu significados diversos muito diferentes do seu sentido etimológico. Mesmo na linguagem terapêutica é às vezes desviada de seu significado original e real.

Essa palavra criada no início do século pelos alemães vem do grego “allos” que significa outro e “ergon” que pode se traduzir por ação ou energia. Seu inventor, o médico pediatra C Von Pirquet, queria expressar por essa palavra a reação do organismo, quando posto em contato com uma agressão qualquer, gera uma energia reacionária excessiva a essa agressão.

Um caso de terreno

Essa reação hiperestênica é na realidade a luta de um mecanismo de defesa frente a um estímulo adverso. O que parece curioso é que certos indivíduos apresentam tal comportamento e outros não,  frente à mesma situação. Quais são então as causas dessas alergias? O que foi combinado de chamar substâncias alergênicas? As poeiras, o pólen, as peles de animais, as picadas de insetos, o capim, certos alimentos, uma emoção muito forte? Sejamos lógicos. Se não temos todos os mesmo comportamentos, as mesmas reações frente a esses “agressores” é que a causa está em outro lugar ao nível do “terreno”, isto é, da qualidade das mudanças metabólicas de cada indivíduo.

O terreno artrítico-alérgico é caracterizado por uma acidificação dos tecidos por ácidos de desassimilação. As Carências geradas por uma alimentação desequilibrada e obstruínte, carências em vitaminas do grupo B, fósforo, manganês que são substâncias catalíticas indispensáveis ao desenvolvimento harmonioso dos metabolismos. Esse ácido pirúvico e úrico acumula-se nos tecidos nervosos, nas mucosas, na pele, sob a forma de microcristalizações altamente inflamatórias e geradoras de hiper-histaminemia. É este excesso de histamina que favorece uma hipersensibilidade acelerando a circulação das correntes de energia dos neurônios, todas as vezes que o organismo estiver diante de uma agressão. Nas alergias respiratórias, asma essencial, coriza espasmódica, resfriado, rinite, estamos na presença do mesmo fenômeno. O acúmulo dos micro-cristais sob as mucosas bronquíticas e endonasais favorece um estado inflamatório, urticante e como conseqüência espasmos violentos.

Reformar o regime alimentar

Não é questão somente de acalmar as crises suprimindo artificialmente os sintomas, mas de reverter um terreno para uma drenagem metabólica permanente e preventiva dessas crises, mas também e principalmente suprir as carências em vitaminas e oligoelementos por uma reforma alimentar. Os hidratos de carbono refinados (farinhas brancas desvitalizadas e os açúcares industriais) são as principais causas dessas carências. Os excessos de carnes e charques favorecem também a acidificação dos tecidos. A reversão do terreno passa então pela prática progressiva de uma alimentação vegetariana e cerealista biológica, os cereais integram os grãos germinados e as leveduras dietéticas permitem suprir rapidamente as carências assinaladas.

O protocolo bioterapêutico a seguir é válido, tanto para as outras alergias respiratórias,

Como para a asma essencial. Em dietética, na série de leveduras de cerveja, as lecitinas de soja e squalene comprimido, tomadas puras, alternadamente, diluídas na saliva antes de engolir, na medida de 4 a 5 comprimidos, permitem uma reversão do terreno alérgico, suprindo as carências.

Nas crises violentas só a terapêutica de urgência prescrita pelo terapeuta, permitirá trazer um alívio imediato.

TRATAMENTO OLIGOTERAPICO

Manganês/Cobre (MnCu) 20 gotas 1 x ao dia

Fósforo/Molibdênio (PMo) 20 gotas 2 x ao dia

Manganês (Mn) 20 gotas 3 x por semana

Suplementação: Floranew sache tomar 1 sache 3 x ao dia

                                  Squalene comp. tomar 2 comp. 3 x ao dia

Distribuidor RJ – BIOTECH (021) 2532-0347

Publicado por: sosortomolecular | 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009

A crise na medicina 5º

 Saúde, um problema de informação
Naturalmente, seria necessário informar a população sobre estes fatos. Porém, isso é difícil, porque os médicos sabem pouco sobre a relação entre alimentos e doenças e porque as indústrias alimentícias se tornaram uma potência mundial, que tomou para si a informação da população. Todos nós somos manipulados.

Os grupos que defendem os interesses financeiros estão hoje dentro do governo. Quando é preciso tomar uma decisão em que interesses econômicos se opõem os interesses de saúde, são sempre os interesses econômicos que acabam vencendo. E assim, temos um povo doente.

A cárie dental é um exemplo. Ela é conseqüência pura e simples do consumo de carboidratos refinados (principalmente açúcar branco). Seria necessário esclarecer a população para diminuir o consumo de doces e refrigerantes. Acontece exatamente o contrário. Na televisão, a propaganda oferece, sem parar, informações erradas tipo: ‘‘o organismo precisa de açúcar’’. É claro que o organismo precisa de açúcar, mas não do refinado, pois todos os carboidratos se transformam em açúcar.

A Secretaria de Saúde divulga que é possível diminuir a cárie, escovando melhor os dentes, utilizando pasta de dentes com flúor, tomando comprimidos de flúor ou adicionando flúor à água potável. Mas a cárie não é uma doença provocada pela carência de flúor. Toda essa manobra procura somente encobrir o açúcar refinado como causa da cárie. Nos debates dizem: ‘‘Mesmo se a gente dissesse que existe uma ligação, ninguém iria seguir os conselhos; por isso não dizemos nada!’’ Assim, nossas crianças já recebem flúor desde o nascimento ‘‘para evitar a cárie’’ e ninguém divulga que o flúor é um veneno.

Precisamos ser menos ingênuos e procurar nos informar melhor sobre os problemas que estão por trás desta situação. Não se trata de problemas médicos, mas de problemas na política de saúde.

Publicado por: sosortomolecular | 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009

A crise na medicina 4º

Causas das doenças provocadas pela alimentação
De maneira simplificada, podemos dizer que são causadas pela industrialização dos alimentos. Há 100 anos começaram a pesquisar o que realmente ingerimos quando comemos uma batata, uma verdura etc. Constataram que existem três macro-nutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos) e concluíram que o homem está bem alimentado quando recebe proteína, gordura e carboidratos em quantidade suficiente. Assim, a indústria alimentícia começou a criar alimentos concentrados.

Para digerir os macro-nutrientes, precisamos de elementos vitais biológicos. Todos os alimentos que estão vivos na natureza contêm esses elementos vitais. Primeiro descobriram as vitaminas e os sais minerais. Começaram, então, a incluir na alimentação vitaminas produzidas em laboratório. Mas existem muitos elementos vitais que não conhecemos e não podemos substituí-los por um produto de laboratório.

Vou explicar a industrialização dos alimentos tomando o pão como exemplo. Antigamente, o pão era produzido de grãos integrais, moídos. Quando os cientistas disseram que a parte essencial do grão era o miolo — um carboidrato — começaram a eliminar o farelo e o germe para moer apenas o miolo. Aí surgia a farinha branca. Hoje, o arroz e outros cereais também são alterados dessa forma, eliminando os elementos vitais que estão no farelo e no germe.

A conservação é outro motivo para alterar os cereais. Com a aparição das grandes cidades era importante ter uma farinha que não deteriorasse. Quando moemos o grão inteiro, a farinha facilmente fica rançosa porque o germe contém óleo. Produzir farinha que pode ser guardada durante vários anos foi considerada uma descoberta incrível, um progresso enorme. Por isso, todos os moinhos têm hoje um dispositivo que elimina o farelo e o germe, moendo apenas o miolo. É essa descoberta que representa o nascimento das doenças da civilização, provocadas pela má alimentação.

Outra causa dessas doenças é o açúcar industrializado, em todas as suas formas (açúcar branco, frutose, glicose etc.). O açúcar também é um carboidrato.

Para serem transformados dentro do organismo, os carboidratos precisam principalmente de vitamina B1. Os fornecedores principais desta vitamina são os cereais integrais. Quando beneficiamos os cereais, retirando as camadas externas do grão, eliminamos a vitamina B1. O consumo de farinha branca e arroz branco provocam uma carência crônica de vitamina B1. A combinação de cereais refinados e açúcar branco agravam esta carência perigosa de vitamina B1 porque o açúcar branco também utiliza vitamina B1 na sua transformação.

Prevenir as doenças provocadas pela alimentação é relativamente fácil: em vez de arroz branco e farinha branca precisamos usar alimentos integrais. Como o pão integral é aquecido, alguns elementos vitais se perdem. Para compensar esta perda, adicionamos alguns cereais crus — inteiros, moídos ou germinados — à salada de frutas ou hortaliças.

Para suprir o organismo com os elementos vitais, não faz sentido comprar um muesli pronto, industrializado. É preciso preparar a refeição com cereais crus e frescos.

Muitas pessoas não suportam bem a mudança para pão integral e produtos de farinha integral — por causa do açúcar industrializado. Estudos mostram que, ao passar para produtos integrais, os alimentos contendo açúcar refinado provocam indisposição. O açúcar refinado pode provocar mal-estar abdominal, sensação de peso, gases e até dores. Por isso, só podemos mudar a alimentação retirando o açúcar refinado no momento em que passamos para cereais integrais.

Para garantir a presença dos elementos vitais necessários, como vitaminas e enzimas, a comida precisa conter uma boa porção de frutas frescas e hortaliças não aquecidas. Também é preciso evitar as gorduras refinadas e voltar para as naturais, como a manteiga ou os óleos extraídos a frio.

Se as pessoas seguissem estes poucos princípios, dentro de 30 ou 40 anos as doenças teriam diminuído consideravelmente.

Publicado por: sosortomolecular | 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009

A crise na medicina 3º

Começamos pela alimentação
Em cada doença podemos encontrar um elemento relacionado com a alimentação. Mas a doença também está relacionada com a vida do doente. Começamos sempre com a alimentação, porque é mais fácil mudar a alimentação do que as condições de vida. Não podemos trocar, de hoje para amanhã, o cônjuge ou os filhos. Mas podemos comprar alimentos diferentes. Por isso começamos, para qualquer tipo de doença, com as falhas na alimentação. O doente percebe que não estava certo o que vinha fazendo há décadas. Então se dispõe a examinar se também é possível modificar alguma coisa em outras áreas.

Existe um grande problema: as doenças provocadas pela alimentação têm uma evolução muito lenta — de 20 a 40 anos. Podemos nos alimentar de forma errada durante muito tempo, sem nada perceber. Aparentemente bem. O longo período entre causa e efeito encobre o relacionamento entre alimentação e doença.

Há uma exceção: a cárie dental. Na boca é possível ver, relativamente depressa, se a pessoa se alimenta direito. Hoje, quase todas as crianças de 10 anos já têm cáries. Isto é uma degeneração do homem civilizado que também afeta os demais órgãos.

As doenças da civilização, provocadas pela má alimentação, têm todas as mesmas causa — o consumo de alimentos industrializados.

Vou enumerar as doenças comprovadamente provocadas pela falta de alimentação adequada.

  • nos dentes temos a cárie e, 20 anos mais tarde, aparece a paradontose;
  • ao mesmo tempo, temos as doenças do aparelho locomotor: doenças degenerativas como artrose, espondilose na coluna vertebral e doenças inflamatórias como artrite e poliartrite. Não encontramos nenhuma pessoa com doença do aparelho locomotor que não tenha, simultaneamente, cáries ou paradontose;
  • a seguir, temos as doenças do metabolismo. Muitas das assim chamadas ‘‘doenças do fígado’’ aparecem quando este não consegue realizar o seu trabalho, por falta de determinados nutrientes. Quando acrescentamos esses nutrientes, em poucos meses o fígado funciona perfeitamente, apesar de o doente ter ouvido: ‘‘Vai ter uma cirrose, não há mais nada a fazer!’’As doenças do metabolismo incluem os cálculos biliares e renais, a gota, a diabete e a obesidade. A obesidade não é provocada por excesso de alimentação. A gordura não se transforma em gordura dentro do corpo humano. Ocorre uma transformação. A obesidade é provocada pela carência de certos elementos vitais. A rigor, trata-se de uma desnutrição. Quando se alimenta de forma correta, o doente pode comer bastante e, mesmo assim, perder peso, porque a doença está melhorando;
  • a maioria das doenças do aparelho digestivo têm sua origem na alimentação: prisão de ventre, doenças da vesícula biliar, do pâncreas, do intestino delgado e grosso;
  • no aparelho circulatório aparece a arteriosclerose, que leva ao enfarte do miocárdio. Ela é provocada por depósitos nos vasos sangüíneos e algo semelhante leva à trombose ou ao derrame cerebral. Todos são distúrbios metabólicos decorrentes de décadas de alimentação errada;
  • a tendência para contrair infecções entra aqui. Os resfriados, por exemplo, não têm nada a ver com o frio, mas com a falta de resistência contra bactérias. A pessoa sadia, com boa defesa imunológica, não adoece. Durante o tratamento alimentar, os pacientes nos dizem: ‘‘Antigamente eu sempre ficava resfriado, mas desde que estou me alimentando de forma diferente, há 2 anos não fico resfriado’’;
  • finalmente, podemos acrescentar 50% dos casos de câncer, para os quais existem muitos outros fatores. Em 1900, para cada 30 óbitos havia 1 caso de câncer. Hoje, temos um caso de câncer em cada 5 óbitos. Isso não pode ser atribuído apenas à alimentação. É decorrente, também, da poluição do meio ambiente, que mata as florestas, os animais e o homem.
Publicado por: sosortomolecular | 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009

A crise na medicina 2º

O enfarte do miocárdio
Veja o que acontece, por exemplo, no enfarte do miocárdio. Para ocorrer um enfarte, são necessários cerca de 40 anos de má alimentação que, pouco a pouco, provoca depósitos na parede dos vasos que irrigam o coração. Quem não conhece esta causa real apresenta uma série de causas aparentes.

Dizem que o enfarte é provocado por pressão alta. A pressão alta não é uma causa. A pressão alta tem uma causa. Pode ser causada por alimentação errada. Também pode ser provocada pelo tipo de vida que a pessoa leva. Nesse caso, é necessário ajudar o doente a diminuir o seu estresse. A pressão é um sintoma e não uma causa.

Outros dizem que a causa do enfarte é o excesso de colesterol no sangue. O colesterol é vital e, quando a pessoa não recebe colesterol pela alimentação, o próprio organismo produz. Uma indústria alimentícia conseguiu, em poucos anos, levar o povo alemão a deixar a manteiga para consumir margarina, um produto industrializado, inferior: “A manteiga é perigosa, contém colesterol e o colesterol provoca doença”, afirmava a indústria.

Os médicos deveriam dizer: “Isto é besteira!” Mas, como na faculdade de medicina pouco se aprende sobre nutrição, eles ignoram a realidade e até hoje encontramos, em bons hospitais, margarina em vez de manteiga.

Outros assinalam que muitos diabéticos têm enfarte. Isso é verdade. Foi comprovado que, após 10 anos de diabete, aparece uma arteriosclerose. A arteriosclerose, porém, nada tem a ver com a diabete. Aparece em decorrência do tratamento errado. Dizem ao doente: “Você não deve comer carboidratos, mas bastante carne”. Assim, a arteriosclerose é provocada por um excesso de proteína animal e não pela glicose no sangue.

A falta de exercícios também é vista como causa do enfarte. A falta de exercício não provoca o enfarte, mas um belo impulso econômico. Vendem-se mais bicicletas, tênis e trajes esportivos. É claro que as pessoas precisam fazer exercícios, mas quando se alimentam errado, a falta de nutrientes não pode ser compensada com uma corrida.

Outros ainda culpam o fumo. Porém, fumar não causa enfarte. A nicotina provoca uma série de danos no organismo. Mas, quando a pessoa se alimenta direito e não há depósitos nos vasos do coração, ela pode fumar e não vai ter enfarte. Entretanto, quando a pessoa se alimenta de forma errada, o fumo é um fator agravante. O estreitamento provocado por ele pode diminuir o vaso já reduzido pelos depósitos a ponto de ocorrer o enfarte.

Finalmente, dizem que o enfarte pode ser provocado pelo estresse – por uma carga emocional excessiva. Não é verdade! Se os vasos estiverem perfeitos, o choque não vai ser suficiente para levar ao enfarte. É preciso que a pessoa tenha se alimentado mal durante 30 ou 40 anos para que os vasos estejam tão alterados que um choque emocional vá desencadear o enfarte.

Esses são alguns exemplos que mostram as acrobacias mentais necessárias na medicina acadêmica quando as causas das doenças são desconhecidas. Passaram a dizer: “É verdade, tudo isso não são causas, são fatores de risco“.

Publicado por: sosortomolecular | 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009

A crise na medicina 1º

 “ A ciência médica fez tanto progresso nas últimas décadas,
que hoje, praticamente,
não existe mais nenhuma pessoa sadia!”

Esta frase de Aldous Huxley combina bem com aquilo que gostaria de expor. Estamos hoje diante de um fato estranho: mais e mais pessoas adoecem de mais e mais doenças. Fala-se abertamente de uma crise na medicina. A medicina acadêmica — por incrível que pareça — não se preocupa com as causas das doenças: deixa a doença aparecer e trata dela, investindo uma fortuna. Só trata dos sintomas. Porém, a verdadeira cura só é possível quando nos preocupamos com as causas.

Se alguém tem uma doença no joelho, o joelho não é a causa; a causa pode ter sido uma queda. Quando alguém tem uma doença mental, a mente não é a causa; a causa pode ser o estresse. A causa não é o fígado, não é a tiróide. A doença se desenvolve no fígado ou na tiróide, mas a causa é anterior.

Quando o doente quer saber a causa do seu mal-estar, pode escutar do médico: “São problemas de circulação”. O doente nem percebe que seus problemas de circulação, na realidade, são um sintoma de doença. Ele deveria perguntar: “De onde vêm os problemas de circulação?

Outras vezes o doente ouve: “Isso vem do fígado” ou “Isso vem da tiróide, da coluna, dos hormônios, do sistema nervoso”. O doente aceita tudo.

O doente quase sempre sofre de uma única doença. Mas essa doença se manifesta através de muitos sintomas que ele conta para o médico. Como o médico não conhece as causas, prescreve um medicamento para cada sintoma. Mas cada sintoma é um sinal de perigo. Imagine se a estrada de ferro desligasse todos os sinais para deixar o trem passar — quantos acidentes! É isso, em princípio, o que a medicina faz hoje.

O doente chega com um saquinho, uma sacola ou até com uma mala inteira e espalha diante de mim os seus remédios. Diz: “Isto aqui é para a pressão; isto é para o sono; isto é para o coração; isto é para a circulação; isto é para a prisão de ventre!… ’’ — para cada sintoma ele tem um remédio especial. Existem doentes que, diariamente, tomam 30 medicamentos diferentes.

Eu pergunto: “Há quanto tempo está tomando isto”?
— “Bem, este eu tomo há 5 anos; isto aqui o médico me receitou faz oito anos; e este eu preciso tomar sempre.” É um absurdo tomar o mesmo remédio, ano após ano.
Sempre pergunto: “O remédio ajudou?
— “Acho que não, continuo na mesma”!
Por outro lado, se o medicamento já fez efeito, por que devemos continuar tomando? Imaginem alguém com pneumonia. Ele recebeu penicilina e sarou, mas continua tomando penicilina durante anos a fio, com medo de ficar com nova pneumonia.

Olá, Paulo Edson: Tenho 76 anos, jornalista reformado e ando a pregar por aqui a boa nova que aprendi de Etienne Guillé, a gnose vibratória (como eu a batizei) e a Alquimia da Vida (título do primeiro livro do Etienne) que ele nos deu.
Enterneceram-me as tuas palavras ao Araújo Ferreira de quem fui amigo e que abriu um caminho luminoso às grandes correntes de hoje, como tu tão bem sublinhas e eu subscrevo inteiramente:

    * Alquimia alimentar (Michio Kushi)
    * Gnose Vibratória e Alquimia da Vida (Etienne Guillé)
    * Medicina antroposófica (Rudolfo Steiner)
    * Medicina do Terreno orgânico
    * Medicina Metabólica (Serge Jurasunas e Bernard Jensen)
    * Medicina Ortomolecular (Linus Pauling)

    * Oligoterapia (Ménetrier e Gabriel Bertrand)

Deves conhecer, porque transcreves parte no teu blog, mas em todo o caso envio-te o sítio onde largamente escrevi sobre o Araújo e o Fred Vasques Homem.

Tenho publicado dezenas de textos sobre aquilo a que chamo hipótese vibratória e alquimia alimentar, poderemos depois trocar impressões sobre afinidades e diferenças. Afinidades, pelo que já vi, são mais do que as diferenças.
Afinal a convergência holística às vezes até funciona e dá para as pessoas se encontrarem neste triste tempo e mundo de tantos desencontros.

Já ganhei o dia com a descoberta do teu blog SOSORTOMOLECULAR.

Depois te enviarei dos meus, se interessar e se for caso disso.

Bom dia e bom trabalho para ti.

Afonso Cautela

Publicado por: sosortomolecular | 9 09UTC Outubro 09UTC 2009

ALIMENTO DOS 7 ANOS

Alimento (uma bolinha) que substitui uma refeição.  No caso de que os alimentos em determinado momento escasseiem, em casos de conflitos ou de severas mudanças terrestres que poderão acontecer…

Seria importante que, as pessoas soubessem como elaborar este alimento, pois uma só bolinha elaborada do mesmo substitui uma refeição, claro junto com líquido suficiente. 

É para que se formem grupos nas comunidades e o preparem em cada casa e o tenham guardado hermeticamente, pois pode durar até sete anos, livre de fungos e bactérias.  

Elaboração  

Os ingredientes necessários para a confecção. São 9:  

  1. Feijão vermelho
  2. Grão de bico
  3. Lentilha
  4. Milho seco
  5. Amendoim natural
  6. Mel puro
  7. Banana verde
  8. Soja em grão
  9. Trigo seco

 A quantidade é determinada pelo número de pessoas que farão parte na preparação e posterior repartição.
Em nosso grupo, composto por 15 integrantes, se tomou como medida básica 5 quilos. Foram feitas perto de 1.700 (bolinhas) e em sua repartição ficou mais de cem bolinhas para cada um.
É importante que se respeite a proporção de “1 por 1” entre todos os grãos. Quer dizer que se estabelecer como medida básica 1 quilo, deverá ser 1 quilo de feijão, 1 de grão de bico e assim sucessivamente para todos os componentes. Toma-se como medida básica 3 quilos, deverão ser 3 quilos de feijão, 3 quilos de grão de bico, 3 quilos de lentilhas e assim para todos os ingredientes.
 
Nota sobre a Banana verde:
Para obter 1 quilo útil de banana têm que se descascar 5 quilos de banana verde, portanto, se, por exemplo, se estabelece como medida básica 5 quilos, tem que descascar 5 x 5 = 25 quilos de banana verde para se conseguir a quantidade necessária; logo se corta em tiras para poder tostar antes de moê-la.
 
Nota sobre o Mel:
Em geral o mel é utilizado na proporção de “1 por 3”, quer dizer, se estabelece como medida básica 1 quilo, a quantidade de mel necessária para amassar a mistura é de três quilos; se estabelece uma medida básica de 5 quilos à quantidade necessária é de 15 (5 x 3 = 15) quilos de mel puro.
Entretanto, no momento da preparação o sentido comum sugerirá a quantidade exata do mel que irá utilizar, já que as bolinhas não devem ficar nem muito secas que poderiam desmanchar-se em seguida, nem muito molhadas, já que demorariam muito tempo para secar ou poderiam deformar ou achatar no momento de serem armazenadas.
 
 PREPARAÇÃO
 
TOSTADO: Todos os ingredientes serão tostados em separado, já que cada um tem seu grau de tostagem específico. A banana uma vez cortada em tiras pode ser seca ao sol, se é que tem a possibilidade de fazê-lo. Se não, simplesmente se pode tostá-la num forno para logo moê-la.
 
MOAGEM: Se moem os ingredientes separadamente já que cada um tem seu grau de dureza específico (o milho é o mais duro de moer) utilizando um moinho manual tipo
(NÃO UTILIZAR MOINHO ELÉTRICO).
 
Recomenda-se não utilizar moinhos elétricos de nenhum tipo já que ao utilizar estes artefatos se estaria privando aos ingredientes do corpo elétrico ou corpo energético, que também os vegetais possuem e que neles constitui em definitivo o elemento nutritivo principal para nós, os humanos.
 
MISTURA: Quando tiver todos os grãos e a banana moída, juntam-se todas as farinhas, dependendo da quantidade em um, dois ou mais recipiente não de metal e sim de plástico, tomando o cuidado de fazer uma mescla o mais uniforme possível.
 
MISTURA COM MEL: Quando as farinhas estiverem bem misturadas, coloca-se gradualmente o mel.

Vai amassando manualmente toda a mistura até obter a consistência desejada, procurando não deixar pequenas bolinhas de farinha sem mel.
 
BOLINHAS: Quando estiver toda a massa pronta, bem misturada, nem muito seca e nem muito molhada, fazem-se manualmente pequenas bolinhas do tamanho aproximado de uma bola de golfe ou pingue- pongue.
 
SECAGEM: Quando terminar de fazer as bolinhas,  deixar secar num local adequado à sombra, tomando cuidado de cobri-las com um pano ou tela que impeça que os insetos, sobretudo as moscas, possam colocar ali seus ovinhos, estragando assim um trabalho de muitos esforços.
Uma boa secagem se obtém quando as bolinhas tenham uma consistência não muito dura e apresentem certo grau de maleabilidade sem serem demasiadas pegajosas.
 
CONSERVAÇÃO: Uma vez obtido uma boa secagem se passa para a conservação.
Recomenda-se armazenar as bolinhas em recipientes de vidro possivelmente de boca larga que, além  de assegurar uma boa conservação natural, permitem um acesso fácil na hora de pegá-las, entretanto também pode utilizar-se um recipiente de plástico… Ambos os tipos de recipientes devem ficar fechados hermeticamente para que não haja aceleração no processo de deteriorização das bolinhas ao serem expostas ao ar.
 
Um alimento bem preparado, que teve uma boa secagem, longe de mosquitos e de insetos e que tenha sido bem armazenado, chega a conservar-se perfeitamente comestível por um tempo de não menos de quatro anos e isto já foi comprovado por vários de nossos antigos.
 
CONSUMO: É um alimento altamente energético. O consumo de uma bolinha é o equivalente a uma das três refeições que normalmente consumimos num dia, portanto com a ingestão diária de três bolinhas não se necessita consumir nenhum outro alimento, já que só elas fornecem ao organismo a energia necessária e suficiente para seu desenvolvimento funcional durante o dia.
 
Em tempos “difíceis”, preparado e armazenado com antecipação pode ser a única tábua de salvação frente a escassez de alimento ou diante da impossibilidade de consumir o que se consiga ao redor devido a sua contaminação, seja química, biológica ou nuclear. 
 Observações
 
A experiência acumulada nas anteriores preparações, nos impulsiona a formular as seguintes sugestões:
 
Se vai ser preparado por um determinado número de pessoas, se aconselha, para diminuir os tempos e facilitar a preparação, repartir entre os componentes do grupo a compra dos ingredientes e a tostagem dos mesmos que poderá ser efetuada, esta última, permanecendo cada um em sua respectiva casa.
 
No dia estabelecido quando tiver todos os ingredientes já prontos, poderão reunir-se em um local escolhido onde se termina primeiro a moagem dos ingredientes, logo a mistura das farinhas, depois a mescla com o mel e finalmente a confecção das bolinhas.
 
Quando estiverem já prontas as bolinhas, é recomendável que da secagem, contagem e repartição se encarregue uma só pessoa que goze da plena confiança de todos os componentes do grupo.
 
Recomenda-se em primeira instância, que todas as crianças (filhos, sobrinhos, netos ou simples amiguinhos dos componentes do grupo) sejam sempre bem-vindas em todas as fases da elaboração, em especial no momento de moer os grãos, atividade que lhes fascina.
 
Recomenda-se enfim que todas as pessoas que participam da repartição final das bolinhas estejam presentes e participem diretamente em todas e cada uma das fases da preparação das mesmas, em especial na fase da mistura do mel, já que durante este processo, se estará transmitindo a energia de todos e cada um dos componentes do grupo. 

Desta forma a energização será muito maior e maiores serão os benefícios no momento de consumi-lo.
 
”Cada jardim tem seus mistérios, que só a mão paciente do jardineiro é capaz de decifrar. Por isto prefere concentrar-se no sol, na chuva, nas estações. Não nas opiniões e dizeres dos demais. Ter sempre presente que a parte mais importante de ti é seu ser interior, tua alma, tua mente, teu espírito, e tudo aquilo que está dentro de ti. Sem estas partes invisíveis, teu ser físico não poderia existir. Assim como cuida de teu corpo também cuida de tua alma…
Assim como alimenta teu corpo, também alimenta teu espírito”.

Publicado por: sosortomolecular | 8 08UTC Outubro 08UTC 2009

ESPERANÇA DE VIDA MELHOR

A esperança humana é eterna, mas nós não somos. É bem verdade que se inevitavelmente morremos, a média de idade em que isso ocorre tem aumentado progressivamente na maior parte do mundo. Se tomarmos como exemplo um monge beneditino que vivia na Inglaterra no século 14, que tinha melhor alimentação, vestuário e higiene quando comparado com a população em geral, verá que a maioria vivia na média até seus 22 anos, e olhe lá!

No século 16 a idade média das pessoas era de 30 anos, poucos viviam mais que isso, e até o começo do século 19, poucos passavam dos 37 anos. Foi no século 20 que a expectativa de vida realmente aumentou, pulando de uma média aproximada de 30 ou 40 anos para mais de 70 anos!

O desafio da ciência tem sido tanto no sentido de aumentar essa média, quanto no sentido de aumentar nosso provável limite máximo, que gira em torno dos 115 anos. Por melhor que tenha sido o avanço da medicina, por mais que tenhamos conseguido aumentar a expectativa média de vida, o limite continua inalterado.

Alguns cientistas acreditam que o envelhecimento está geneticamente programado. Do mesmo modo que uma nave espacial é projetada para, digamos chegar até marte, mas não tem instruções em seus computadores para ir adiante, fomos programados geneticamente para viver até os 85 ou 90 anos, e a partir daí o sistema biológico simplesmente entra em declínio acentuado, como uma lâmpada que já atingiu seu limite de horas programadas pelo engenheiro.

O que causa esse declínio na capacidade do corpo manter a si mesmo? Não existe até o momento nenhuma teoria que explique totalmente esse fenômeno. Na verdade somos afetados por fatores tanto do ambiente quanto biológico.

Um fator do meio ambiente que por muito tempo foi estudado é a alimentação. Alguns cientistas chegaram a afirmar que animais com dietas com poucas calorias aumentavam o tempo de vida. Isso é verdadeiro com animais de laboratório, mas a maioria dos cientistas esqueceu de divulgar ao mesmo tempo em que esses animais realmente viviam mais anos, mas com um preço altíssimo. Simplesmente paravam de se reproduzir. Por outro lado, diversas pesquisas mostram que uma dieta balanceada, rica em fibras de vegetais, frutas e legumes, realmente dificultam o aparecimento de doenças.

Outros estudos sobre envelhecimento apontam para uma possível programação genética das células. Como a vida é sinônimo de multiplicação das células, haveria um ou mais genes que ditariam exatamente por quanto tempo a célula poderia se multiplicar. Esse limite varia nas diversas espécies animais. Uma tartaruga marinha teria como limite 180 anos, uma mosca de frutas algo em torno de 100 dias, e um ser humano entre 110 e 120 anos, na média 115 anos como limite.

Algumas alterações do envelhecimento são explicadas pelas mudanças no metabolismo do homem, como a comprovada diminuição de certos transmissores químicos do sistema nervoso. Como o cérebro regula todas as funções do organismo por meio de impulsos nervosos que determinam às glândulas e tecidos como e quando funcionarem, essa diminuição desses transmissores acabaria por acelerar o envelhecimento na medida em que as glândulas agiriam de modo inadequado. Esse é um fato já bem conhecido, e a reposição de hormônios em mulheres depois da menopausa já é um fato consumado. Outros experimentos já tiveram início para ver se realmente a reposição do hormônio de crescimento auxiliaria a postergar o declínio do envelhecimento.

Há ainda a teoria de envelhecimento baseado na possibilidade de que a partir de certa idade, nosso corpo começaria a produzir proteínas que não são reconhecidas pelo próprio organismo. A partir daí, nosso sistema de defesa imunológico cumpriria suas funções programadas de defesa e atacaria essas proteínas, destruindo ao mesmo tempo as células e paralisando as funções corporais. Outra explicação alternativa seria que o sistema imunológico, ao seguir o declínio do corpo com a idade, produziria muito menos anticorpo para combater as doenças.

O que podemos fazer para aumentar nossos anos de vida? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) podemos acrescentar entre 5 a 10 anos se tivermos uma atitude pro ativa, buscando a saúde e evitando doenças. A OMS listou 25 grandes riscos evitáveis e selecionou os 10 mais importantes a nível mundial, que são: baixo peso infantil e materno, práticas sexuais sem proteção adequada, pressão arterial elevada, uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, deficiência de ferro, e a obesidade e o sobrepeso. Esses fatores comprometem no mundo todo em torno de um terço dos anos de vida saudável perdidas anualmente.

Excluindo fatores típicos de populações menos favorecidas, como a deficiência de ferro ou o uso de combustíveis sólidos em ambientes fechados, observa-se que os outros fatores atingem praticamente todas as classes sociais.

Existem outros fatores que não estão listados, mas que certamente estão incluídos ainda que indiretamente. Entre esses fatores, devem ser lembradas as saúdes intestinais, a prática de atividade física regular, a evitação (JEJUM E RECOLHIMENTO ESPIRITUAL) e eliminação de tóxicos, como por exemplo, poluentes do ar, agrotóxicos alimentares, minerais pesados, radiações ionizantes, entre vários outros.

Na nossa prática TERAPÊUTICA, buscamos promover os fatores de saúde, evitar os de adoecimento e na medida do possível reparar os danos causados por esses tóxicos.

Publicado por: sosortomolecular | 3 03UTC Outubro 03UTC 2009

A CURA DO CÂNCER SEGUNDO RAYMOND DEXTREIT

No livro «O Cancro», Raymond Dextreit faz afirmações relevantes do ponto de vista da lógica ortomolecular, algumas das quais se transcrevem a seguir:

«Enquanto os médicos andam em busca de medicamentos que possam substituir o sistema imunitário, os harmonistas preferem exaltar as próprias defesas do organismo.» «Um agente cancerígeno, o mais poderoso, o metilco-lantrene, deriva diretamente dos ácidos biliares.»

«Se é admissível que os germes se desenvolvam sobre um tecido canceroso, portanto desprotegido, este fato é secundário em relação à formação tumoral, pois esta é pré-existente à infecção.»

«Parasitoses foram consideradas vetores de câncer – distomiase hepática, tênia crassicolis, onconcercose, esquitomiase intestinal e hepática, espirotera.»

«Certos especialistas pensam que os vírus poderiam ser nucleoproteínas resultantes da célula doente. Seriam então emanações e não responsáveis, efeito e não causa.»

«O câncer é evitável e é possível contribuir para a sua regressão.» 

«Numerosos casos de cancro surgem consecutivamente a enxertos de órgãos, os quais implicam recurso a um tratamento imunodepressor. Para o soro «antilinfocitário», não é uma dúvida, mas uma certeza.» 

«Às vacinas pode imputar-se a especialização das imunidades. Orientado o sistema imunitário para a defesa contra tétanos, difteria, poliomielite, tuberculose, etc., podem falhar perante problemas dos vasos, da espinal medula e do sistema celular.

«Esta desconfiança legítima em relação às vacinas pode também verificar-se em relação a muitas operações tornadas rotineiras: ablação do apêndice, das amígdalas, da vesícula biliar.» 

«Após as investigações do professor Delbet, suspeitou-se de uma carência de magnésio na origem do cancro. Outros trabalhos puseram em evidência défices de cálcio, silício, manganês, níquel, etc. ou excedentes em ferro, potássio e sódio.»

«O tecido canceroso é geralmente carenciado em magnésio e cálcio, enquanto é pletórico em potássio e sódio.

«Como não foi demonstrado que esta alcalose preceda o cancro, pode-se admitir que é consequência e não causa do cancro, sendo a presença do tumor e suas secreções que perturbam o equilíbrio iônico.» 

«Os mecanismos da imunidade, muitas vezes bastante fracos, são muito reforçados nos «mal alimentados». A carência protéica revelar-se-ia favorável na resistência ao cancro e igualmente perante qualquer infecção.» 

«Regressões tumorais puderam ser obtidas depois de curas de três meses de uma alimentação comportando exclusivamente vegetais crus, sem que daí tenha resultado qualquer carência.» 

« Alimentos frescos e crus têm a vantagem, graças aos fermentos, de contribuir para a fixação do oxigênio do ar respirado.»

«Depois da ingestão de certos alimentos cozidos (sobretudo carne) surge uma hiperleucocitose de defesa.» 

«As vacinas comportam a introdução fraudulenta no organismo de substâncias de que não se podem prever as consequências a prazo. Esta «proteção» só pode conduzir à especialização das defesas, com enfraquecimento destas perante as agressões.»

«O alho e a cebola, pela sua riqueza em essências sulfuradas, são poderosos desinfetantes.»

« Para estimular o peristaltismo e neutralizar a nocividade dos resíduos, convém que a bílis tenha a composição conveniente e o volume suficiente. O papel do fígado é, portanto, determinante, e a diversos títulos.» 

«O papel cancerígeno de certas substâncias que podem derivar dos ácidos biliares, leva a dar a maior importância à função hepática.» 

« Plantas com melhor influência sobre as funções hepáticas:

  • Alcachofra
  • Alecrim
  • Boldo
  • Cardo mariano
  • Carqueja
  • Dente de leão
  • Erva de Santa Maria
  • Espargo
  • Eupatório
  • Oliveira
  • Poejo

«Os vegetais são auxiliares incomparáveis do sistema imunitário.» 

«Com a melhor intenção do mundo, o processo de cancerização pode começar na infância, quando se preparam as células hepáticas para a necrose, com óleo de fígado de bacalhau ou os medicamentos que o contêm, irritações intempestivas e mutilações por ablação das amígdalas e do apêndice.»

Se todas as doenças, como é lógico e óbvio, derivam de falhas no sistema imunitário, toda a cura, como é lógico e óbvio, deverá orientar-se para esse ponto fulcral.

Se as vacinas são um dos fatores adversos preponderantes nas alterações do sistema imunitário, a que se segue muitos dos produtos químicos, o protocolo de socorro deverá incluir um recurso que ajude ao desmame (desintoxicação) de todas essas drogas e hábitos tóxicos.

Com efeitos desintoxicantes (de limpeza celular) indica-se:

Alimentação macrobiótica praticada com discernimento

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